sexta-feira, 18 de novembro de 2011

JOVENS DE ARAÇUAÍ CONECTADOS AO MUNDO E DE OLHO EM OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS

Mais de 350 jovens de Araçuaí e região estão agora habilitados a se conectar com o mundo pelas redes sociais. Eles participaram da capacitação TEIA - Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo Aplicados -, programa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) que dissemina o conhecimento da web 2.0 entre jovens e adultos. O programa ensina a usar tecnologias e ferramentas gratuitas como Facebook, Twitter e Orkut não só para entretenimento, mas principalmente como uma vitrine pessoal e profissional.

Em 2011, mais de 1.000 jovens já foram capacitados e se transformaram em agentes, que oferecem suporte a projetos de inovação nas cadeias produtivas locais. As atividades, com duração de quatro horas, são conduzidas por um mutirão de agentes TEIA dos oito municípios que compreendem os Polos de Inovação da Sectes, localizados nos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas.

Um dos novos agentes TEIA, o estudante Álvaro Figueiró, ressaltou como o conhecimento das redes sociais impulsionou sua carreira profissional. “O curso aumentou o nosso conhecimento da web 2.0, especialmente o de pessoas mais carentes, que antes não tinham acesso às redes sociais. Os riscos do uso inadequado dessas redes, tema abordado pelo Enem deste ano, também foi bem frisado no curso. Hoje eu trabalho na Prefeitura, e além de atualizar o Facebook e o Twitter, presto assistência técnica e suporte a toda rede municipal, utilizando o que aprendi no Dia TEIA e em cursos extracurriculares”.
Na cerimônia de entrega dos certificados, realizada nessa quinta-feira (17), o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, afirmou que os Vales do Jequitinhonha, Mucuri e o Norte de Minas são regiões escolhidas pela Sectes para priorizar o adensamento de conhecimento, de modo a promover o desenvolvimento local.
“No futuro que já se apresentou a nós, ninguém vai se sentir cidadão e será vitorioso profissionalmente e pessoalmente, se não estiver conectado com o mundo. É isso o que fazemos com o TEIA, levamos oportunidades para quem precisa e para quem merece. Vamos ampliar o programa, oferecendo mais conhecimento e o aparato tecnológico para que o jovem não fique parado no tempo”, disse.
O Dia TEIA Araçuaí aconteceu no Instituto Federal Norte de Minas Gerais (IFNMG) - campus Araçuaí -, no Telecentro e Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Araçuaí, no Sesi/Senai e na cooperativa Dedo de Gente: Arte, Cultura, Tecnologia e Inovação. Na próxima quarta-feira (24), o programa de capacitação chega ao município de Almenara e região. Até o fim do ano, também serão capacitados jovens e adultos de Januária e Janaúba. O evento já foi realizado nos municípios de Salinas, Teófilo Otoni, Pirapora e Diamantina.
Mais informações sobre a capacitação em Almenara pelo email: inovacaoalmenara@hotmail.com ou no perfil do Polo de Inovação: http://www.facebook.com/inovacaoalmenara

Fonte: Agência Minas

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PEREIRA DA VIOLA ENCANTA COM O “CHORO” DA SUA VIOLA

No dia 16 de agosto de 1962, nasce em São Julião, pequena comunidade rural do Vale do Mucuri, norte de Minas Gerais, José Rodrigues Pereira, o Pereira da Viola. Décimo primeiro dos treze filhos de João Preto (João Rodrigues Pereira) e Mãe Augusta (Augusta dos Santos Pereira), Pereira era conhecido em sua família pelo apelido de Zezinho ou Zé Nosso, pois tinham muitos “Josés” na região.

Pereira é muito mais voltado para a tradição, com uma rica pesquisa da cultura da região do Vale do Jequitinhonha.

Em sua infância era um menino muito tímido e, segundo sua mãe, chorão. O ambiente em que cresceu era humilde, mas de grande riqueza cultural. “Depois do trabalho na roça, meu pai pegava a sanfoninha de bode, que é a sanfona de oito baixos, e começava a tocar, minha mãe a cantar e a gente a dançar”.

“Há quem diga que, atualmente, a canção chegou num limite. Até por isso, a música de viola, em todas as suas vertentes, é o que de mais novo vem sendo feito. Hoje a violeirada está tocando de tudo: clássico, erudito, popular brasileiro, chorinho, música indiana, flamenca…", observa José Rodrigues Pereira, o Pereira da Viola, 49 anos”. 


A forte tradição cultural da região do Vale do Mucuri, também foi determinante na formação de Pereira. Ainda criança, constantemente acordava ao som das folias que visitavam sua casa trazendo violas, sanfonas, tambores e muita cantoria.

