quinta-feira, 10 de maio de 2012

CINCO PESSOAS MORREM EM ACIDENTE NA BR-116, EM MEDINA, VALE DO JEQUITINHONHA

Carro e ônibus bateram de frente. Outros três veículos também se envolveram no acidente.

Cinco homens morreram após um acidente entre um ônibus e um carro na BR-116, em Medina, no Vale do Jequitinhonha, nesta quarta-feira (9). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos bateram de frente e todos os ocupantes do carro morreram no local. Nenhum passageiro do ônibus se feriu.

Ainda de acordo com informações da corporação, outros três veículos se envolveram no acidente, porém, não houve vítimas. A PRF informou que a placa do carro era de Americana, em São Paulo. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Itaobim-MG, no Vale do Jequitinhonha.

Do G1 MG

quarta-feira, 9 de maio de 2012

DIAMANTINENSE SE JOGA DE PONTE EM BRIDGEPORT (EUA) EM APARENTE SUICÍDIO


Perícia ainda não foi concluída. Corpo foi cremado a pedido da família, em Bridgeport, CT.


A morte de um brasileiro residente de Bridgeport, CT, no último dia 2, ainda está envolta em dúvidas e questionamento. Geraldo Lopes Libório, 28, morreu ao se jogar de uma ponte da I-95 sendo atropelado por três veículos que passavam no momento.

O corpo de Geraldo Libório é coberto com um pano

 branco ainda na I-95, onde ele teria se jogado de 

uma ponte e ser atropelado por três carros.

Mineiro de Diamantina, Geraldo morava há 1 ano nos Estados Unidos. Em entrevista ao Comunidade News por telefone, Vanderleia Libório, irmã de Geraldo, disse que ninguém ainda sabe de fato o que aconteceu pois, o laudo da perícia ainda não ficou pronto. Ela diz que toda a família ainda está em estado de choque, principalmente a mãe, de 67 anos, que parece não acreditar na morte do filho. 

“Hoje, dia 7, o corpo foi cremado a pedido da minha mãe. Para ela, receber o corpo em um caixão, que nem mesmo pode ser aberto devido ao estado que ele ficou, seria muito mais doloroso”, disse completando que desta forma a família prefere ficar com a imagem dele ainda vivo.
Vanderléia também disse que a missa de sétimo dia foi realizada nesta terça-feira em Diamantina. “É um momento muito triste para todos nós. Ninguém acredita no que está acontecendo”.

Apesar de não ter sido confirmado, há indícios de que ele teria se jogado propositadamente da porte. Relatos na cidade davam conta de que a namorada teria rompido com ele e por isso Geraldo teria cometido suicídio. Os familiares dizem que ele nunca sofreu com problemas de depressão e que o namoro que tinha começou depois que ele chegou aos Estados Unidos. Vanderléia não acredita que o namoro teria sido motivo para um suposto suicídio. 

Os familiares estão contando com a ajuda de amigos que moram em Bridgeport para tomar as providências necessárias e mantê-los informados. “Sabemos muito pouco do que aconteceu, apenas o que lemos nos jornais. As pessoas aqui estão perguntando, mas não temos muito o que falar”, disse Vanderléia.

Segundo outro irmão de Geraldo, Roni, que também mora em Diamantina, ele resolveu vir para os Estados Unidos para juntar dinheiro, já que trabalhava como servente de pedreiro no Brasil e ganhava muito pouco. Os planos dele, ainda conforme o irmão, eram de regressar ao Brasil no final deste ano. Dos seis irmãos, apenas Geraldo resolveu arriscar a vida nos EUA. 

“Ele sempre ligava para nós, principalmente para meu irmão”, disse Roni acrescentado que ele falava que estava gostando de morar nos EUA. 

Segundo a polícia, Geraldo teria parado o carro na rota 8, que passa sobre a I-95 na noite de quarta-feira por volta das 8 horas da noite. Ele teria se jogado e caído na pista da esquerda e foi atropelado por três carros. 

A polícia teve que fechar a pista por três horas para o trabalho de remoção do corpo e periciar o local.

EM MINAS GERAIS, OS SINOS AINDA "CONVERSAM"


Por quem dobram os sinos de Minas? Pela tradição, pela história – e pela comunicação. Em muitas cidades coloniais, esses instrumentos de bronze continuam como agentes de informação, chamando para festas, convocando fiéis para missas e com o poder até de alertar para calamidades.

Em São João Del-Rei, no Campo das Vertentes, a atividade passa de pai para filhos e de tios para sobrinhos, mostrando que ritmo, técnica e bom ouvido são imprescindíveis para fazer o repique chegar à população sempre pela beleza, jamais pelo incômodo. Na mesma cidade, um sineiro atende encomendas de todo o país e uma peça já foi enviada para Miami, nos Estados Unidos.

Também Uberaba emite bons sons, e uma empresa de fundição exportou para o Vaticano.  E como fazer essa história se tornar cada vez mais viva? A professora aposentada de Mariana Hebe Rôla, autora de um livro infantil sobre o tema, visita escolas e conta à criançada sobre a importância de se preservar a linguagem dos sinos.

Já para quem acha que se trata de um objeto sem serventia, obsoleto, vale o alerta: os ladrões estão de olho neles. No ano passado, um sino, pesando 120kg, foi arrancado da centenária Capela de Santo Antônio do Monte, no distrito de Engenheiro Nogueira, em Ouro Preto. A polícia e o Ministério Público estadual (MPE) investigam o sumiço. Portanto, enquanto os sinos dobram nas igrejas, as autoridades devem “redobrar” os cuidados para mantê-los aos olhos e ouvidos da população. Em perfeito estado.

