quarta-feira, 22 de maio de 2013

OBRAS GARANTEM LIBERAÇÃO DO PARQUE DE EXPOSIÇÕES DE CAPELINHA PARA GRANDES SHOWS


Local será palco da 27ª Festa do Capelinhense Ausente, em julho.

Após vários meses interditado, o Parque de Exposições de Capelinha finalmente foi liberado para a realização de eventos de grande porte. 


O anúncio foi feito nesta quinta-feira, dia 16 de maio, após vistoria no local por uma equipe técnica do Corpo de Bombeiros de Diamantina, com a presença do Sargento Pacheco e do Cabo Lainor. “Fizemos a vistoria no Parque de Exposições a pedido do prefeito Zezinho da Vitalina e decidimos pela sua imediata liberação, pois as obras previstas no projeto de prevenção a incêndio e pânico foram devidamente realizadas”, afirmou o Sargento Pacheco.

O prefeito Zezinho da Vitalina afirmou estar satisfeito por mais essa conquista na sua gestão. “Assumimos o compromisso de fazer as obras exigidas pelo Corpo de Bombeiros, investimos o que foi necessário e deu certo. Agora, o Parque de Exposições de Capelinha está pronto para qualquer festa e o povo terá muito mais segurança e comodidade”, finalizou o prefeito.

Para a liberação do Parque do Parque de Exposições foram instalados nove portões para saídas de emergência, sendo sete no Parque e dois na Praça de Esportes, construídas duas rampas e adquiridos extintores de incêndio. 


A prefeitura também vai melhorar o sistema de sinalização do local. O primeiro evento após a liberação do Parque de Exposições será o Forró do Bode, programado para o dia 1º de junho. Depois, em julho, a Festa do Capelinhense Ausente.

Fonte: SECOM – Prefeitura de Capelinha - MAIO/2013 

terça-feira, 21 de maio de 2013

IRMÃOS DE ITAMARANDIBA-MG SÃO DETIDOS POR FURTO DE CARGAS NO CENTRO DE BH


A dupla, de 22 e 17 anos, veio do Vale do Jequitinhonha e estava na capital mineira há pouco tempo. Eles já furtaram mais de R$15 mil em produtos.

Dois irmãos foram detidos na tarde desta terça-feira no Centro de Belo Horizonte suspeito de furtar cargas de uma transportadora. Segundo informações da Polícia Militar (PM), Douglas Azevedo Silva, de 22 anos, desarregava os materiais e fazia a entrega para o irmão dele, T.A.S, de 17 anos. Em apenas um furto, eles levaram cerca de R$15 mil em produtos eletrônicos na semana passada.

De acordo com a PM, Douglas passou a trabalhar na transportadora Patrus há cerca de duas semanas. Ele e o irmão vieram da cidade de Itamarandiba, no Vale do Jequitinhonha, para morar na capital mineira. O caminhoneiro da empresa já vinha desconfiando das atitudes do entregador até que uma empresa de produtos eletrônicos reclamou com a transportadora que não havia recebido o material, que totalizava R$ 15 mil.

A empresa acionou a PM que monitorou o percurso do suspeito nesta terça-feira. Em uma das entregas, ele desviou 121 pares de sandálias, distribuídos em 11 caixas, para um local onde estava o próprio irmão, na Rua Carijós, no Centro de BH. Ao todo, a carga somava R$1345,80. A polícia suspeita que o foco da dupla seja produtos eletrônicos, mas como hoje não tinha esse tipo de carga, eles ficaram com as sandálias.O suspeito foi preso em flagrante e o irmão foi apreendido. Nenhum deles possui passagem pela polícia. Agora, a Polícia Civil vai investigar o paradeiro dos outros produtos furtados pela dupla.

Fonte: Estado de Minas

QUADRILHA FATURA R$ 430 MI COM EXTRAÇÃO ILEGAL DE DIAMANTE EM DIAMANTINA-MG


A Polícia Civil mineira concluiu recentemente um relatório sobre a exploração ilícita de diamante na cidade de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, região mais pobre de Minas Gerais. A atividade clandestina é controlada por 35 políticos e empresários locais – entre eles, estão um ex-prefeito e um ex-padre do município.



Eles chefiam de perto o trabalho de 1 200 garimpeiros, que manuseiam 200 bombas movidas a óleo diesel. A extração ocupa uma linha de 15 quilômetros à beira do rio Jequitinhonha. Desde 2007, foram extraídos ilegalmente 220 mil quilates de diamante por ali, o que rendeu 430 milhões de reais ao bando. A pedra preciosa, segundo os policiais, é vendida para a China. Em breve, uma operação será deflagrada para colocar os envolvidos na cadeia.