Em 08 de maio de 2009, interpretando uma composição de autoria própria intitulada "Tá No Tombo", participa da gravação do CD "Violeiros do Brasil. 

Pereira da Viola tem seis discos no currículo, Terra boa (1993), Tawanará (1996), Viola cósmica(1998), Viola ética (2001), Akpalô (2007) e Pote — a melodia do chão (2010), parceria com Wilson Dias. "No meu trabalho, faço um diálogo com as culturas afro e indígena, então as músicas têm um ritmo acentuado. Mas também tenho outras influências, o que pode ser percebido, por exemplo, quando toco Bolero, de Ravel". 

Para acessar a biografia e discografia completa, Clique Aqui.
Para ver vídeos de Pereira da Viola, Clique Aqui.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ALMENARA-MG: CIDADE NA LUTA CONTRA A DENGUE


Foto: Allan Campos 
O final do mês de outubro e início do mês de novembro foi marcado pelo período de chuva, na região nordeste de Minas, aumentando também a preocupação da população em não deixar água parada para que o mosquito da dengue não se prolifere.

Em Almenara, a Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Gerência Regional de Saúde de Pedra Azul, Faculdade Alfa, Polícia Militar do Meio Ambiente e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), realizou no dia 11 de novembro, um pit-stop educativo na Avenida Olindo de Miranda e no Mercado Central.

O objetivo foi chamar a atenção da população para a necessidade de se intensificar as ações de combate à dengue, já que o clima quente típico da região e o período de chuvas são fortes aliados do mosquito Aedes Aegypti.

"Nos últimos sete dias têm chovido diariamente em Almenara, podendo acumular água parada, situação propícia para que o mosquito se desenvolva”, disse preocupado o Sargento Nogueira, da Polícia Militar do Meio Ambiente.

O multiplicador de ações no combate à dengue da Copasa, Adelino Fazendeiro, acredita que se as pessoas se sensibilizarem e começarem a fazer a sua parte, o município de Almenara ficaria livre da dengue. De forma semelhante pensa o coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde de Almenara, Agnaldo Gomes, que afirmou ser importante a parceria de várias instituições para que as ações de combate à dengue tenham mais força. "A dengue não se consegue combater sozinho. Assim, é fundamental a parceria para a conscientização da população”, defendeu.

Autor: Allan Campos

SOLIDARIEDADE QUE TRANSFORMA O VALE DO JEQUITINHONHA

Projeto-ação da Geografia promove intercâmbio de conhecimento e cultura entre duas comunidades do Vale do Jequitinhonha, auxiliando no desenvolvimento de hortas agroecológicas e na difusão do artesanato em cerâmica.

Texto: Bárbara Altivo

Artesanato em cerâmica na comunidade
de Moça Santa - Chapada do Norte

Os conhecimentos produzidos na universidade podem auxiliar no desenvolvimento sustentável de comunidades rurais? O núcleo Terra & Sociedade de Estudos em Geografia Agrária, Agricultura Familiar e Cultura Camponesa, ligado ao IGC, arregaça as mangas para encarar o desafio lançado. E, nesse sentido, atua o projeto de extensão "Capacitação cidadã entre as mulheres agricultoras familiares e produtoras de alimentos em comunidades quilombolas de Chapada do Norte e de artesãs do Córrego dos Coqueiros - Minas Novas", dirigido pela coordenadora do Terra & Sociedade e professora do Departamento de Geografia da UFMG, Maria Aparecida dos Santos Tubaldini, e por sua orientanda de doutorado e diretora de projetos do núcleo, Lussandra Martins Gianasi.

Coordenadora do núcleo Terra & Comunidade,
Maria Aparecida Tubaldini
O projeto, segundo Maria Aparecida, baseia-se em ações planejadas a partir de um amplo trabalho de mapeamento e análise da agricultura familiar no recorte territorial de Capelinha, Minas Novas e Chapados do Norte, no Vale do Jequitinhonha, processo realizado em parceria com o professor da UFMG, José Antônio de Deus, da área de Geografia Cultural, e Bernardo Machado Gontijo, da área de Biogeografia, bolsista de iniciação científica e mestrandos. O objetivo desse primeiro trabalho, que durou dois anos, foi identificar alternativas sustentáveis para as atividades socioagrícolas das regiões sondadas. “A questão teórica que sustentou essa etapa e sempre permeia as nossas pesquisas é o desenvolvimento sustentável, que envolve três dimensões: a socioeconomia, o meio ambiente e a cultura”, explica a coordenadora. Dessa forma, ela ressalta a importância de tomar o território trabalhado para além de sua configuração dimensional, considerando as relações de poder estabelecidas, a sociabilidade existente, os laços de solidariedade, bem como a identidade cultural da população.