São João Del-Rei – Uma escada de pedra com 77 degraus e outra de ferro, com onze, conduzem à torre da Catedral de Nossa Senhora do Pilar e a uma das mais belas e antigas tradições de Minas. Nesse ponto de onde se avistam outras igrejas e parte de São João Del-Rei, no Campo das Vertentes, reluzem os sinos que chamam os católicos para missas e procissões, dão notícias a todos sobre mortes e enterros e podem até informar sobre chuvas e incêndios. Enfim, um sistema de comunicação velho como o tempo e em plena atividade nesse mundo tão tecnológico.

O acesso estreito e em curvas que conduz ao campanário da catedral não assusta os jovens Vinícius Adriano Faria Silva e Lucas Henrique dos Santos Bispo, ambos de 16 anos, acostumados, desde a infância, a passar sebo nas canelas e atingir a corda e o instrumento em questão de segundos. Com experiência e destreza, a dupla põe os sinos em movimento – desta vez, na noite de segunda-feira, para convocar os integrantes da Irmandade das Almas para a missa.

Piercing brilhante no nariz, cabelo discretamente cortado à la Neymar e quase sempre com a camisa do Flamengo, time do coração, Vinícius faz parte de uma família de sacristãos e sineiros que demonstram completa intimidade com os templos barrocos de São João Del-Rei, chamada, muito apropriadamente, de cidade dos sinos, por manter a tradição dos dobros, repiques e badaladas, sem interferências, desde o período colonial. “Não é preciso força, mas jeito”, explica o adolescente sobre o ofício que aprendeu aos quatro anos com o tio Rodrigo. “Meu pai Fábio, sineiro da catedral, não gostava que eu subisse na torre, pois tinha medo que eu caísse de lá. Agora, são as meninas que ficam preocupadas…”, brinca o jovem sobre o charme e mistério que a atividade desperta. Hoje, a cidade assiste, no Largo do Rosário, às 19h30, à Sinfonia dos sinos, um espetáculo com orquestra de músicos locais, com repeteco em 23 de junho e 4 de agosto. O nome do concerto é para homenagear São João del-Rei.

Quem vê os jovens movimentando os sinos pode até pensar que são dois malabaristas, pois, às vezes, para fazer o sino dobrar, chegam a ficar encurvados, com os pés na parede. Aos olhos de quem acompanha a cena, dá um certo medo de que eles se projetem no espaço, mas é tudo ilusão de ótica – são cobras criadas. “Perigoso mesmo é o sino voltar e bater na nossa cabeça. No início, isso ocorria, agora não. A torre libera o estresse, dá muita adrenalina”, diz o rapaz. Já no campanário da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o tio Rodrigo Leandro da Silva, de 41, demonstra total satisfação em ser um “sineiro com carteira assinada”, atividade iniciada aos 21.

Senhora é morta! Na família Silva, de seis filhos, só um fugiu à regra e não trilhou os caminhos das torre das igrejas, mas alguns sobrinhos seguem os passos. No campanário do Rosário, enquanto “comunica” a chegada do enterro de uma mulher da irmandade, Rodrigo conta sobre a mecânica com a qual lida diariamente. “Os sinos pequenos fazem a marcação dos repiques, o médio faz a pergunta e o grande responde. Os três fazem um diálogo entre si.” A convite do Estado de Minas, numa noite fria e chuvosa, parte da família Silva se reuniu na torre da catedral para uma pequena demonstração dessa arte milenar.

Giovanni Tirado Santos Silva, de 29, o Vaninho, auxiliar de escritório, é também sacristão da Capela de Santo Antônio e traz o gosto herdado do pai, José Giovani, e dos tios. “Sinto muito orgulho.” Ao lado, José Giovani, sacristão da Igreja das Mercês, lembra que “sino não tem nota musical” e que para ser um bom sineiro é preciso, basicamente, ritmo e ouvido. Os irmãos destacam que todo sino deve ser batizado e abençoado antes do uso, ganhando, assim, um nome.

Os irmãos Rodrigo, Alessandro, José Giovani, Fábio e Luiz Eduardo, que já foi sineiro, são bem afinados na missão. Alessandro William da Silva, de 37, sacristão da catedral, afirma que técnica é outro componente fundamental. Ele considera o toque mais bonito o da Festa da Boa Morte – Trânsito e Assunção de Nossa Senhora, em 14 de agosto. No último dia de novena, véspera da festa, os sinos repicam, de hora em hora, “Senhora é morta!”, somente na torre esquerda da catedral, em quatro sinos. O repique é realizado até o Glória da Missa da Assunção de Nossa Senhora, no dia 15. Será o mundo dos sineiros masculino? A resposta bate na tecla da “força”, mas uma lenda antiga ainda fala grosso. Dizem os antigos que se o cabelo da mulher batesse no sino ele trincava.

Ao ouvir os sons vindos da torre, os visitantes se encantam. O casal de arquitetos Rinaldo Reis e Suzana Mota, de São Paulo (SP), falou a Laura, de 11, e Vitória, de 5, sobre a importância desse tesouro de Minas, já reconhecido como Patrimônio Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Eles estão para o século 18 e 19 como o telefone celular está para o nosso tempo”, comparou Suzana.

Dias de matraca. Em São João del-Rei, há 27 modalidades diferentes de toques, incluindo avisos de missas, chamada de irmãos, Natal e outros. A cidade resguardou o toque canônico, determinado pelo sínodo ocorrido na Bahia, em 1720 – ano das Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia –, mas também incorporou, com o tempo, alguns motivos leigos, que partiram dos escravos. “Os sinos só se calam no período de quinta-feira santa após a missa das 18h até o glória da vigília pascal no sábado à tarde. Nesses dias, só matraca”, explica o secretário da Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte, músico e estudioso do tema, Aluízio José Viegas, de 72 anos. “E em alguns dias, como a festa da padroeira, em 12 de outubro, domingo de Ramos, Natal e Ascensão, não se toca o dobre fúnebre.”