Fonte: Revista Época

segunda-feira, 20 de maio de 2013

FESTA DE SANTA RITA DE CÁSSIA, DE 17 A 26/05, EM SANTA RITA DO ARAÇUAÍ-MG


A já tradicional festa de Santa Rita de Cássia, padroeira do distrito de Santa Rita do Araçuaí, padroeira do distrito de Chapada do Norte-MG, ocorre de 17 até 26 de maio.



Os festeiros Aurélio Machado e Ana Amália Machado prometem uma festa com muita religiosidade e fé, com Novenas, Levantamento do Mastro, Cortejo, Procissão, Coroação e Missa Solene.

Confira a programação completa:

17 a 24 de Maio:
19h00 – Novena na Igreja Matriz

24 de Maio – Sexta-feira:
19h00 - Novena na Igreja Matriz
20h00 - Leilão
23h00 – Show com a dupla sertaneja Wilson Costa e Ademir

25 de Maio - Sábado:
20h00 - Novena na Igreja Matriz
21h00 – Levantamento do Mastro
21h00 - Leilão
23h00 – Show com Lívia Castro (cover Cláudia Leite)

26 de Maio - Domingo:
14h00 - Cortejo
15h00 – Missa e Procissão
17h00 – Churrasco na Praça e Show com Amigos do Samba e Osmar Lins

GRAVE ACIDENTE COM ÔNIBUS DEIXA 3 MORTOS E VÁRIOS FERIDOS PRÓXIMO A SALINAS


Uma batida envolvendo uma carreta, um micro-ônibus e um Saveiro deixou ao menos três pessoas mortas na tarde deste sábado na BR-251, próximo a Salinas, no Norte de Minas. Equipes do Corpo de Bombeiros de Taiobeiras e Montes Claros foram mobilizadas para socorrer os sobreviventes.


De acordo com militares, morreram antes da chegada de socorro médico o motorista do micro-ônibus, Antônio Teixeira da Silva, 54, a passageira Maria de Lourdes Neris Xavier, 48, e o condutor da carreta, que não foi identificado.



Ônibus teve sua frente destruída. Foto: Blog Santa Cruz em foco

Ainda não se sabe o que provocou o acidente, mas a carreta bateu de frente com o micro-ônibus, que ficou destruído, teve a frente praticamente arrancada e a traseira amassada pelo Saveiro. A carreta ficou tombada às margens da rodovia, a poucos metros de um barranco e por causa do grave acidente a BR permaneceu fechada de 15h até a noite deste sábado.


Nove feridos foram levados para o Hospital Municipal de Salinas e uma pessoa socorrida em estado grave para o Hospital de Taiobeiras. O micro-ônibus pertence à prefeitura de Santa Cruz de Salinas e seguia desta cidade com destino a Salinas levando pacientes, a maioria idosos, para fazer hemodiálise. 

O veículo fazia o trajeto três vezes por semana e o motorista que morreu na batida estava acostumado a fazer o trajeto. Representantes da prefeitura estão acompanhando os feridos no hospital. 
Fonte: Blog Santa Cruz em Foco

Ex-escravos que trabalhavam em carvoaria terão direito a R$ 370 mil de indenização


Ministério do Trabalho e Emprego é alvo de críticas em Araçuaí. 

Os trabalhadores libertados pelo Ministério do Trabalho e Emprego da carvoaria da fazenda Chapadão da Zagaia, em Sacramento, no Alto Paranaíba, terão direito a R$ 370 mil de indenização, entre direitos trabalhistas e danos morais. Os valores foram calculados ao longo da semana pelos auditores fiscais responsáveis pela operação, que, na terça-feira, resgatou 32 pessoas que exerciam atividade em condições análogas à escravidão. Além disso, a fazenda deve ser incluída na lista suja de empregadores do governo federal, o que, na prática, significa a imposição de uma série de impedimentos relacionados ao acesso ao crédito.