Ao longo do trabalho de mapeamento e análise da agricultura familiar no Vale do Jequitinhonha, a comunidade quilombola Moça Santa, na Chapada do Norte, destacou-se por apresentar carência na alimentação. A região, se comparada com as outras que integraram o estudo, conta com índice significativo de pobreza. A comunidade reivindicou ao grupo Terra & Sociedade uma ação voltada para a melhoria do plantio para alimentação, ou seja, o aprimoramento do cultivo de verduras e legumes. Outra demanda específica de Moça Santa, que também faz parte do projeto de ação para capacitação cidadã, diz respeito ao aprendizado de técnicas artesanais em cerâmica. O pedido é motivado pelos ganhos econômicos da atividade, mas também pelo recorrente uso de potes e panelas de barro pela população local.

O núcleo da UFMG, para atender a essa última necessidade apresentada, apostou no diálogo entre Moça Santa e a comunidade de Coqueiro Campo, em Minas Novas, já com tradição no artesanato em cerâmica. Assim, uma artesã dessa comunidade ministrou cursos sobre a atividade em Moça Santa. Coqueiro Campo, por sua vez, reivindicou também a ajuda do núcleo para montar hortas alimentares. Como conta Lussandra Martins, para concretizar a interlocução das duas populações camponesas, foi realizada uma visita solidária.  No total, 35 mulheres quilombolas de Moça Santa foram para Coqueiro Campos com a intenção conhecer os processos de cerâmica do local e fazer apresentação artística, com o grupo de dança Curiango, do qual fazem parte. “Falamos de um intercâmbio de conhecimento e cultura. Uma comunidade visita a outra para conhecê-la e enxerga ali as potencialidades para reverter a sua realidade a partir dessa integração”, afirma Lussandra. Para Maria Aparecida, esse momento de contato age motivando e sensibilizando as mulheres de ambas as comunidades.

Mas afinal, por que o projeto volta-se especificamente para as mulheres camponesas? Maria Aparecida salienta que todos os homens migram para trabalhar na colheita do café e no corte da cana-de-açúcar, principalmente na região de São Paulo. Nesses períodos de viagem, algumas mulheres permanecem na comunidade com o objetivo de cuidar das crianças menores. Assim, elas são as potenciais artesãs e responsáveis pelas hortas alimentares.

Em trabalho de campo, Terra & Sociedade realizou, junto à população camponesa de Moça Santa e Coqueiro Campo, montagem de canteiros agroecológicos. “Consideramos que cada família deveria possuir pelo menos dois canteiros de até três metros para o cultivo de diferentes alimentos”, diz Maria Aparecida. Mas, ao invés de impor seus conhecimentos à comunidade, os geógrafos do núcleo buscam resgatar e aproveitar os hábitos e saberes locais. Maria Aparecida e Lussandra esclarecem que as hortas já existiam, muito pequenas, configurando um verdadeiro quintal agroecológico, “um oásis que permite que eles tenham  sombra, que é favorável ao plantio”, comenta a primeira. As mulheres já dominavam, por exemplo, o uso de biodefensivos, como o fumo e o alho. Além disso, a existência de gado na região representou a matéria orgânica para a produção: o esterco de boi,  transformada em “compostagem”.

Apresentação do grupo de dança quilombola Curiango

Os resultados das ações do núcleo já podem ser observados. Em Moça Santa, 36 famílias contam com canteiros em produção, e são 11 deles em Coqueiro Campo. Algumas mulheres quilombolas que não migraram, segundo Maria Aparecida, já estão desenvolvendo o artesanato em utilidades domésticas para a população local e comunidades vizinhas, obtendo seus primeiros rendimentos e vasos tipo “moranga”, idealizados para plantios da espécie de tomates cerejas samambaias. A intenção é que essas mulheres participem da feira que acontece em dezembro na Praça de Serviços da UFMG.

O próximo passo, expõe Maria Aparecida, é desenvolver processo de educação alimentar das comunidades. Uma vez colhidas as verduras e legumes, como introduzi-los na mesa das pessoas? Uma resposta seria conjugar os novos sabores a ingredientes já conhecidos. “Uma pegada são as farofas. O ovo e a farinha já fazem parte da tradição deles. Não podemos romper com os hábitos existentes, para conseguir atrair o paladar, principalmente das crianças, para uma alimentação mais saudável.”