São João del-Rei, entre as cidades brasileiras e coloniais mineiras, foi a que mais conservou antigas tradições, e Viegas cita como principais as solenidades religiosas, litúrgicas e paralitúrgicas, música sacra em sua prática de coro e orquestra e toques de sinos, em suas múltiplas modalidades rítmicas. Ele lembra que no passado quase todas as cidades do país tinham no toque dos sinos o seu meio de comunicado mais usado. “As igrejas e capelas podiam prescindir de alfaias ricas e prataria, mas nunca dos sinos, mesmo que pequeno e apenas um. Eram o elo do clero com os fieis leigos e suas vozes de bronze congregavam, com facilidade, toda a comunidade”, afirma.

Peças - Em Minas, segundo as autoridades eclesiásticas e do patrimônio, não se sabe o número exato de sinos: seria como contar as estrelas do céu, tal a infinidade de campanários, ermidas de fazendas, capelinhas de povoados e outros monumentos. Mas é possível saber como se dá o nascimento das peças de bronze. Na sua oficina, no Bairro Colônia do Marçal, José Edivaldo Ribeiro da Silva, de 57 anos, pai de cinco filhos, recria, na prática, a beleza da forma, a qualidade do som e a magia que envolve o repicar dos sinos. E tem prazer em trabalhar num esquema totalmente artesanal. Funde, no cadinho, as ligas de cobre e estanho, para obter o bronze, molda a peça numa caixa enterrada no chão, retira as rebarbas e faz os arremates com a suas ferramentas. O filho Cleiton, de 35, já é craque no assunto e auxilia o pai no cotidiano.

Natural do Tocantins, Edivaldo chegou a Minas aos seis anos, passando a residir em São João del-Rei em 1974. Técnico em metalúrgica, começou a fabricar sinos como quem encara um desafio, e hoje faz peças que pesam de 1kg a 600kg. O sineiro conta que aprendeu a trabalhar admirando as torres das igrejas antigas. “Compreendi que um som puro é determinado pela liga e pela espessura do sino. Os existentes em São João del-Rei são mesmo diferentes, devido ao material usado nos séculos 18 e 19. Para o som ficar mais agudo, é preciso elevar a quantidade de estanho; e para torná-lo grave, deve-se baixá-lo”, ensina.

A construção do sino é processo longo e demorado, está bem próxima de uma “gestação”. Na primeira etapa, Edivaldo faz a liga de cobre e estanho, para formar o bronze. Num cadinho, derrete o cobre e depois adiciona o estanho também derretido e espera uma semana para que o resultado fique perfeito. Na etapa seguinte, é preciso colocar o molde (de alumínio) dentro de uma caixa, que fica enterrada. A partir da chamada liga-mãe, feita na fase anterior, Edivado faz nova fundição, juntando níquel. Chega a hora de fazer o “vazamento”, despejando o bronze para dar forma ao sino.

Depois de alguns dias enterrado, o sino se encontra em estado bruto, pronto para ser lapidado e receber o acabamento. Com cuidado, Edivaldo leva a peça para a oficina. Nesse local, ele passa a lixadeira para tirar os excessos e dar polimento.

Os tempos modernos não aposentaram os instrumentos de bronze. Na terra do zebu, Uberaba, a 472 quilômetros de Belo Horizonte, a Fundição Artística de Sinos (Fasu) da cidade tem 30 anos de experiência e trabalha sob encomenda, tendo como maiores fregueses padres, donos de fazendas, prefeituras e outros. O encantamento pelas peças vem da fé e do gosto pela arte, diz José William da Silva, filho do proprietário, José Donizetti da Silva, que iniciou as atividades em São Paulo. A empresa tem um tipo de sino com música, que, conforme José William, não tem a ver com equipamentos eletrônicos. “O som sai do próprio sino, por um sistema em que o martelo é acionado de forma eletromecânica”.

Sensibilidade – Um friozinho gostoso já domina as manhãs da primeira vila, cidade e diocese de Minas. No outono de céu azul, a luz solar realça ainda mais as belas construções coloniais de Mariana, entre elas a Câmara, as igrejas de São Francisco e Nossa Senhora do Carmo e a Catedral da Sé, no Centro Histórico. Perto dali, na Rua Dom Silvério, conhecida como “dos Artistas”, fica o casarão onde mora a professora emérita da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) Hebe Rôla. Na quarta-feira, com seu charme habitual – chapéu combinando com a bolsa e o casaco beges –, ela saiu cedo para fazer o que mais gosta: falar aos estudantes. Dessa vez, o assunto era um dos preferidos: a linguagem dos sinos, que estuda desde a década de 1980 e ao qual dedicou um livro para a criançada: Bem-te-sino.
A obra fala de um bem-te-vi que queria ser um sino de Mariana, cidade que também conserva esse velho sistema de comunicação entre a Igreja e a população. E, para encantar ainda mais os estudantes, a professora carrega, para as suas palestras, todos os personagens do livro – em forma de brinquedos. Na Escola Estadual Dom Benevides (de tempo integral), as turmas do 1º ao 5º ano ficam de olhos grudados e ouvidos atentos para não perder uma explicação sequer da professora. Para começar, ela convocou, especialmente, os integrantes da centenária Sociedade Musical União XV de Novembro, que tocam um trecho de Os sinos de minha terra, do compositor marianense Aníbal Walter.

Bronze - Na antiga Vila Rica, uma curiosidade chama logo a atenção de quem sobe à torre da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, no Centro Histórico. Os sinos do século 19 trazem inscrições em latim, gravadas na bacia, apontando a sua função –“É uma particularidade”, diz o diretor do Museu de Arte Sacra, Carlos José Aparecido de Oliveira, o Caju. Na torre, ele mostra o sino da Irmandade de Santo Antônio, onde se lê: Fugo flumina. Festa decoro. Laudo Deum verum. Defunetus ploro. Congrego clerum. Populum voco, que se traduz por “Anuncio incêndios, espanto tempestade e intempéries. Alegro e decoro as festas. Louvo o Deus verdadeiro. Choro os que morrem e falecidos. Congrego e reúno o clero. Chamo e convoco o povo para as preces”.

