quarta-feira, 9 de abril de 2014

MINAS NOVAS RECEBE O 2º ENCONTRO DO PROJETO “VIOLÊNCIA SEXUAL NÃO!”, DIAS 11 E 12/04


Nos dias 11 e 12 de abril, a Oficina de Imagens irá realizar o segundo encontro formativo do Projeto Violência Sexual Não!. Cerca de 70 pessoas (entre adolescentes e educadores) vão se reunir no Grande Hotel de Minas Novas para discutir questões que envolvem o universo da sexualidade e dos direitos sexuais de crianças e adolescentes.

Combate à Exploração Sexual em Minas Novas, em 2012. Foto: Eduardo Borges
Além da discussão sobre direitos sexuais, haverá uma conversa com o arte-educador Will Nascimento, de Pedra Azul (MG), sobre a Rede de Jovens Comunicadores do Semiárido Mineiro e sobre sua trajetória de participação na defesa dos direitos infanto-juvenis.

O Violência Sexual Não! é uma realização da Oficina de Imagens com o apoio do Fórum Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Estado de Minas (FEVCAMG), em parceria com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) e financiamento do Fundo Estadual da Infância (FIA). O projeto visa fortalecer a rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes por meio da formação e participação de jovens e do uso das mídias.

Texto: Oficina de Imagens.
Foto: Eduardo Borges

segunda-feira, 7 de abril de 2014

DIAMANTINA: VEREADORES VÃO INVESTIGAR COMPRA DE PAPEL HIGIÊNICO

Prefeitura pagou por rolos de 60 m, mas levou de 30 m

A entrega de 10 mil rolos de papel higiênico de 30 metros, metade do tamanho previsto em edital aberto pela Prefeitura de Diamantina, pode levar a Câmara a abrir uma CPI para investigar todos os processos licitatórios desde o ano passado.

Indícios. Vereadores vão analisar se há suspeita de irregularidade em licitação para 
justificar CPI

O questionamento é do movimento SOS Diamantina, que levou ao conhecimento do Legislativo a falha na entrega dos 10 mil rolos de papel higiênico, um dos 41 itens do Processo Licitatório 54, de 2013.

O presidente da Comissão de Licitações, Carlos Meira, afirma que houve “desencontro de informações” no edital. “Houve erro no valor de referência do produto. Já tomamos medidas para solucionar o problema”, diz Meira, que não sabe se o produto chegou a ser estocado.

Para o advogado do movimento SOS Diamantina, Renato Wagner da Cunha, houve danos aos cofres públicos. “Foi contratada uma quantidade de produtos e entregue uma quantidade menor”, afirma.

O presidente da Câmara, Maurício Maia (PSDB), prometeu instalar na próxima segunda-feira uma comissão para averiguar “se há alguma coisa irregular”. Caso a irregularidade seja constatada, o Legislativo poderá abrir uma CPI para investigar as licitações da prefeitura do município.

O movimento SOS Diamantina critica ainda um suposto direcionamento nos procedimentos licitatórios na cidade. “A gente pede que sejam apurados todos os procedimentos desde 2013. Percebemos que grande quantidade de contratos em que empresas ligadas ao vice-prefeito, Cássio Moreira Marques, venceu o processo”, esclarece Renato.

As empresas citadas pelo advogado são o hipermercado Marques Center e a padaria Mãe e Filho, que são propriedade de irmãos do vice-prefeito, que é também secretário de Governo da prefeitura. O presidente da Comissão de Licitações do Executivo confirma que as empresas já venceram licitações no município, mas não vê ilegalidade na ação. “É mentira que as licitações estejam sendo direcionadas. O processo é aberto e participam empresas de todo o Estado”, defende.

Parentesco

Ligação. Funcionários do hipermercado Marques Center e da padaria Mãe e Filho confirmaram à reportagem que os proprietários são irmãos do vice-prefeito Cássio Moreira Marques.