Em fazenda no Alto Paranaíba, condições análogas à
escravidão foram identificadas por fiscais.
Depois de terem sido resgatados, os trabalhadores foram transportados de ônibus da zona rural até um hotel na sede da cidade. Lá permaneceram nos últimos dias às custas dos proprietários da fazenda, que também arcaram com as despesas de alimentação. Enquanto isso, os auditores fiscais calculavam os valores a serem recebidos. Segundo o auditor fiscal e coordenador do projeto de combate ao trabalho escravo da Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais, Marcelo Gonçalves Campos, os patrões foram obrigados a pagar os salários (os valores ficavam retidos e o acerto só era feito na rescisão do contrato), férias e décimo terceiro salário proporcionais ao tempo de trabalho, além de depositar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS). Além disso, o procurador do Trabalho Paulo Gonçalves Veloso aplicou indenizações por danos morais. Os valores variam de R$ 3 mil a R$ 9 mil, dependendo também no tempo de trabalho.

O Ministério Público do Trabalho analisa agora a aplicação de autuações e multas. Cada irregularidade administrativa deve gerar uma punição. “A atividade econômica não é ilícita. Mas é difícil saber o que estava certo naquele local”, afirma Campos. Entre outros, ele cita o fato de os contratantes não cederem equipamentos de segurança; não dispor de condições básicas de higiene no alojamento; cobrar por materiais de primeira necessidade (alimentos e produtos de limpeza); não pagar os salários e não assinar a carteira de trabalho.

Crime e castigo 

O processo deve também caminhar para a esfera criminal. Concluído o trabalho administrativo, um relatório deve ser encaminhado para o Ministério Público Federal para que o procurador avalie se cabe denunciar os proprietários da fazenda de acordo com o artigo 149 do Código Penal. O artigo prevê reclusão de dois a oito anos e multa a quem impuser condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou exaustivos ou a condições degradantes. A pena é aumentada de metade se o crime for cometido contra criança ou adolescente. No caso da fazenda Chapadão da Zagaia foram encontrados dois adolescentes e duas crianças.

Caso se confirme a inclusão do nome da fazenda na lista suja do Ministério do Trabalho e Emprego, o proprietário fica impedido por dois anos de solicitar crédito em instituições financeiras públicas e aos fundos de financiamento. O registro só é retirado depois de dois anos, caso não ocorra reincidência e todas as multas tenham sido quitadas. Segundo o auditor fiscal Marcelo Gonçalves Campos, a carvoaria deverá ser desativada. Em contato com o proprietário da fazenda, ele teria dito que a unidade foi construída para retirada do eucalipto e início da plantação de grãos no lugar.

Um vácuo no Jequitinhonha

A gerência do Ministério do Trabalho e do Emprego em Araçuaí, de 36,1 mil habitantes, a 678 quilômetros de Belo Horizonte, no Vale do Jequitinhonha, é um exemplo do problema da falta de auditores fiscais do trabalho. A unidade foi criada em 2003, com o objetivo de reforçar a atuação do ministério e a fiscalização na região, que envia trabalhadores para o corte de cana e a colheira de café em outras regiões do estado e onde muitos trabalhadores são aliciados com propostas de bom emprego e salário, mas que acabam presos a uma situação degradante.

No entanto, há cinco anos que não existe sequer um auditor fiscal do trabalho em Araçuaí. Contando hoje com apenas dois servidores administrativos de carreira e outros cedidos pela prefeitura do município, a repartição se limita ao atendimento ao público com a emissão de carteiras de trabalho, acertos entre patrões e empregados e liberação dos pedidos de seguro-emprego, entre outros serviços de ordem burocrática. A falta de fiscais é uma porta aberta para a ação dos aliciadores.

Diligência 

Toda vez que é apresentada uma denúncia de irregularidade trabalhista envolvendo a supressão das garantias e direitos e a exploração de trabalhadores na região, a gerência do Ministério do Trabalho de Araçuaí encaminha solicitação para a superintendência regional do ministério em Belo Horizonte, que tem de deslocar uma equipe de fiscalização de Teófilo Otoni (180 quilômetros de Araçuaí) ou de Governador Valadares (situada a 372 quilômetros da cidade do Jequitinhonha).

A gerência do Ministério do Trabalho de Montes Claros também sofre com a falta de pessoal para a fiscalização. A unidade conta hoje com 13 auditores fiscais para atuar em 88 municípios do Norte de Minas, região onde, historicamente, ocorrem denúncias de trabalhadores em más condições, sobretudo em carvoarias. (LR)

Fonte: Estado de Minas

sábado, 18 de maio de 2013

MINAS NOVAS: II JORNADA DE COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


Segunda jornada de Combate ao Abuso e Exploração sexual de crianças e adolescentes de Minas Novas. A passeata aconteceu hoje dia 17 de maio às 10 horas da manhã. E teve participação das Organizações Sociais e de todas as Escolas da Cidade de Minas Novas.