Caju conta que os três sinos do campanário do Pilar estão rachados, “tocando ainda por teimosia”. Na igreja de Nossa Senhora do Carmo, perto da Praça Tiradentes, no Centro Histórico, está o maior sino de Minas, e que, como todos os demais, tem nome de batismo: Elias, diz o sacristão Jovelino Teodoro da Silva, de 70, que já tocou muitas vezes esse monumento de Ouro Preto. Elias pesa 1,5 tonelada. A palavra sino vem de “signo” que quer dizer sinal. Ao longo dos tempos, representa uma comunicação do homem com Deus”, explica o pesquisador cultural Chiquinho de Assis, autor da dissertação de mestrado Postes, pernas e panelas – Relato etnográfico da prática sineira em Ouro Preto, defendida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Chiquinho de Assis conta que a linguagem dos sinos está presente também em cidades como Congonhas, Catas Altas, Serro e Diamantina. Nessa última, revela, há uma característica: “Os sinos não se movimentam, permanecem o tempo todo parados, mesmo durante os dobres”.

Por Gustavo Werneck, do Estado de Minas

terça-feira, 8 de maio de 2012

BANCO TRAVESSIA CHEGA A MAIS 30 MUNICÍPIOS MINEIROS


A partir desta terça-feira (8), mais 30 agências do Banco Travessia serão inauguradas pelo Governo de Minas em várias regiões do Estado. A expectativa é que famílias de quase 22 mil domicílios sejam beneficiadas. O projeto faz parte do novo escopo do Programa Travessia, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

As primeiras inaugurações serão nas cidades de Natalândia (08/05, às 17h, Avenida Unaí, S/N, Centro) e Santa Fé de Minas (11/05, às 18h, Avenida Belo Horizonte, S/N, Centro). A previsão é que até o final de junho todas as unidades estejam prontas para atender a população dos 30 municípios. Veja abaixo mais cidades beneficiadas.

Com a iniciativa, o Banco Travessia passa a atender 40 cidades, já que outras unidades estão em funcionamento em 10 municípios (Sabará, Confins, Capim Branco, Presidente Kubitschek, Arinos, Matutina, Juiz de Fora, Ninheira, Santo Antônio do Jacinto e Itinga).

Lançado pelo Governo de Minas, em setembro de 2011, o Banco Travessia visa incentivar o retorno das pessoas aos estudos e, consequentemente, aumentar as chances de inserção no mercado de trabalho.

Para conhecer a real demanda das famílias por escolaridade, o projeto utiliza o diagnóstico do Porta a Porta, também coordenado pela Sedese. Cada morador dessas cidades inserido no programa e que retomar os estudos vai abrir uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passar de ano, garante mais dinheiro no banco.

Cada ação da família que garanta qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também será transformada em mais dinheiro na poupança. A permanência no programa pode ser de dois ou três anos, e uma família pode receber, no máximo, R$ 5 mil.

Próximas inaugurações
Lagoa dos Patos (15/05), São João do Pacuí e Campo Azul (17/05), Joaquim Felício (22/05), Santo Antônio do Itambé e Serranópolis de Minas (24/05), Josenópolis e Alvorada de Minas (25/05), Santo Hipólito e Ponto Chique (29/05), Presidente Juscelino (31/05), Dom Joaquim e Quartel Geral (01/06).


Previstas até junho

Campanário, Carvalhos, Consolação, Diogo de Vasconcelos, Fernandes Tourinho, Frei Lagonegro, Ibituruna, Marilac, Nacip Raydan, Oratórios, Passabém, Pescador, São Geraldo da Piedade, São José da Safira e São José do Divino.

Programa Travessia

O programa foi lançado em 2008 e é coordenado pela Sedese. O Travessia visa, por meio de ações articuladas junto a várias secretarias e órgãos estaduais, promover a inclusão social e produtiva da população, bem como minimizar as privações sociais em que esta população se encontra. Até 2011, o Travessia beneficiou 154 cidades.

Neste ano, o Travessia ganhou um novo escopo e foi divido estrategicamente em sete projetos: Porta a Porta, Travessia Social, Travessia Renda, Travessia Saúde, Travessia Educação, Banco Travessia e Com Licença Vou à Luta.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

PUBLICADO RESULTADO FINAL DO CONCURSO DO BANCO DO BRASIL


Foi publicado o resultado final do concurso do Banco do Brasil.

O Concurso foi organizado pela Cesgranrio. A prova foi realizada no dia 25/03/2012.

Para consultar o resultado final, Clique Aqui

Para consultar o edital do Concurso do Banco do Brasil, Clique Aqui

domingo, 6 de maio de 2012

MINAS NOVAS: MORADORES DENUNCIAM SITUAÇÃO CRÍTICA DE RUA


Moradores denunciaram, através do Facebook, a situação crítica da Rua Canaã, no Bairro Olaria, em Minas Novas. Há uma enorme cratera no meio da rua, se é que se pode chamá-la de rua.


A denúncia, que recebeu várias criticas na rede social, é de um comerciante  (supermercado) que ficou impedido de realizar uma entrega devido a situação encontrada.


Não bastasse a situação da “barroca” existente no meio da rua, pode-se perceber pelas fotografias o esgoto correndo a céu aberto, sem nenhuma canalização, o que infelizmente é comum em algumas ruas da cidade. A quantidade de mato no local também impressiona.


Fotos: Facebook Igor Emanuel, via Grupo MinasInova.

RECUPERAÇÃO DE PEÇAS SACRAS UNE PRESERVAÇÃO E CAPACITAÇÃO DE ESTUDANTES

Dois lados do patrimônio cultural de Minas: preservação do acervo das igrejas e mais conhecimento para os estudantes da área de conservação-restauração. Para unir essas duas pontas, quase sempre carentes de recursos, foi assinado, ontem, um termo de cooperação técnica e científica entre o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Um dos frutos da parceria, que contempla uma ampla agenda de trabalho é restaurar na Escola de Belas-Artes (EBA)/UFMG 21 peças sacras de igrejas de Sabará, na Grande BH, Couto de Magalhães de Minas, no Vale do Jequitinhonha, Serro e Conceição do Mato Dentro, na Região Central.