Por Lucas Pavanelli, Jornal O Tempo

CRISE NAS USINAS DE ÁLCOOL E AÇÚCAR AUMENTA DESEMPREGO NO VALE DO JEQUITINHONHA

A crise que se abateu sobre diversas usinas de açúcar e álcool no país faz aumentar o desemprego no Vale do Jequitinhonha. No passado, anualmente, milhares de trabalhadores saíam da região para trabalhar no corte de cana em São Paulo. Nos últimos anos, a quantidade de pessoas enviadas para as usinas de álcool e açúcar diminuiu de maneira significativa. A consequência é que, hoje, grande parcela dos ex-cortadores de cana do Jequitinhonha está desempregada.

André Felipe e José Reinaldo: sem emprego no corte de cana em 
São Paulo, ganham a vida trabalhando como mototaxistas em Araçuaí.


“O grande problema é que, além da falta de emprego, aqui chove muito pouco. Os agricultores familiares tentam produzir, mas não conseguem por causa da seca”, diz o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Araçuaí, Antonio das Graças Pires da Silva. Segundo ele, já chegaram a sair do Vale do Jequitinhonha, por ano, cerca de 30 mil trabalhadores para o trabalho no corte de cana nas usinas no interior de São Paulo, principalmente na região de Ribeirão Preto. Os homens costumavam ir nos meses de março e abril (início da safra). Deixavam para trás as mulheres, as “viúvas da seca”, mas, mesmo à distância, os cortadores de cana movimentavam a economia no vale, enviando remessas para garantir o sustento da família que ficou em casa.

“As próprias empresas que mandavam os ônibus para levar o pessoal. Mas, ultimamente, as firmas não enviam mais o transporte. Os trabalhadores que desejam ir para São Paulo precisam viajar por conta própria”, diz Antônio das Graças. “Já chegaram a sair 200 ônibus de trabalhadores da cidade em poucos dias”, lembra o presidente do sindicato. Segundo ele, com a redução da oferta de postos de trabalho nas usinas de açúcar e álcool, uma alternativa para os moradores do Vale do Jequitinhonha é procurar ocupação na construção civil em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

QUALIFICAÇÃO 

Também aumentou a migração para as lavouras de café do Sul de Minas. No entanto, a falta de qualificação ainda é um obstáculo para muitas pessoas do meio rural, onde muitos estão vivendo exclusivamente dos benefícios do programa Bolsa-Família.

André Felipe Alves de Souza, de 25 anos, solteiro, morador de Araçuaí já viajou para o corte de cana na região de Ribeirão Preto por cinco vezes, na primeira delas com 18 anos. Hoje, com a redução da oferta, tenta ganhar a vida como mototaxista em Araçuaí. Outro ex-cortador de cana que tenta sobreviver como mototaxista em Araçuaí é José Reinaldo Marcelo Santana Júnior, de 26. Ele viajou para o corte de cana durante três anos e trabalhou em usinas no Paraná e em São Paulo. “Por mais que o trabalho fosse sofrido, dava para a gente ganhar alguma coisa”, diz José Reinaldo, que comprou a moto com o dinheiro que conseguiu juntar nas usinas. Ele disse que no transporte alternativo ganha entre R$ 400 e R$ 700 por mês.

Por Luiz Ribeiro, Estado de Minas

DEGRADAÇÃO DO RIO JEQUITINHONHA SUFOCA COMUNIDADES E MATA COSTUMES

Modo de vida dos quilombolas está ameaçado e os cânticos das lavadeiras estão desaparecendo.

Cicatriz no Vale do Jequitinhonha: garimpo clandestino contamina com dejetos
humanos manancial que é a marca de toda uma região


Serro – Doenças, redução da oferta de água para consumo e queda da geração elétrica são o resultado de anos de degradação das bacias hidrográficas e de uma rede de nascentes desamparada. Mas, no município do Serro, no Vale do Jequitinhonha, despejos de esgoto doméstico, comercial e detritos de matadouros nos mananciais produzem uma devastação que extrapola o prejuízo ambiental: começa a degradar a cultura de povos tradicionais, na bacia em que convivem um dos maiores bolsões de pobreza do país e expressões culturais das mais ricas e genuínas. A devastação do Jequitinhonha, cenário que inspira música, artesanato e formas de cultivo, avança em direção à cabeceira, que começa a ser castigada pouco mais de um quilômetro depois de brotar nos chapadões do cerrado mineiro, onde o rio começa sua saga de mazelas ambientais e sociais até chegar à Bahia e desaguar no mar, na altura do município de Belmonte.