Foto: Eduardo Borges
As comissões que realizam este evento têm o apoio de diversas entidades do município tais como: Secretaria municipal de saúde, Prefeitura Municipal, Estagiarias do curso de serviço social, escolas estaduais e municipais, Policia Militar, delegacia, Ministério público, Câmara como também diversos patrocínios como os bancos e comércios locais para a realização desta segunda jornada de e Combate á Exploração sexual de crianças e adolescentes de Minas Novas.

O Comitê Nacional realiza e fortalece as ações de enfrentamento à problemática da violência sexual de crianças e adolescentes, por meio de campanhas nacionais e apoio às ações dos comitês estaduais/distrital e pontos focais pelo Brasil.

Foto: Bernardo Vieira/Blog do Jequi
Dentre as suas metas, está a promoção do dia 18 de maio - Dia Nacional de luta contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes – como referência de mobilização de massa. Assim, realiza a Campanha anual “Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes”.

A campanha tem como símbolo uma flor, acompanhada da frase “Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes”, lembrando do cuidado e da necessidade de defesa do direito de meninas e meninos crescerem de forma saudável e protegida.

O símbolo surgiu durante a mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes de 2009. Porém, o que era para ser apenas uma campanha se tornou o símbolo da causa, a partir de 2010.

Na campanha, a sociedade, o governo e empresas envolvidas com o tema são convidados a tomar parte do problema e assumir a sua responsabilidade diante do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes.

A escolha da data é uma lembrança a toda a sociedade brasileira sobre a menina seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio de muitos acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

Sua morte, contudo, ainda causa indignação e revolta. O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vem manter viva a memória nacional, reafirmando a responsabilidade da sociedade brasileira em garantir os direitos de todas as suas Aracelis.

De autoria da então deputada Rita Camata (PMDB/ES) - presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional - o projeto foi sancionado em maio de 2000 como Lei 9.970: “Institui o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil”.

Desde então, a sociedade civil em Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes promovem atividades em todo o país para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade da violência sexual.

Saiba mais sobre o dia 18 de maio e a campanha no site:

Fonte: Rádio Bom Sucesso

sexta-feira, 17 de maio de 2013

CARRO SAI DA PISTA E CAPOTA EM SANTA CRUZ DE SALINAS


Aconteceu nesta quinta-feira (16/05) por volta das 8:30 uma acidente no trecho da estrada Posto Santa Cruz  em Santa Cruz de Salinas. No mesmo local já haviam ocorridos outros 3 acidentes recentemente. A causa provavelmente seria pela areia com cimento esparramada em cima dos bloquetes pelo DER. 


São 12 km da estrada que liga o Posto Santa Cruz (BR-251) à cidade de Santa Cruz de Salinas. 
Na construção da rodovia, três trechos da estrada foram feitos com bloquetes, porém constantemente os mesmos vêm se desprendendo e estourando os pneus dos carros que por ali transitam. Sendo que sempre estão se soltando, abrindo lacunas na estrada e colocando em risco a vida dos viajantes.

Cobrança de melhoria

Desde o início deste ano estivemos por três vezes no escritório do DER em Salinas, solicitando solução para o problema. Aqui esteve um funcionário, fotografou tudo e nos informou que primeiro consertariam o trecho de Josenópolis, que estava nas mesmas condições.
Na ultima semana, o DER recolocou os bloquetes, e jogou uma mistura de areia e cimento no local. A informação é que aquela mistura é para rejuntar os bloquetes, com a passagem dos veículos. Mas o que acontece é que com aquela mistura espalhada lá, do jeito que está, ficou super perigoso transitar por aquela rodovia.

Fonte: Blog Notícias de Santa Cruz de Salinas

quinta-feira, 16 de maio de 2013

MULTIDÃO LOTA GINÁSIO EM ANGELÂNDIA DURANTE AUDIÊNCIA SOBRE SEGURANÇA


O evento foi uma iniciativa conjunta da Prefeitura Municipal com os comerciantes, e setores da agropecuária, indústria, igrejas e escolas e contou com ampla cobertura da imprensa regional e do Estado.
Mais de 2 mil pessoas compareceram ao evento para debater problemas da segurança no município. Foto: Adilio Gomes

Foi realizada na quarta-feira(15/05), na cidade de Angelândia, Alto Jequitinhonha,  audiência pública para debater questões sobre a segurança pública  no município.