As peças (20 imagens e uma tarja de retábulo) foram entregues no câmpus da Pampulha pela gerente de Elementos Artísticos do Iepha, Ana Panisset, ao diretor da EBA, Luiz Souza. Ana explicou que, a custo zero, as comunidades terão seu patrimônio restaurado com a qualidade garantida pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Cecor/UFMG), uma referência internacional. Além da seleção, recolhimento e devolução do acervo aos locais de origem, o Iepha vai fazer o acompanhamento do serviço. “Essa ação entra como um braço do Programa de Restauração de Acervos do instituto, que este ano incluirá mais 19 peças”, informou a gerente.

Durante a entrega, Ana destacou a satisfação dos estudantes do curso de conservação-restauração e também dos professores que vão trabalhar com as peças. “Serão várias frentes de trabalho em cooperação. Além de peças sacras, vamos restaurar pinturas e gravuras e capacitar recursos humanos. Ganham as comunidades, com a recuperação do acervo, e os estudantes, com a possibilidade de ter esse material para estudos e trabalho durante o curso. A motivação do intercâmbio é trazer o conhecimento e a pesquisa acadêmica para o âmbito da aplicação prática”, disse a gerente. Anualmente, serão selecionadas de 15 a 20 obras, dependendo do tamanho e estado de conservação. “Há uma curiosidade: uma delas será recuperada, como trabalho de conclusão de curso, pela aluna Florence Costa, que é também estagiária no ateliê de restauração do Iepha”.
O professor Luiz Souza lembrou que há 30 anos a EBA mantém o seu curso de conservação-restauração e ressaltou a formação de parcerias com instituições como Iepha e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Agora, é como se transformássemos o ateliê num ‘hospital das clínicas’, recebendo novos clientes. Com esse convênio, nossos alunos terão material para treinamento, pois as peças serão catalogadas, vão passar pelo processo de raios x, enfim, receberão todos os cuidados do restauro”, afirmou. Souza disse ainda que o material está bem degradado e vai buscar os recursos financeiros para a empreitada.

CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS

De acordo com o Iepha, outra frente de trabalho conjunto se refere à capacitação do corpo técnico que atua na conservação e restauração do patrimônio mineiro, por meio de entidades governamentais ou empresas privadas. Estão previstos seminários, palestras, workshops e eventos diversos, envolvendo técnicos do Iepha, acadêmicos da UFMG e profissionais do mercado. Além disso, o convênio também prevê a oferta de estágio supervisionado no Iepha para os alunos da EBA e desenvolvimento de diversos projetos de pesquisa e publicações em conjunto.

Pelo termo de cooperação, será montado um grupo de pesquisa que funcionará como uma comissão para discutir os parâmetros de conservação e restauração, baseado em referências internacionais e naquelas atualmente adotadas pelas duas instituições, a fim de unificar os procedimentos. E mais: será lançado um laboratório móvel de análises científicas para o diagnóstico do patrimônio mineiro. Fruto de um esforço conjunto entre UFMG, Iepha, Iphan e Ministério Público estadual, a unidade móvel percorrerá as mais diversas regiões do estado avaliando o estado de conservação de bens culturais.

Além das 21 obras, mais 19 peças sacras também entram em restauro ainda este ano pelo Programa Restauração de Acervos, do Iepha: cinco imagens da Igreja Matriz de São José, de Belmiro Braga, na Zona da Mata, serão recuperadas com verbas destinadas ao programa pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Difusos de Minas Gerais (Cedif), no valor de R$ 50 mil. Outras 14 imagens, de nove municípios, serão recuperadas com investimento de R$ 350 mil do programa estadual Minas Patrimônio Vivo.

Fonte: EM

sábado, 5 de maio de 2012

ATRATIVOS TURÍSTICOS DE SANTA RITA SÃO PINTADOS NOS BANCOS DA PRAÇA



Um projeto idealizado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura do Município de Chapada do Norte está levando para o Distrito de Santa Rita do Araçuaí o pintor Leandro Junior, responsável pela decoração dos bancos da Praça Teófilo Veiga, retratando os principais atrativos turísticos do lugar, como o “Casarão de Janjão” e o “Casarão de Nem de Dão”, antiga residência de Teófilo Veiga, o fundador da comunidade.


Vai retratar ainda o rio Araçuaí, principal atrativo turístico da comunidade, e sua importância para o distrito. Será retratado também a Folia de Reis, além da Igreja de Santa Rita de Cássia e da Capela de Nossa Senhora Aparecida.


Quem passa pela praça já consegue perceber o talento do artista, aliado ao valor cultural que o distrito possui.

O distrito de Santa Rita faz parte do Circuito Turístico Lago de Irapé e do Programa Turismo Solidário.

Fonte: Blog do Tim (com alterações)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

CARAÍ: USINA É CONDENADA A INDENIZAR TRABALHADORES POR ALICIAMENTO E ALOJAMENTOS PRECÁRIOS


 Os migrantes são de Caraí, Vale do Jequitinhonha.

A Usina Dracena Açúcar e Álcool Ltda. e a empresa Ouro Verde Agrícola, ambas pertencentes ao mesmo grupo econômico, foram condenadas solidariamente pela Justiça do Trabalho de Dracena a indenizar trabalhadores por submetê-los a alojamentos precários e a falsas promessas de trabalho no interior de São Paulo. As empresas também ficam obrigadas a seguir a lei em relação a alojamentos para ruralistas. 

O gato Paulo Prates do Nascimento, responsável pela vinda dos migrantes da cidade de Caraí, Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, também figura como parte na ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho em Presidente Prudente, e também sofreu condenação.