Além disso, serão distribuídas cartilhas educativas elaboradas pelas professoras Valéria Roque, Sandra Maria Lucas Pinto Silva e a mestranda Gisele Miné sobre diversos temas, dentre eles, a questão cultural e territorial das comunidades, bem como dicas para a confecção da cerâmica, com a professora Valéria Amorim e Adriana Monteiro. A cartilha sobre a produção das hortas agroecológicas éobjeto específico da professora Maria Aparecida Tubaldini e orientandos de extensão e iniciação científica. A parte cartográfica está sob a supervisão da doutoranda Lussandra Gianasi. O intuito é que a população tenha acesso ao conhecimento construído ao longo do projeto.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Governo de minas leva qualificação profissional a mais de 40 municípios. Vale do Jequitinhonha é contemplado


O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), vai oferecer 1.680 vagas para cursos de qualificação profissional nas 42 cidades beneficiadas pelo Programa Travessia, em 2011. Quarenta cidadãos, de cada um dos municípios, receberão qualificação para terem mais espaço no mercado de trabalho, por meio de um investimento de R$ 1,5 milhão do Governo do Estado.
Os alunos dos diversos cursos ofertados receberão do Travessia todo o material didático, Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lanche, certificado de conclusão do curso e bolsas de estudo no valor de até R$ 200. Além disso, todos os beneficiados participarão de cursos de elevação de escolaridade com aulas virtuais, acompanhados por tutores, de português e matemática, sendo cada uma das disciplinas com carga horária de 100 horas.
Durante solenidade de assinatura do Programa Travessia, ocorrida em setembro deste ano, o governador Antonio Anastasia destacou que o governo está trabalhando por qualificação e melhores empregos para que a população mineira melhore a qualidade de vida. De acordo com o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, “a maioria dos municípios vive, hoje, uma realidade difícil e temos o desafio de melhorar as condições e proporcionar qualidade de vida às pessoas. Por meio da capacitação, aumento de escolaridade, geração de emprego e renda, conseguimos isto”. 
Municípios que receberão cursos
Alvorada de Minas, Cachoeira Dourada, Campanário, Campo Azul, Capim Branco, Carvalhos, Confins, Consolação, Diogo de Vasconcelos, Dom Joaquim, Fernandes Tourinho, Frei Lagonegro, Ibituruna, Joaquim Felício, Josenópolis, Juramento, Lagoa dos Patos, Marilac, Mateus Leme, Matutina, Miravânia, Nacip Raydan, Natalândia, Ninheira, Oratórios, Passabém, Pescador, Ponto Chique, Presidente Juscelino, Presidente Kubitschek, Quartel Geral, Santa Fé de Minas, Santo Antonio do Itambé, Santo Antônio do Jacinto, Santo Hipólito, São Felix de Minas, São Geraldo da Piedade, São João do Pacuí, São José da Safira, São José do Divino, Serra Azul de Minas e Serranópolis de Minas.
Programa Travessia
Com o objetivo de promover maior impacto sobre a redução da pobreza, garantindo um padrão de vida digno à sua população, o Programa Travessia atua em seis eixos: saneamento, intervenção urbana, saúde, educação, gestão social e renda.
A vertente renda, que é o que abrange a Secretaria de Trabalho e Emprego, compreende ações destinadas à elevação da empregabilidade, à criação/ampliação das oportunidades de trabalho e ao aumento da capacidade de geração de renda, tais como qualificação profissional, doação de insumos agrícolas, constituição e/ou acompanhamento de cooperativas, entre outras.
Fonte: Agência Minas

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

EPAMIG E INSTITUIÇÕES PARCEIRAS DIVERSIFICAM A AGROPECUÁRIA NO VALE DO JEQUITINHONHA

Com escritório regional sediado no município norte-mineiro de Nova Porteirinha, no centro de uma região onde a fruticultura gera cerca de 60 mil empregos diretos e indiretos e uma receita anual estimada em R$ 403 milhões, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) está intensificando a implementação de pesquisas voltadas para a diversificação da produção agrícola na região do semiárido.

Cultivo de palma para alimentação de bovinos na época da seca
Aliado a projetos voltados para a viabilização do cultivo de abacaxi e maracujá, entre as novidades dos trabalhos que estão sendo executados nos últimos anos está a busca da produção de morango e oliveiras, numa região até pouco tempo considerada inapta para a produção de frutas típicas de clima frio e temperado. O cultivo de palma para alimentação de bovinos na época da seca; dendê e crambe para a produção de biodiesel e o desenvolvimento de variedades de feijão com maiores níveis de produtividade, também estão sendo alvo de estudos por parte de onze pesquisadores que constituem a equipe que atua no Norte de Minas e no Vale do Jequitinhonha. A agricultura familiar está sendo contemplada com o incremento da pecuária leiteira e a implantação de hortas agroecológicas, consorciadas à piscicultura e avicultura.
Além de buscar alternativas para a diversificação da produção agrícola regional, pesquisadores e técnicos agrícolas estão trabalhando na consolidação do Norte de Minas como grande polo produtor de banana prata e nanica. Neste segundo semestre, estão sendo iniciadas pesquisas voltadas para o desenvolvimento de cultivares de banana que consumam menor quantidade de água, produto considerado nobre na região do semiárido. O principal desafio é aliar a redução do consumo de água com a manutenção de altos índices de produtividade dos bananais, a fim de que a atividade se mantenha economicamente viável.
Atualmente, dados da Associação dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte) revelam que a área mineira do Nordeste concentra 12 mil hectares de banana, o que torna a cultura a principal fonte geradora de emprego e renda no agronegócio regional. Por meio de pesquisas implementadas pela Epamig, a partir da década de 1970, os produtores rurais consolidaram a região norte-mineira como uma das principais fornecedoras de banana prata para os principais centros consumidores do país, notadamente para Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Recentemente, parte da produção de banana passou a ser comercializada também no Norte do país, com destaque para Belém, capital do Pará.