Participaram do evento, mais de 2 mil pessoas e principais autoridades do poder público representando pelo prefeito Thiago Pimenta e da presidente da Câmara municipal Giusa D’Leutério, da segurança pública representado pela Delegada da Polícia Civil , e do judiciário representado pelo promotor de Justiça Cristiano e dos Juízes Leonardo Cohen Prado e Fernando Lamego Sleumer, além de repórteres de diversos veículos de comunicação.

A audiência foi motivada pelos  recentes episódios de violência, roubos e vandalismos que vem acontecendo na cidade nos últimos meses, deixando  preocupada a população com  o aumento da onda de crimes

O evento foi uma iniciativa conjunta da Prefeitura Municipal com os comerciantes, e setores da agropecuária,, indústria, igrejas e escolas.

Moradores e comerciantes afixaram várias faixas   na cidade e na quadra poliesportiva onde aconteceu o evento. As mensagens cobravam solução das autoridades civis e militares para o problema.

Em seu pronunciamento, o prefeito municipal Thiago Pimenta, mostrou sua preocupação com o crescimento da criminalidade e cobrou das autoridades uma intervenção  em favor dos cidadãos de bem da cidade de Angelândia. Ele disse também  que é preocupante a situação do efetivo policial no município que conta apenas com 5 policiais sendo que 4 deles estão de licença médica, restando apenas 1 policial para realizar as operações.

"Esta reunião é para mostrar que nós queremos mudança, que Angelândia merece ter mudança, que só irá acontecer principalmente se as autoridades aqui presentes se mobilizarem para que isso aconteça". – salientou o prefeito.

 O professor Narcélio Fernandes elaborou uma carta de desabafo, que foi lida e emocionou o público presente, pois contextualizava todo o anseio da sociedade em dizer como estavam se sentindo diante de toda esta situação.
O Major da Policia Militar,  Anderson Aguilar, mostrou-se surpreendido com  tamanha mobilização da sociedade angelândense, e se colocou a disposição para esclarecimentos. Disse  também que reconhece o estado do quadro de efetivo da polícia que não é suficiente, e que pela lei a quantidade correta seria 8 policiais e não  apenas 5.

 “Não temos condições de enviar ninguém de imediato para a cidade, isso prevê uma logística, não posso pegar um policial com família, filhos na escola e determinar pra ele a partir de amanhã deverá trabalhar em outra cidade” – disse o Major.

O promotor de Justiça o Dr. Cristiano , sugeriu  ao major, que devida as circunstancias em que a cidade de Angelândia passa com seu quadro de policiais reduzido, onde apenas 1 policial está no cumprimento da função, já que eventualmente os outros 4 policiais estão de licença médica, que o policial  destacasse provisoriamente o efetivo policial em substituição aos de licença.

O Major da Polícia Militar se comprometeu em disponibilizar uma viatura com destacamento policial de Capelinha, durante este período crítico para a cidade de Angelândia durante o dia e outra viatura para o turno da noite, como medida paliativa, e prometeu  efetivar mais 1 policial para o quadro de efetivos de Angelândia, passando assim de 5 para 6 policiais no destacamento.

O juiz de Direito Fernando Lamego Sleumer, cobrou das autoridades presentes o empenho na solução dos problemas apresentados  e pediu cooperação da população , denunciando pelos telefones da polícia civil, que pode ser feito anonimamente, trabalhando em rede, um ajudando o próximo nesta missão de assegurar a paz no meio em que vivemos.

Fonte: Ascom/Prefeitura de Angelândia

JUIZ SUSPENDE JÚRI DE ACUSADOS DE CHACINA DE SEM TERRA EM FELISBURGO (MG)

Marcado para ter início nesta quarta-fera (15), a Justiça de Minas Gerais decidiu suspender o julgamento de dois acusados pela chacina de Felisburgo (737 km de Belo Horizonte) --que deixou cinco sem terra mortos, em 2004-- para tentar reunir todos os cinco processos do caso e 18 acusados num só julgamento. A decisão foi tomada nesta terça-feira (14), pelo juiz Glauco Eduardo Soares Fernandes.