Em 2010, a Vigilância Sanitária de Panorama, cidade onde os migrantes ficaram alojados, flagrou 5 apartamentos habitados por mais de quarenta trabalhadores rurais, os quais não possuíam camas, colchões em quantidade suficiente, roupa de cama, higiene, entre outras irregularidades. O relatório, emitido ao MPT, aponta que os migrantes da cidade de Caraí (MG) dormiam em papelões e em colchões sujos e rasgados, em locais sem armários.

O MPT apurou que os trabalhadores não chegaram a iniciar a prestação de serviços, mas foram trazidos para trabalharem para a Ouro Verde Agrícola, que fornece cana para a Usina Dracena, a pedido do próprio grupo econômico. O gato Paulo Prates do Nascimento os havia trazido em ônibus clandestinos, e os obrigou a pagarem R$ 150 pela passagem.

Não houve início de prestação de serviços, mas houve promessa de emprego, que não se concretizou em virtude de circunstâncias alheias aos trabalhadores rurais, que foram enganados e que são as principais vítimas da história, inseridos num sistema de cooptação fraudulenta de mão de obra, com a participação da usina, que transfere a terceiros desprovidos de meios e recursos, a responsabilidade trabalhista e social que lhes caberia, afirmam os procuradores.

A usina, ao saber que os trabalhadores eram migrantes, se recusou a contratá-los, mesmo a empresa tendo realizado exame admissional em pelo menos 15 deles. Os procuradores de Presidente Prudente fundamentam na ação que há total responsabilidade do grupo econômico. Essa circunstância, por si só, independentemente da ciência da usina acerca da qualidade de migrantes dos trabalhadores rurais, atraem a responsabilidade civil e trabalhista pelos atos executados pelo terceiro, prestador de serviços do grupo usineiro, locados de ônibus para o transporte dos empregados rurais, uma vez que as empresas Usina Dracena e Ouro Verde Agrícola deveriam saber dos riscos que a delegação da função de recrutar e agenciar trabalhadores pode causar, notadamente pela absoluta idoneidade financeira e técnica do prestador de serviços, que aliciou a mão d eobra migrante, explicam os procuradores.

Alojamentos

Juridicamente, os procuradores utilizam-se do argumento de que os alojamentos dos trabalhadores são uma extensão do meio ambiente de trabalho, já que os migrantes vindos de outras partes do país lá se encontram em decorrência do serviço prestado à empresa contratante, e que o grupo usineiro tem total responsabilidade na vinda dessas pessoas ao interior de São Paulo.

A conjunção dos depoimentos tomados pelo MPT evidencia essa teoria. Embora as empresas requeridas neguem qualquer participação no episódio, os depoimentos deixam claro que a empresa conferiu ao senhor Paulo Prates do Nascimento poderes para agenciar e recrutar mão de obra, na verdade, obrigou-o a indicar trabalhadores rurais para completar o ônibus. Partindo-se desta premissa, a responsabilidade pelo que ocorreu com os trabalhadores desde a saída da cidade de Caraí até o presente momento, deve ser imputada às empresas, finalizam.

Obrigações da sentença

A sentença proferida pela Vara do Trabalho de Dracena obriga o grupo usineiro a realizar, em trinta dias, um levantamento das condições das moradias coletivas dos seus trabalhadores, providenciando a regularização dos alojamentos conforme a lei no mesmo prazo. Caso eles estejam fora do que exige a legislação, deve haver a mudança de moradias, sem custo para os trabalhadores.

As três partes acionadas (Usina Dracena, Ouro Verde e Paulo Prates do Nascimento) devem indenizar em R$ 300 os trabalhadores em relação às despesas de viagem que estes tiveram no trajeto de Caraí a Panorama, com correção monetária. Além disso, as partes devem pagar indenização por danos materiais referente às verbas rescisórias a que os trabalhadores fariam jus se tivessem sido registrados em carteira pelas empresas, contadas do dia em que chegaram até o dia em que retornaram para Caraí.

O grupo usineiro deve pagar R$ 5 mil para cada trabalhador pelo danos morais causados, além de R$ 100 mil ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) por danos morais coletivos.

O gato Paulo Prates do Nascimento pagará indenização de R$ 1 mil para cada um dos quarenta trabalhadores, além de R$ 30 mil ao FAT por danos morais coletivos.

Fonte: Jus Brasil

CONCURSO PÚBLICO: MINISTÉRIO PÚBLICO DE MG DIVULGA EDITAL

Inscrições para cargos de analista e oficial do MPMG de 18 de maio a 13 de junho, no site da Fundep. As provas serão aplicadas dia 15 de julho, em BH.

A Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) publicou no Diário Oficial desta quarta-feira, 25 de abril, o edital do concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva nos cargos de analista e oficial do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

As inscrições podem ser feitas de 18 de maio a 13 de junho e serão recebidas somente via internet, no endereço eletrônico http://www.gestaodeconcurso.com.br/.

A taxa de inscrição é de R$ 50,00 para o cargo de oficial do MPMG e de R$ 75,00 para o cargo de analista do MPMG.

Os vencimentos são de R$ 2.554,55 para o cargo de oficial e de R$ 3.935,44 para o cargo de analista.

As provas serão aplicadas em Belo Horizonte, no dia 15 de julho de 2012.

Link do site da Fundep

Além do cargo de Oficial - especialidade Serviços Diversos, existem oportunidades para o cargo de Analista nas seguintes especialidades:

Administração Pública, Agronomia, Arqueologia, Arquitetura, Arquivista, Biblioteconomia, Ciências Atuariais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Desenho Industrial, Design Gráfico, Direito, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Minas, Engenharia Química, Engenharia Sanitária, Engenharia de Segurança do Trabalho, Estatística, Farmácia, Fisioterapia, Geologia, Geoprocessamento, História, Jornalismo, Letras, Medicina (Cardiologia, Clínica Médica, Fisiatria, Ginecologia e Obstetrícia, Psiquiatria, Medicina do Trabalho), Organização de Eventos e Cerimonial, Pedagogia, Produção Editorial, Psicologia, Publicidade, Relações Públicas, Saúde Pública, Serviço Social, Sociologia, Tecnologia da Informação (Administração de Banco de Dados, Administração de Redes, Análise e Programação, Análise de Sistemas, Análise de Suporte).