Infraestrutura de pesquisas

Através de plano de sustentabilidade lançado em 2008, contemplando todas as unidades regionais da Epamig no Estado, o Centro Regional de Pesquisas do Norte de Minas conseguiu captar R$ 881,5 mil que estão sendo investidos na melhoria da infraestrutura de pesquisas em Nova Porteirinha e na fazenda experimental sediada no município de Jaíba. Por meio do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), implementado pelo governo federal em parceria com as Organizações Estaduais de Pesquisas Agropecuárias (Oepas), a Epamig está investindo R$ 951 mil na reforma e ampliação de áreas físicas, além da compra de máquinas e equipamentos para laboratórios.
Atualmente, a unidade regional da Epamig no Norte de Minas conta com cinco fazendas experimentais sediadas nos municípios de Jaíba, Montes Claros, Leme do Prado (Vale do Jequitinhonha), Nova Porteirinha e no distrito de Mocambinho, sede do perímetro irrigado do Jaíba.
Em parceria com o Instituto de Laticínios Cândido Tostes, sediado em Juiz de Fora, para 2012 a Epamig está programando iniciar a realização de dias de campo no Vale do Jequitinhonha, objetivando difundir tecnologias voltadas para o incremento da pecuária de leite. Os agricultores também passarão por treinamentos voltados para o processamento do excedente da produção leiteira, levando-se em conta a importância socioeconômica da atividade para região do semiárido.
Hortas agroecológicas

Contemplando a agricultura familiar, a Epamig já instalou sete unidades demonstrativas de hortas agroecológicas nos municípios de Janaúba, Nova Porteirinha, Leme do Prado, Montes Claros e no distrito de Mocambinho, em Jaíba. O objetivo é difundir junto a pequenos produtores rurais a produção diversificada de alimentos sem utilização de agrotóxicos que, além de garantir a subsistência, poderá se constituir em nova fonte de geração de renda com a comercialização do excedente.
Uma das novidades do projeto de hortas agroecológicas é o cultivo de hortaliças e legumes em áreas circulares, o que viabiliza consorciar as culturas com a criação de peixes ou frangos. No caso da criação de peixes, a água utilizada para irrigar as plantas contribui para melhor fertilização das lavouras e possibilita às famílias a manutenção de uma fonte alimentar rica em proteínas.
Já os produtores que optarem pela criação de frangos, podem utilizar o esterco para a formação e manutenção de canteiros, além de garantirem a produção de ovos e de carne para subsistência e comercialização do excedente.   

COPA ARANÃS: DEFINIDO JOGOS DA SEMI-FINAL: ARANÃS X VILA NOVA e CAPIVARI X ATALANTA


A previsão da maioria dos observadores do futebol da região prevaleceu. As três equipes de Capelinha (Aranãs, Capivari e Vila Nova) e o Atalanta de Malacacheta se classificaram para os jogos da semifinal.

O Capivari, de Capelinha, quer conquistar o tricampeonato, 
vencendo o Atalanta de Malacacheta


O Aranãs foi o primeiro a se classificar ao empatar em 2 x 2, com Berilo, no sábado à noite, 02.11, no Estádio Newton Ribeiro, em Capelinha.

No domingo, 13.11, aconteceram mais três jogos que definiram as outras vagas.

O Capivari foi a São Pedro do Suaçuí e goleou o time da casa por 4 x 0.

O Vila Nova empatou com o CFC de Carbonita em 2 x 2, em Capelinha.
Já a equipe Atalanta recebeu o Independente, em Malacacheta, e venceu por 2 x 1. 

O bom time do Vila Nova enfrentará o Aranâs e tentará reverter 
a vantagem do adversário para ir à final

Com os resultados deste domingo foram classificados o Aranãs, Capivari, Atalanta e Vila Nova.