O isolamento manteve praticamente intocada a nascente do Rio Jequitinhonha, no Serro, a 320 quilômetros de Belo Horizonte. Mas o córrego de águas translúcidas, que é imagem presente na cultura local, desce sem a ação nociva do homem por apenas 1.300 metros. Já nessa altura, o igarapé precisa transpor a canalização do aterro da rodovia BR-259, onde recebe resíduos carreados da via, como combustível, óleo e cargas que vazam pelas canaletas de drenagem. Passados mais 10 quilômetros, a paisagem da nascente dá lugar ao fluxo intenso de esgoto do distrito de Pedro Lessa, que é carregado pelo Córrego Acabassaco e mancha o manancial com mais poluentes.

A derrubada das matas que levavam até a área da nascente do Rio Jequitinhonha e o lançamento de esgoto, lixo e animais mortos no Córrego Acabassaco afetaram o modo de vida de quilombolas da região, como os descendentes de escravos fugidos ou alforriados do povoado do Baú, a 35 quilômetros da sede do município do Serro. Homens e mulheres da comunidade atravessavam as trilhas no mato pela nascente do Jequitinhonha para caçar, coletar frutas e ir a outros povoados. Nas margens do Acabassaco, se reuniam para lavar roupas, utensílios domésticos e obter água para beber e cozinhar.

Nos últimos anos, o mau cheiro e a imundície têm descido as corredeiras do Córrego Acabassaco com cada vez mais volume, o que afastou os quilombolas de muitas de suas atividades. “A gente se juntava para lavar roupa no rio, cantando as canções que os antigos nos ensinaram. Mas agora, se a gente usa essa água fica com dor de barriga, adoece e pega mancha na pele”, reclama uma das líderes da comunidade do Baú, a lavradora e artesã Clemilde da Conceição Reis Vitor, de 56 anos. “A gente só cantava quando ia para a plantação e um ajudava o outro ou na beira do rio. E isso está acabando”, lamenta.

Moradora de remanescente de quilombo sobre o córrego que agora os habitantes evitam: vidas desviadas
Outro problema é o êxodo impulsionado por problemas como esses. “Nossos jovens estão indo embora. Não querem ficar onde não dá para plantar e onde a gente não tem tantas opções”, lamenta a artesã Vera Vicentina da Conceição Paulino, de 50. Só na casa dela seis filhos emigraram para São Paulo, atrás de mais oportunidades de vida, abandonando suas raízes. “Antigamente, a gente passava por uma estrada de terra para chegar à nascente do Rio Jequitinhonha. Hoje tem asfalto. As fazendas e a cidade estão derrubando as matas que a gente conhecia. Os pássaros que a gente via e depois bordava nas colchas e panos, os peixes que enfeitavam nossas rendas, tudo está acabando aos poucos. Como é que uma pessoa que nunca viu um pássaro vai bordar um?”, indaga Vera.

Quem pede aos quilombolas para ouvir um pouco de suas canções descobre que muitos não sabem mais as letras e os ritmos, apesar de alguns se mostrarem visivelmente tímidos, o que é típico daquele povo. Para essas ocasiões, mandam chamar o agricultor Luiz de Gonzaga Costa, de 59, um dos que ainda sabem os catopês, congados e canções tradicionais do Baú, porque os canta quando há festejos nas comunidades vizinhas ou reuniões no centro comunitário construído na comunidade.