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CHUVEIRO ECOLÓGICO ECONOMIZA ATÉ 1000% NO GASTO DE ENERGIA



Um chuveiro ecológico criado pelo mecânico Mauro Serra promete impacto menor nas fontes de água e energia e no bolso do consumidor. O produto, que usa gás para o aquecimento, gera economia de 1.000% em energia em relação ao similar elétrico. De pequeno porte, o chuveiro pode ser instalado em qualquer local, como residências, acampamentos, campings, trailers, embarcações, pesqueiros e até pendurado em uma árvore. O equipamento funciona por gravidade e pode ser alimentado, por exemplo, por uma garrafa PET.

Há dois anos, a novidade rendeu ao inventor e à mulher, a engenheira mecânica Jorgea Corrêa, o Prêmio Brasil de Meio Ambiente, concedido pelo Jornal do Brasil, com Apoio da Petrobrás e Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), na categoria Pequena e Micro Empresa.

Em 2008, o casal decidiu abrir a empresa ATA – ÁguaTerraAr, em Paraty (RJ), para vender o produto. A produção começou com quatro chuveiros e faturamento mensal médio de R$ 1,2 mil. Hoje, a empresa produz 40 peças por mês, vendidas por R$ 345,00 cada uma. O faturamento mensal pulou para R$ 10,3 mil.

Feito de cobre, alumínio, aço inox e ferro fundido, o chuveiro ecológico não consome eletricidade e a emissão de CO2 é quase nula. A regulagem da temperatura é feita pelo usuário, que pode variar do morno ao muito quente. O acendimento é manual, com fósforo, ou automático.

Benefícios

A economia de 1.000% no gasto com energia é possível porque o custo de manter o chuveiro a gás ligado é de R$ 0,53 por hora. Um similar convencional, aquecido a energia elétrica, custa R$ 5,30 para aquecer a água, no mesmo período.

O chuveiro ecológico pesa 3,2 kg. Não há necessidade de nenhuma obra para a instalação e não precisa de bateria ou pilha para o funcionamento do equipamento. De acordo com a engenheira Jorgea, o aparelho consome no máximo 120g/h de gás, o que equivale a um quarto do consumo dos aquecedores convencionais. “Um botijão de 13 kg dura, em média, de 120 a 150 dias com banhos diários de uma hora. E cada botijão equivale a dez árvores de médio porte em termos de produção energética. Seu uso evita a queima, no Brasil, de 3,5 bilhões de árvores por ano”, contabiliza.

Jorgea conta que para alavancar o negócio procurou o Sebrae e hoje já vende o produto para dez estados brasileiros. “A instituição foi fundamental para o crescimento da minha empresa. Estamos com quatros novas invenções no forno para colocar no mercado”, adianta.

PIANISTA FLÁVIA BOTELHO SE APRESENTA NA ORQUESTRA FILARMÔNICA DE RIO CLARO


Mantendo a tradição de proporcionar espetáculos musicais gratuitamente para a população de Rio Claro e região, a Orquestra Filarmônica de Rio Claro a pianista Flavia Botelho se apresentou neste domingo, às 20 horas, no Casarão da Cultura. No repertório, obras de Bach, Mozart, Guerra-Peixe e Liszt.

Natural de Teófilo Otoni (MG), a pianista iniciou seus estudos de piano em Jequitinhonha (MG) aos seis anos de idade. Em 1997, concluiu o Bacharelado em Piano pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em 2009 ingressou no Doutorado em Música da Universidade de São Paulo (USP), tendo como orientador o professor Dr. Fernando Corvisier.

Flavia obteve 13 premiações em concursos nacionais de piano, destacando-se os primeiros lugares nos concursos: “Paulo Giovanini”, “Cidade de Araçatuba”, “Honorina Barra”, “Embap” (Curitiba), “Rosa Mística” e “Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica da UFMG”. Atualmente residindo em Ribeirão Preto (SP), dá continuidade às suas atividades como pianista, professora e camerista, se apresentando em formações diversas, como o Duo Cerri-Botelho com o flautista Sérgio Cerri (iniciado em 1999).

O Casarão da Cultura fica na Av. 3 esquina com Rua 7, Centro.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

GLEDSON, DE ALMENARA, É O NOVO REFORÇO DA PORTUGUESA

Gledson quer voos mais altos com a camisa da Portuguesa

O mais novo reforço da Portuguesa para a disputa do Campeonato Brasileiro, é o goleiro Gledson, que já mostrou muita seriedade, comprometimento e disposição ao falar pela primeira vez como jogador da Lusa.


- Oportunidade única na carreira de um jogador. Estamos diante de um grande pólo do futebol brasileiro. Quem sabe Deus possa me abençoar para eu conseguir voos mais altos – declarou em entrevista exclusiva, concedida ao LANCENET!

Aos 29 anos, Gledson terá missão de substituir o goleiro Weverton, dono incontestável da camisa 1, mas qu está de malas prontas para o Paraná, onde defenderá o Atlético-PR, já com contrato assinado.


Weverton foi um dos destaques da equipe da Lusa durante a campanha do título da Série B de 2011 e se firmou como o principal líder dentro de campo. Diante disso, o trabalho de substituí-lo será ainda mais complicado.

- Ele (Weverton) é uma pessoa do bem, fez grandes campeonatos com a camisa da Portuguesa. Será uma honra substituí-lo.