Vantagens: 
Aranãs e Capivari

O Aranãs e Capivari levam vantagem na fase semifinal. Os dois principais times de Capelinha tiveram melhor resultado do que seus adversários. Precisam de dois resultados iguais para irem à final. Um vitória e uma derrota pelo mesmo placar ou dois empates.

O Aranãs obteve uma vitória ( 4 x 0) e um empate (2 x 2) contra Berilo, com um saldo de 4 gols. Já o Vila Nova obteve uma vitória (1 x 0 ) e um empate ( 2 x 2) contra o Carbonita, com saldo de 1 gol. Pelo saldo de gols, o Aranãs terá a vantagem na semifinal.

O forte time do Aranãs, pentacampeão da Copa Aranãs, quer ir à final mais uma vez

O Aranãs perdeu o meio-campista Rafael Alecrim, de Minas Novas, na reta final da copa. O atleta quebrou o braço durante a final do campeonato de futsal em Minas Novas. De positivo, sua equipe sagrou-se campeã do torneio.

O Capivari aplicou duas goleadas ( 6 x 0 e 4 x 0) no time de São Pedro do Suaçuí, ficando com duas vitórias e 10 gols de saldo.

O Atalanta de Malacacheta também venceu duas vezes o Independente, de Capelinha (3 x 0 e 2 x 1), ficando com saldo de 4 gols. Assim, o Capivari tem a vantagem na semifinal devido ao maior saldo de gols.

O primeiro jogo do Capivari contra o Atalanta será em Malacacheta, no domingo, 20.11.

O organizado e semiprofissional Atalanta de Malacacheta tem base do time do América de Teófilo Otoni e quer desbancar o Capivari para chegar à final

O Aranãs disputará seus dois jogos em Capelinha contra o Vila Nova, no Estádio Newton Ribeiro, em Capelinha. O próximo jogo será também no próximo final de semana, no sábado à noite ou domingo à tarde.

Confira o chaveamento da semi-final:

domingo, 13 de novembro de 2011

ACIDENTE DEIXA DOIS MORTOS E TRÊS FERIDOS EM ITAOBIM-MG, VALE DO JEQUITINHONHA


Motorista perdeu controle da direção e veículo capotou.
Capotagem foi de madrugada no km 26 da BR-367.


Nesta foto de óculos a professora Cátia de Sá, o professor Rudy  Menezes e a
pedagoga Siomara Lobato que era diretora da Escola Manoel da Silva Gusmão
Duas pessoas morreram e três ficaram feridas em um acidente na madrugada deste domingo (13), após saírem da 11ª Festa da Manga, em Itaobim, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. 

Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária, a motorista de 44 anos perdeu o controle da direção do carro que dirigia e capotou diversas vezes na altura no quilômetro 216, da BR-367, entre as cidades de Itaobim e Itinga.

A condutora, Siomara Lobato de Freitas, de 44 anos, e o adolescente Ícaro Gil Oliveira Murta, de 15, morreram no local. As outras vítimas foram levadas para o Hospital de Itaobim. 

Um rapaz de 18 anos foi levado com ferimentos graves para o Hospital Santa Rosália, em Teófilo Otoni, na Região do Vale do Mucuri. Outros dois homens, de 23 e 28 anos, tiveram escoriações.

Os corpos foram levados para um necrotério em Itaobim.

Texto: G1
Foto: Blog Edivaldo Pego

sábado, 12 de novembro de 2011

CAPELINHA-MG: MOTOCICLISTA MORRE EM ACIDENTE NO BAIRRO DAS ACÁCIAS

Um acidente no cruzamento que liga os bairros das Acácias e Bouganville, mais precisamente no final do Bairro Vila Operária, resultou na morte de um motociclista de 20 anos na manhã do último sábado (05/11/2011) em Capelinha. 


De acordo com informações da Polícia Militar, Sílvio Ferreira de Souza, de 20 anos, conduzia uma moto quando o veículo chocou-se com um caminhão Mercedez. Ele sofreu ferimentos graves e foi socorrido ao hospital, onde não resistiu aos ferimentos.

O motociclista, ainda segundo a ocorrência policial, não possuía habilitação e estava com a documentação irregular. Segundo testemunhas o mesmo transitava em alta velocidade. A polícia militar informou que o condutor do caminhão estava em situações regulares quanto ao trânsito.

Fonte: Hélio Souza - Jornal A Cidade de Capelinha

CARTA ABERTA DE ANULO DA UFVJM SOBRE A MUDANÇA DE NOME

UFVJM, UFD, UFJK, UFGR? Sobre a troca de nome... Por Arthur Rocha Gomes - Estudante de Farmácia UFVJM Coletivo Roda Viva

Fico me perguntando quais são os argumentos, propostas e/ou vantagens das correntes que estão sendo criadas nesse site de redes sociais em torno da mudança de nome da nossa Universidade. Sei que muitos não tem conhecimento do que vou falar aqui, e não tenho nada pessoalmente contra os “lideres” dessa “campanha”, apenas quero mostrar os pormenores desse plebiscito que estar por vir.