Basta que Luiz entoe os primeiros versos, de frente para a pinguela que atravessa o Córrego Acabassaco, para atrair a atenção de quem está disperso: “Minha virgem do Rosário, hoje é o vosso dia/ que iremos festejar com prazer e alegria”. Outra canção, que mistura frases de origem africana a um manso sotaque caipira, faz alguns recordarem tempos passados, nas vozes de pais e avós: “No caminho do sertão/ Encontrei Mané João/ Com seu laço na garupa/ Tocando sua boiada/ Ê, kombiendi. A, kombiendá. Nangá-iangá, nocalungá/ Ê, kombiendi. A, kombiendá”. Se depender do agricultor, as canções continuarão a ser transmitidas, por serem muito importantes. “Esses catopês são nossos, aqui do povoado do Baú e do Ausente. Então, não podem acabar enquanto a gente estiver aqui”, disse, como quem teme que uma fonte muito importante seque de repente.

Veja a reportagem em vídeo


Por Mateus Parreiras (texto) e Leandro Couri (fotos), Estado de Minas

quinta-feira, 3 de abril de 2014

RODADA DUPLA DA COPA INDEPENDENTE TEM OITO GOLS EM TRÊS JOGOS

A bola foi parar na rede oito vezes nos três jogos da rodada dupla da 17ª Copa Independente – Troféu Café Jequitinhonha, que aconteceu neste final de semana no Ninho da Águia. Em jogo antecipado do Grupo C, o Buriti foi derrotado pelo Independente por 2 x 0. Sales e Borracha fizeram os gols do time azul e branco anfitrião da competição. O melhor em campo, que faturou o prêmio do Café Jequitinhonha, foi Borracha, do Independente.

No domingo, dois jogos do Grupo B movimentaram a tarde. No clássico do bairro Piedade, considerado o melhor jogo da rodada, o Império do Morro venceu o Cometa por 3 x 2. Rafinha, Cleiton e Adilson marcaram para o Império, e os gols do Cometa foram feitos por Dim Procópio e Rogerinho. O melhor jogador em campo, que faturou o prêmio do Café Jequitinhonha, foi Rafinha. No jogo seguinte, o Serrano de Itamarandiba venceu o Atlético Aparecida por 1 x 0, com gol de Júnior César. O melhor em campo, que faturou o prêmio do Café Jequitinhonha, foi Rafael.
Na próxima rodada, 6 de abril, às 14h tem Independente de Itamarandiba X Mendonça de Veredinha. E, às 16h, haverá jogo festivo entre Indé de Capelinha e o time Berilo. Será disputado o troféu Dão de Maninho, em homenagem ao saudoso Márcio Ribeiro.

RESULTADOS DA RODADA DUPLA
Buriti de Turmalina 0 x 2 Indé de Capelinha
Cometa 2 x 3 Império do Morro
Atlético Aparecida 0 x 1 Serrano de Itamarandiba

PRÓXIMA RODADA, 6 DE ABRIL
14h: Independente de Itamarandiba X Mendonça de Veredinha
16h: Jogo Festivo – Indé de Capelinha X Berilo
Além de futebol, o Ninho da Águia tem ainda academia ao ar livre, quadra de peteca, futebol feminino, barzinho, barraquinhas, sonorização e ambiente familiar. E tem ainda os treinos das escolinhas de Base, entre elas o projeto Bom na Escola e Bom de Bola, do eterno craque do Indé, Paulinho de Gerson, que agora treina também a categoria sub-12 do time azul de Capelinha. Mais informações pelos telefones (33) 9103-7385, 9108-6764 e 9115-1899.

Texto: Rosa Santos, Jornal Acontece Regional

segunda-feira, 31 de março de 2014

PONTE DE R$ 2 MILHÕES CONSTRUÍDA HÁ DEZ ANOS FICA ABANDONADA NO VALE DO JEQUITINHONHA

Estrutura fica entre Minas Novas e a BR-367.

Uma ponte construída há cerca de dez anos para desafogar o trânsito entre a cidade histórica de Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha, e a BR-367, caminho que leva o norte de Minas à Porto Seguro (BA), está fechada e ninguém sabe o motivo.