Segunda-feira (13), pelo fato de que 60 testemunhas do caso seriam ouvidas em Jequitinhonha (690 km de Belo Horizonte), enquanto o julgamento seria iniciado na capital mineira, a defesa do principal réu do julgamento, acusado de ser o mandante, o fazendeiro Adriano Chafik Luedy, réu confesso, entrou com pedido para que as testemunhas fossem ouvidas em Belo Horizonte.
O Ministério Público concordou com o pedido da defesa e, com ela, o magistrado optou por abrir vistas novamente, desta vez também para a defesa, para que as duas partes se manifestem pela intenção de reunir os cinco processos e 18 réus do caso num só julgamento.
O primeiro júri, marcado para 17 de janeiro, foi adiado porque o juiz de Jequitinhonha, onde inicialmente ocorreria o julgamento, ter enviado o processo para Belo Horizonte antes que a defesa dos réus indicasse testemunhas a serem ouvidas na ocasião. As 60 testemunhas, porém, começaram a ser ouvidas na cidade.
A sangue frio, numa manhã de sábado

O crime aconteceu em 2004, em Felisburgo, Vale do Jequitinhonha, região mais pobre de Minas Gerais. O fazendeiro e outros 17 homens são acusados pelo crime que deixou cinco mortos e 15 feridos e que foi transferido para Belo Horizonte por questão de segurança.
Apesar disso, as testemunhas não são obrigadas legalmente a se deslocar para a capital para prestar depoimento, conforme alegou a defesa dos acusados dos assassinatos.
Adriano Chafik Luedy vai a júri pela acusação de comandar ataque ao acampamento Terra Prometida, do MST, na Fazenda Nova Alegria, em Felisburgo, na manhã de 20 de novembro de 2004, um sábado.
Na ocasião, foram assassinados cinco trabalhadores rurais. Iraguiar Ferreira da Silva, 23, Miguel Jorge dos Santos, 56, Francisco Nascimento Rocha, 72, Juvenal Jorge da Silva, 65, e Joaquim José dos Santos, 48, além de duas dezenas de pessoas feridas, inclusive crianças.
Fonte: Uol

quarta-feira, 15 de maio de 2013

14ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha na UFMG teve 77 artesãos participantes

Feira envolveu 45 associações de 24 municípios do Vale.

A UFMG Campus Pampulha sediou de 6 a 11 de maio a 14ª Feira do Artesanato do Vale do Jequitinhonha. O evento reuniu 77 artesãos, de 45 associações, oriundas de 24 municípios do Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais. A coordenadora do evento, Terezinha Furiatti avaliou positivamente a Feira: "O retorno que tivemos dos artesãos é de que a Feira foi muito boa e de que eles venderam bem. O retorno que tivemos do público, é de que este ano a Feira estava mais bonita, os trabalhos estavam com uma qualidade melhor e mais criativos. E a experiência da troca dos artesãos com os alunos de graduação das Escolas de Belas Artes e de Teatro, nas oficinas, também foi extremamente positiva." 


A Feira é uma realização do Programa Saberes Plurais em Conexão, vinculado ao Programa de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG. O Programa possui dois eixos de atuação, os projetos Artesanato Cooperativo e Cartografias Culturais Transmidiáticas. O Saberes Plurais é responsável pela produção dos DVDs sobre os mestres artesãos do Vale do Jequitinhonha e pelo Museu Virtual, apresentados durante a Feira.

Para ver a cobertura completa da Feira visite o site do polo.


Dois mestres artesãos do Vale do Jequitinhonha foram homenageados durante a Feira: Lira Marques, de Araçuaí, ceramista conhecida por suas máscaras de barro e por suas pesquisas sobre etnias, e Antônio Luiz de Matos, de Minas Novas, tamborzeiro.

Lira agradeceu muito a homenagem e se disse honrada ao ser chamada de Mestra. “Quando recebi a carta e vi que estavam me chamando de Mestra e me convidando para esta homenagem eu ri demais, mas era de alegria mesmo, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido pra mim”, afirmou a ceramista durante a homenagem. Já Antônio de Bastião, como é conhecido, fez questão de agradecer o esforço dos idealizadores da Feira: “Parabéns a esse povo que foi lá pros lados de Minas Novas me buscá pra tá aqui”.

Oficinas com os mestres artesãos


Os mestres artesãos ministraram algumas oficinas durante a Feira para alunos das Escolas de Belas Artes e de Teatro da UFMG, possibilitando, assim, a troca de conhecimento entre os mestres e a comunidade acadêmica. O mestre Antônio ministrou oficina de fabricação de tambores e falou sobre sua história e sobre a realidade do Vale para os alunos. A mestra Lira ensinou sobre cerâmica e compartilhou muitas das cantigas e danças do Vale que ela recolheu e categorizou em pesquisas junto ao Frei Chico, padre de origem holandesa que reside no Brasil desde 1967, e desenvolve trabalho no Vale.