Espero sinceramente que esses argumentos não sejam os que eu ouvi passando por esses corredores do Campus II: “ah, sempre achei esse nome UFVJM meio estranho, UFD é mais bonito, mais apresentável”... Seria cômico se não fosse trágico...

Talvez o claro interesse político que gira em torno dessa simples troca de nome poderia já significar para muitos um motivo óbvio para votar contra essa mudança. Para quem não sabe, ao mudar o nome da Universidade, é ABERTA uma nova Universidade, de forma que os cargos anteriormente ocupados por pessoas aqui dentro só ficariam em um papel na história, podendo assim existir uma nova reeleição em alguns setores (Na UFVJM alguns cargos seguem o mesmo sistema de eleição para presidente, podendo haver somente uma reeleição de um determinado candidato, ou seja, no máximo 8 anos no poder). Fica aí a dica clara para os bons entendedores sobre a proposta da troca do nome...

Mas, pela pouca experiência que tenho com política estudantil universitária, sei que muitos não irão se importar com esse motivo, simplesmente o acharão “sujo”, mas continuarão achando “UFD” ou “UFGR” ou “UFalgumacoisa” mais “bonito” que UFVJM...Soma-se ainda o pensamento totalmente individualista com que somos obrigados a conviver de alguns estudantes, lamentável, porém “nu e cru”.

Pois bem, para esses que não estão nem aí ou nem leram o que eu disse, saltaram metade do texto e já estão entediados, vai aí mais algumas dicas:

- Perda da identidade: Após 6 anos como UFVJM começamos a conquistar um espaço, pequeno espaço, no cenário nacional. Vide reportagem feita em uma revista de amplo acesso nacional (e que foi publicada por muita gente nesse mesmo site) em que nossa UFVJM aparecia entre as 10 mais bem colocadas dentre as  universidades “pequenas” do país. Para quem tem dimensão de quantos centros de ensino superior foram criados recentemente em todo Brasil, sabe a importância desse “título”. Agora o que fazemos? Trocamos de nome, perdemos nossa identidade, e tudo que conquistamos até agora é jogado por água a baixo, pois é instituída uma nova universidade e todo peso que a sigla UFVJM havia conquistado de nada valerá mais. Teremos que recomeçar do zero (mais uma vez...).

- Vales do Jequitinhonha e Mucuri: Sinceramente, acho que todo estudante ao ingressar em uma instituição federal deveria saber ao menos boa parte de sua história e tudo o que ela representa, e não apenas se preocupar com o “status” do curso que faz ou que a própria instituição lhe proporciona. A UFVJM foi criada para os Vales. Feita para ajudar a combater a pobreza e o desequilíbrio social que são tidos como gigantescos em uns dos vales mais pobres do país. O combate seria acometido com todo o investimento que a universidade traria e os projetos sociais promovidos pela “massa pensante” que viria a estudar aqui. Acho hipocrisia demais sermos criados em função de uma coisa e por um claro e simples gosto pessoal jogar tudo ao vento.

Imagino também que todos devem ter conhecimento que não apenas ela foi criada PARA os vales, mas também pelos VALES. Quantos filhos dessa terra já passaram e ainda passam por aqui e que construíram o que somos hoje? Não acham isso importante? Então somem a isso os investimentos do governo federal que vieram pelo único motivo de sermos o “vale da pobreza”...

Agora cuspimos no prato que há muito já comemos, sem nem pensar no que estamos fazendo...

Na boa? Sou Diamantinense e Filho do Vale, e não estampo isso no peito apenas na hora de dizer que tenho o melhor Carnaval do planeta, ou que moro na cidade onde nasceu JK, ou ainda pra falar que me pinto de azul para descer a rua da glória e curtir uma das melhores festas universitárias do país... Estampo no peito agora que tenho uma tristeza maior do planeta e que me pinto das cores da vergonha com tamanha injustiça que iremos fazer com essa terra que me acolheu e me ensinou o sentido de tantas coisas...

Pra finalizar e não com intuito de polemizar ainda mais (mas já polemizando) gostaria sinceramente que todos que leram pelo menos parte desse post que entrassem no link a seguir e lessem parte da letra da música, pra ver que não sou só eu que penso assim:

http://letras.terra.com.br/rubinho-do-vale/1671186/

Fiz vestibular para entrar na UFVJM, e pretendo formar na UFVJM! E não em outra Universidade.