A estrutura, que custou cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos tem 200 metros de comprimento e quase 30 de altura, mas está, literalmente, jogada para o mato.


A 20 km da ponte, fica a barragem de Santa Lúcia, que não está funcionando. Caso estivesse, a água teria coberto a parte de baixo da estrutura, deixando apenas cerca de 3 m sem água.

O ponte foi construída pelo governo Estadual, na época que a rodovia era administrada pelo Estado, mas foi repassada ao Dnit após a federalização da via.

Enquanto isso, motoristas precisam atravessar três pontes de madeira entre Minas Novas e Chapada do Norte, sendo que lá estão madeiras soltas, pregos e buracos. Na BR, a situação não é melhor, já que 30 km da rodovia ainda não foram pavimentados.

O advogado José Coelho Júnior diz que vai mover um processo contra a União na tentativa de solucionar o problema. — Quem tem direito não pede, exige. Nós vamos exigir de acordo com a lei.

Via R7 MG

quinta-feira, 27 de março de 2014

GOVERNO FEDERAL REPASSA R$ 300 MIL PARA CHAPADA DO NORTE-MG

No fim de 2013 (ver aqui), a cidade mineira foi atingida por fortes chuvas e pela cheia do rio Araçuaí.

O município de Chapada do Norte (MG) vai receber R$ 300 mil para a realização de ações de socorro, assistência às vitimas e restabelecimento de serviços essenciais.

        Ponte sobre o rio Araçuaí, próximo ao distrito de Santa Rita do Araçuaí. Foto: Blog do Jequi
A informação foi veiculada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, por meio da portaria nº 92 (parte 1 e parte 2), no Diário Oficial da União desta quinta-feira (27).

Os recursos serão empenhados por meio de transferência obrigatória e as atividades deverão ser concluídas em até 365 dias. As autoridades regionais têm 30 dias, após o fim do prazo de execuções das obras, para prestar contas ao governo federal.

Entenda

No fim de 2013, a cidade mineira foi atingida por fortes chuvas que também resultaram na cheia do rio Araçuaí. Devido ao volume excessivo de água, a ponte, construída em 2010, que ligava o município aos distritos de Santa Rita, Cachoeira e Boa Vista foi destruída.

Via Porta Brasil

ARAÇUAÍ-MG: POLÍCIA PROCURA POR HOMEM QUE MATOU SOBRINHO USANDO COLHER DE PAU

Vítima chegou a ser socorrida, mas, morreu a caminho do Hospital São Vicente de Paulo.

Foto: Ilustrativa
A Polícia Militar (PM) de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, está à procura de um homem de 42 anos suspeito de matar o sobrinho após atingir a cabeça da vítima com golpes de uma colher de pau.  Jovem chegou a ser socorrido, mas, morreu a caminho do hospital.

A Polícia Militar (PM) foi acionada por moradores da rua Professora Ana Carmem, bairro Canoeira, que ouviram os gritos. Testemunhas relataram a polícia que os dois estavam dentro da casa em que moravam e começaram a brigar por causa de um som alto. Em seguida, o homem atingiu várias vezes a cabeça do sobrinho de 23 anos com uma colher de pau.

Uma equipe do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) socorreu Daniel Oliveira Santos para o Hospital São Vicente de Paulo, porém, ele chegou morto a unidade de saúde.   

De acordo com o soldado Josser Rodrigues, nenhum familiar quis falar sobre o assunto com a PM. O corpo de Santos passou por perícia da Polícia Civil e foi levado para o Instituto Médico Legal da cidade.
 