Natural de Almenara, cidade com um pouco mais de 38 mil habitantes, de acordo com a contagem do IBGE, localizada em Minas Gerais, Gledson Ribeiro dos Santos acumula em seu currículo passagem por diversos clube brasileiros, como São Bernardo, Paysandu, Oeste, Santa Cruz, Náutico e Boa Esporte.

O novo goleiro será apresentado na próxima quinta-feira, mas já treinou no CT do Parque Ecológico do Tietê com o restante do elenco.

Confira o bate-bola exclusivo com Gledson, feito pela reportagem do LANCENET!

Como você encara esta oportunidade nova na sua carreira em uns dos principais clube de São Paulo?

Sempre tive a vontade de jogar em um time grande de São Paulo. A Portuguesa é um time grande, um time de massa, um time que a torcida cobra, que está sempre chegando. Agora tive oportunidade. Espero agarrar da melhor forma possível para mostrar o profissional que sou. Se eu tiver a oportunidade de jogar, vou tentar desempenhar um bom papel, porque acho que isso é o mais importante.

Como foi o primeiro contato com os novos companheiros?
Alguns jogadores eu já conhecia e joguei contra. É o caso do goleiro Weverton. Joguei contra ele, tive a oportunidade de conhecê-lo, em 2007, quando ele atuava no Remo e eu no Paysandu. Ele é uma pessoa do bem, graças a Deus está abençoado, fez grandes campeonatos com a camisa da Portuguesa. Ainda não sei qual é a definição dele no clube, mas é uma honra trabalhar com ele e com todos companheiros.

Foi uma indicação do Weverton sua contratação pela Portuguesa ou do técnico Geninho?
Trabalhei com o Geninho no Náutico, em 2009. Tive quatro temporadas pelo Náutico e, naquele ano, o Geninho estava lá, foi ele que me pôs pra jogar. Aquele ano, foi o ano do descenso para o Náutico, fui uns dos destaques do time e consegui ficar em quinto lugar, como o melhor goleiro do campeonato, mesmo o Náutico sendo rebaixado para a Segunda Divisão. Foi o Geninho que me indicou.

Rebaixado para Série A2 Paulista deste ano, polêmicas, protestos de torcedores com a administração... Você acompanhou as notícias da Portuguesa nos últimos dias? O que passa pela cabeça sabendo que o clube vive um momento ruim?

É um desafio. Você sabe que a situação do clube não é das melhores, mas sabemos que temos condições para mudar. Claro que estou chegando agora, começando os trabalhos. Sou um atleta que gosto de levar os meus companheiros a um objetivo. A princípio, o meu é ajudar o time a permanecer na Série A do Brasileiro e, no ano quem, retornar à Série A1 do Paulista.

Quais são suas principais características dentro de campo? Se apresente para o torcedor lusitano.

Sou um goleiro muito comunicativo dentro de campo, ágil, rápido e corajoso. Procuro simplificar o máximo possível. Procuro ajudar através de orientações para que não soframos perigo na defesa.

FONTE: O Povo Online, via Radar do Vale

CAPELINHA PODERÁ TER CURSO DE ENGENHARIA CIVIL EM FEVEREIRO DE 2013


O deputado Neilando Pimenta e proprietário da UNIPAC Teófilo Otoni em recente visita a Escola , conheceu e aprovou a estrutura do prédio para receber o curso de Engenharia Civil. 

A montagem da biblioteca e dos 4 primeiros laboratórios serão montados  imediatamente para a avaliação do MEC em junho. A partir da aprovação o vestibular acontecerá em Janeiro de 2013 para o inicio das aulas em Fevereiro.

A escola recebeu também a autorização da Secretaria Estadual de Educação para o funcionamento de dois cursos técnicos:
- Técnico em Edificações;
- Técnico em Informática;

Ambos com a qualificações profissionais de assistente em operação e manutenção de computadores  e assistente em comunicação de dados. 


Fonte: Capelinha.Net

terça-feira, 1 de maio de 2012

MULTADOS MUNICÍPIOS DO VALE POR NÃO ENTREGAREM PRESTAÇÕES DE CONTAS DE 2011 NO PRAZO


O Tribunal de Contas de Minas Gerais multou em quatro mil reais, cada um, 10 prefeitos municipais que não entregaram as prestações de contas de 2011. A mesma pena foi aplicada a sete gestores responsáveis por entidades municipais de Regimes Próprios de Previdência Social. O prazo final se encerrou às 24 horas do dia 02 de abril. A decisão foi tomada durante a sessão de Pleno de hoje (25/04/2012), por unanimidade, a partir do voto do Conselheiro Presidente, Antônio Carlos Andrada.

Até a data da sessão quatro municípios permaneciam inadimplentes e, além da multa que é pessoal ao prefeito, o Tribunal determinou o “bloqueio das transferências de fundos federais aos municípios inadimplentes, nos termos do § 2º do art. 6º do Decreto-Lei 1.805, de 1º de outubro de 1980, bem como seja feita representação ao Governador do Estado”. Foram multados os prefeitos Anderson Costa Cabido (Congonhas), José Soares de Alcântara (Funilândia), Luiz Estêvão Barbosa (Itaverava) e Edmilson Renon (Santa Maria do Salto). Também foram multados os seis prefeitos que entregaram com atraso as prestações de contas de Bandeira, Betim, Divisa Alegre, Espinosa, Pirapora e Três Pontas.

Três entidades continuam inadimplentes e seus gestores receberam a multa: Instituto de Previdência Municipal de Bonito de Minas, Fundo Previdenciário Municipal de Lassance e Fundo da Seguridade Social do Município de Santa Maria do Suaçuí. Outras quatro entregaram fora do prazo: Instituto de Previdência Social do Município de Bandeira, Instituto Municipal de Previdência dos Servidores Públicos de Espinosa, Instituto de Previdência do Município de Malacacheta e Instituto de Seguridade Social do Município de São José do Jacuri. O Tribunal ainda determinou a instauração de tomada de contas extraordinária nas entidades inadimplentes.


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