“Vale que vale cantar
Vale que vale viver
Vale do Jequitinhonha
Vale eu amo você...”
Mark Gladston (Verono)

Comentário do autor do Blog do Jequi:


Quem dera se todos tivessem a visão e a capacidade de raciocínio do Arthur sobre a mudança desnecessária de nome da nossa Universidade.

Durante esse processo (plebiscito) já ouvi inúmeras ofensas de pessoas a favor da mudança de nome da UFVJM. A que mais me indignou foi de alguns alunos da UFVJM (se é que pode se chamar de aluno) que disseram (PASMEM!!!) que não queriam ter o nome da UFVJM no diploma devido ao fato desta região (Vale do Jequitinhonha) remeter a ideia de um lugar pobre, com pessoas que tem “doença de chagas” e que empresa alguma queria ter um profissional oriundo desse “lugar”.

Ora, o ideal da criação da UFVJM foi o desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri justamente por ser um lugar pobre mesmo, que necessitava de desenvolvimento, alem de tudo, educacional.

Se vocês lutam pela mudança de nome partindo desse principio, faça-me o favor: mude de Universidade. O Vale não precisa de pessoas como vocês.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Capelinha, Minas Novas e Turmalina se unem para solucionar problema do lixo


No 03 de novembro, aconteceu uma reunião na Prefeitura Municipal de Capelinha, entre os Prefeitos de Capelinha, Pedro Vieira da Silva, José Henrique Gomes Xavier, de Minas Novas e Zailson João Macedo Godinho, de Turmalina. Os três Prefeitos assinaram um documento para formalização de um Consórcio para Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos e Construção do Modelo de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos – PGIRSU. 

Até janeiro de 2014, todos os municípios brasileiros terão que estar com a situação do lixo urbano resolvido, sob pena de aplicação de multas. Os Municípios podem resolver de forma isolada ou através de Consórcio a situação dos famosos lixões, que não mais serão permitidos a partir de 2014.

Para tanto, o Governo Federal está dando suporte e apoio à solução do problema através da união de Municípios circunvizinhos. Foi por isto que os Municípios de Capelinha, Minas Novas e Turmalina decidiram “unir as forças”. Será escolhida uma área localizada entre os três Municípios, com uma distância máxima de 30 Km, em linha reta e ali será construída a solução definitiva para os resíduos sólidos.

Fonte: Prefeitura de Capelinha, via Aranãs FM, com dica do Portal Aranãs.com

BARCO A MOTOR MUDA REALIDADE DE COMUNIDADES RURAIS DE CORONEL MURTA


Há mais de 50 anos, moradores das comunidades de Vereda e Alagadiço, localizadas na zona rural do município de Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha, se arriscavam em botes e canoas de madeira para atravessar o rio Jequitinhonha e chegar à cidade. Essa realidade começou a mudar com a chegada do Programa Travessia ao município.

Entre as ações em Coronel Murta, o Travessia adquiriu, com apoio da prefeitura, um barco a motor para garantir mais rapidez e segurança aos moradores que precisam atravessar o rio diariamente. A aquisição do barco foi demanda dos próprios moradores, que comemoram o avanço.

POLO DE INOVAÇÃO DE ALMENARA PROMOVE O EVENTO ÁGUA QUALIDADE DE VIDA


Em comemoração ao Ano Internacional da Química/2011 o Polo de Inovação de Almenara juntamente com os parceiros promoveram no dia 09 de novembro na unidade de captação e tratamento de água da COPASA o evento “Água e Qualidade de Vida”.

Equiepe do Polo de Inovação e alunos do
IFNMG e da Escola Estadual Corina Ferraz.
Aconteceram atividades de cunho socioeducativo com o objetivo de analisar o PH da água que consumimos e suas consequências para a saúde do homem e para o meio ambiente.

Alunos visitam a estação de tratamento da Copasa.
A participação dos alunos visa despertar o interesse pela Inovação, Ciência e Tecnologia, bem como a conscientização sobre a importância da água para o homem, meio ambiente e planeta.
Os Alunos do IFNMG e da Escola Estadual Corina Ferraz conheceram o processo de tratamento da água e fizeram juntamente com os professores de química e biologia a análise do PH da água. 

O Dr. Marco Antônio Fagundes – Médico infectologista comentou sobre as consequências que a água ocasiona na saúde das pessoas.

Kit de análise do PH da Água.
Agradecemos a presença da integrante do Programa Chuá, Emanuelle, representantes da Polícia de Meio Ambiente, Eulália Alves - presidente da Comissão de proteção ao Meio Ambiente OSCIP MONSA, Dr. Marco Antônio, Professores do IFNMG e E.E. Corina Ferraz, técnicos da COPASA, Secretaria de Educação e Prefeitura Municipal de Almenara e todos os alunos que participaram desse momento.


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