Uma das apresentações culturais da Feira foi a Banda de Taquara de Santiago-Quilombo, formada por moradores de comunidades dos municípios de Minas Novas e Angelândia, no Vale do Jequitinhonha. O grupo existe há muitas décadas e sempre toca em festas tradicionais da região. A plateia pode conferir músicas instrumentais executadas com tambores, canudos (espécie de flauta), sanfona, entre outros instrumentos. A banda é uma das grandes representações da cultura popular da região do Jequitinhonha.




As cantigas e as rodas de dança mais tradicionais do Vale do Jequitinhonha foram apresentadas pelo Coral Trovadores do Vale, que se apresentou sob a direção do fundador do grupo, frei Francisco Van Der Poel, conhecido como Frei Chico. Segundo ele, o coral “canta o domínio público de sua própria região”. Os Trovadores do Vale surgiram em 1970, no município de Araçuaí, nordeste de Minas, com a proposta de valorizar o cotidiano, os costumes e as riquezas da cultura popular do Vale. O repertório do grupo inclui músicas religiosas, como cantos de excelência, penitência, louvor de anjos e benditos e danças de roda. As músicas são acompanhadas por sanfona, rabeca, viola, tamborzão, roncador, pirraça, pandeiro e caixa, além de sapateado de pés descalços.



O grupo Do canto ao (en)canto, formado por cinco artistas que também são professores e pesquisadores, foi um dos destaques da Feira. Durante a apresentação, foram contadas duas histórias, acompanhadas pelo som produzido por meio de instrumentos não tão usuais: garrafas, latas, canos, entre outros. O grupo fez a plateia dançar “Periquito Maracanã” e convidou os mestres homenageados Lira Marques e Antônio de Bastião, cantora e tamborzeiro, respectivamente, para apresentar a música “Peneirei fubá”, uma das canções mais conhecidas do Vale do Jequitinhonha.



A Folia de Reis de Turmalina trouxe para a Feira de Artesanato prosa, versos e orações ao misturar, misturando fé e cultura ao relembrar a caminhada dos três reis magos em visita ao menino Jesus, na gruta de Belém. A tradição da Folia de Reis acontece todos os anos entre os dias 24 de dezembro e 6 de janeiro.



Uma das atrações da Feira foi o estande com as fotografias da exposição Vale: vida, de Lori Figueró. O artista, nascido em Diamantina, retrata em suas imagens o cotidiano e as tradições do povo do Vale do Jequitinhonha por meio de fotografias de rezadores, parteiras e grupos culturais. Esta é uma forma de valorizar e resgatar a memória da cultura local. Além deste trabalho, Figueró também produz vídeos documentários na região do Médio Jequitinhonha e faz parte da organização da ONG Centro de Cultura Memorial do Vale.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação, Cultura e Meio Ambiente da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG

VALE DO JEQUITINHONHA SERÁ PALCO MAIS UMA VEZ DO JEQUISABOR


O Vale do Jequitinhonha será palco mais uma vez do JEQUISABOR – Festival Gastronômico e Cultural. Idealizado por Ereni Pimenta, o JEQUISABOR tem a finalidade de desenvolver o turismo gastronômico cultural sustentável, através da educação e cultura da hospitalidade. Com a proposta de resgatar temperos e sabores típicos da culinária de raiz, além de estimular a preservação e valorização da cultura regional.


O JEQUISABOR já é consagrado nas cidades de Turmalina, Capelinha, Itamarandiba e Minas Novas. A riqueza cultural do Vale do Jequitinhonha, somado ao espírito festeiro de sua gente, faz do evento um sucesso, despertando o interesse nas cidades da região em sediar o JEQUISABOR.

O JEQUISABOR será realizado do dia 27 de Junho ao dia 13 de Julho de 2013.

Via Blog Regiscap1, de Capelinha-MG

SONS NO VALE ENCERRA PROGRAMAÇÃO EM DIAMANTINA


Após promover oficinas, apresentações e sessões de cinema que ressaltam a cultura do Jequitinhonha, projeto encerra sua 1ª edição na cidade histórica.

Promover a união entre as diversas manifestações culturais e talentos do Vale do Jequitinhonha. É com essa proposta que o Sons no Vale caminha para seu encerramento. Após percorrer 22 cidades da região, entre os dias 22 e 26 de maio, o projeto chega à Diamantina, terra de grandes ícones da história de Minas e do Vale, levando oficinas, além de apresentação musical, com artistas da região.


Segundo o idealizador do projeto, Inácio Neves, o encerramento será um momento de comunhão entre os realizadores da cultura local. “O que faremos agora é a reunião daquilo que encontramos ao longo desses meses de trabalho. O Vale do Jequitinhonha é uma região muito rica, em que a cultura está intrinsecamente ligada à vida do seu povo. Então, juntaremos esses artistas que são a identidade do lugar, em um grande encontro musical, na cidade que é referência do Vale”.

Em 21 cidades que já receberam o projeto, mais de 1.150 pessoas participaram das oficinas realizadas. As apresentações musicais reuniram, aproximadamente, 6.700 pessoas e o cinema 7.800.
O Sons no Vale continua sendo feito pelos próprios moradores do Jequitinhonha. O projeto oferece a eles Oficinas de Sonorização e Iluminação para shows e eventos, além da Oficina de Musicalização. Ao final, são os alunos das oficinas que propõem a apresentação e operam os equipamentos, junto a profissionais das áreas.

Para completar a programação, no domingo haverá sessão de cinema, na praça. A programação inclui a animação “Rio”, de Carlos Saldanha, e o curta “Caçadores de Saci”, de Sofia Federico. Ainda será exibido um documentário produzido pela equipe do projeto sobre Diamantina, ressaltando os acontecimentos, as pessoas e a história da cidade.

E o que o projeto deixa para o Jequitinhonha

Mais do que promover uma movimentação cultural de uma semana nas cidades por onde passa, o objetivo do Sons no Vale é dar destaque às manifestações e artistas que já se encontram na região, trazendo reconhecimento a trabalhos que valorizam a sociedade.
Alguns reflexos da passagem do projeto por essas cidades já podem ser sentidos, antes mesmo do seu encerramento. Como é o caso da Corporação Musical de Itamarandiba. De acordo com seu diretor, Dhenerson Carneiro, na semana seguinte ao projeto na cidade, houve aumento na procura por vagas na corporação. “Em três dias foram 20 pessoas inscritas. Devo ressaltar que isso só foi possível graças à aquecida que o Sons no Vale deu na cultura da cidade, foi realmente maravilhoso para todos”, ressalta.

A aquecida também serviu de estímulo para que Douglas Gomes, de Aricanduva, decidisse embarcar de vez na música. “Quando fui à apresentação de Capelinha reencontrei o músico Marcelo e, quando estávamos tocando a nossa música, o dono do estúdio da cidade nos ouviu e nos perguntou se queríamos fazer uma gravação. Isso impulsionou nosso trabalho”, diz Douglas. Ele, que é deficiente visual, usa a música como instrumento de manifestação de igualdade: “Para muita gente, os deficientes visuais são menos que as pessoas normais. E o que a música diz é que somos tão normais quanto as outras pessoas”.

O Sons no Vale é uma iniciativa do Ministério da Cultura e Fundação Vale, com patrocínio da Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, em parceria com a Estação Conhecimento. O projeto é apoiado pelo Idene (Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais) e realizado por Confluência – Ações para a Cidadania e Cinear Produções e Exibições.

Mais informações: www.sonsnovale.com.br

terça-feira, 14 de maio de 2013

TJMG ABRE CONCURSO PARA OFICIAL DE JUSTIÇA. SALÁRIO SERÁ DE R$2.162,30


Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJ-MG) abre em julho inscrições do concurso para 98 vagas de Oficial Judiciário. Cargo de nível médio tem salário de R$ 2.162,60.

Edital, clique aqui

Grande oportunidade de emprego público para candidatos de ensino médio em Minas Gerais. Tribunal de Justiça do Estado (TJ-MG) divulgou edital com normas do concurso público que objetiva preencher 98 vagas e formar cadastro de reserva em cargo de Oficial Judiciário na especialidade de Oficial de Justiça Avaliador.

Função exige conclusão de curso de nível médio e tem salário mensal de R$ 2.162,60. Das vagas previstas, 10% serão reservadas às pessoas com deficiência.

Inscrições

As inscrições poderão ser feitas pela internet, através do endereço eletrônico da empresa que coordenará o certame: www.makiyama.com.br/tjmg no período de 15 de julho a 15 de agosto de 2013. A taxa de participação está fixada em R$ 50,00.

Avaliação

A prova objetiva está prevista para o dia 15 de setembro de 2013, e ocorrerá nos municípios de Belo Horizonte, Diamantina, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Uberlândia e Varginha, em locais e horários a serem informados pelo site www.makiyama.com.br/tjmg, posteriormente.

O gabarito oficial da prova será publicado no Diário Eletrônico de Minas Gerais e no site citado acima após a realização da prova.

Validade do concurso será de dois anos, prorrogável uma vez por igual período, a critério do TJMG.

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