*Texto: Camila Kifer (O Tempo)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Projeto de implantação da UFVJM para as cidades de Araçuaí, Capelinha e Almenara recebem sinal verde

Articulado pelo deputado federal Reginaldo Lopes e liderado pelo Movimento "A UFVJM é nossa", o projeto de expansão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) para as cidades de Araçuaí, Almenara e Capelinha está mais próxima de se tornar realidade. O secretário executivo do Ministério da Educação (MEC), Luiz Claudio Costa, solicitou que o reitor da Universidade, Pedro Ângelo, encaminhe o plano pedagógico e administrativo, contendo informações sobre os cursos, professores e técnicos necessários e também sobre os terrenos onde os campi deverão ser instalados. “A interiorização da UFVJM, contemplando o Baixo, Médio e Alto Jequitinhonha é um caminho sem volta”, declarou Lopes.

O pedido do MEC foi feito no último dia 19, em reunião promovida por Lopes em Brasília e que contou com a participação de Costa, do reitor Pedro Ângelo, do prefeito e vice de Araçuaí , Armando Paixão e Rita Capdeville, respectivamente, da prefeita de Almenara, Fabiany Ferraz e do prefeito de Capelinha, José Antônio.

O parlamentar lembrou que a articulação para expansão da UFVJM iniciou em 2011, a partir da segunda etapa da Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que contemplou a abertura de novas vagas nas instituições federais, além da criação de novas universidades e novos campi. Em 2012, o Conselho Universitário aprovou o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade, que prevê a instalação de campus em Capelinha, Araçuaí e Almenara. Já no ano passado foi a vez de definir os terrenos, áreas do conhecimento e cursos que serão ofertados em cada cidade. E agora foi apresentado o plano pedagógico, recebido com elogios pelo MEC.

O secretário executivo do Ministério ressaltou que a data certa para o início da implantação dependerá da aprovação, no Congresso, de um projeto de lei que garante mais professores e técnicos administrativos para as instituições federais de ensino superior. A criação dos campi está prevista dentro da terceira expansão da rede federal de ensino que será realizada pelo Governo Federal entre os anos de 2015 e 2018.

“Isso é compromisso de alma e de irmão, enquanto eu tiver representação na vida pública vou trabalhar para que o Vale do Jequitinhonha receba três unidades da UFVJM para fazer jus às distâncias da região e a sua diversidade”, afirmou Lopes. 


Fonte: Página do Dep. Federal Reginaldo Lopes

MINAS NOVAS: POLÍCIA CIVIL INDICIA EX-PRESIDENTE CÂMARA MUNICIPAL E MAIS 04 PESSOAS

A Polícia Civil concluiu, no final de fevereiro, um inquérito que investigou o envolvimento de funcionários da Câmara Municipal de Minas Novas, na Região do Alto Jequitinhonha, com um amplo esquema de desvio de verbas públicas. O titular da Delegacia de Minas Novas, delegado Vítor Amaro Beduschi Beloti, finalizou as investigações com o indiciamento de José Maria Lopes Ferreira, que na ocasião era presidente da câmara municipal, do vereador Geraldo Fernandes, do empresário Wellington Adão Pires e dos funcionários públicos Felipe Gabriel Martins Almeida e Josivando Alves Souza, que atuavam, respectivamente, como contador e motorista da câmara.

Câmara Municipal de Minas Novas.
Foto: Divulgação Facebook da Câmara Municipal
O inquérito foi instaurado em fevereiro de 2012, a partir da queixa de ameaça registrada por João Martins Dutra, ex-vereador de Minas Novas, contra José Maria Lopes Ferreira. Na ocasião, o denunciante disse que teria sofrido as ameaças após denunciar o envolvimento do então presidente da câmara no desvio de um computador. Após um ano de investigações o caso foi concluído resultando em 11 volumes e quase 2 mil laudas, que compreendem uma complexa investigação a respeito de crimes contra a administração pública no município de Minas Novas.

Nos autos constam mandados de prisão preventiva, temporária e quebra do sigilo telefônico, bancário e fiscal do envolvidos. Eles foram indiciados nos crimes de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, ameaça, peculato desvio, formação de quadrilha, dispensa injustificada de licitação e destruição ou inutilização de papéis ou documentos públicos.

As investigações apontaram que José Maria Lopes Ferreira subtraiu e desviou um computador, um telão e uma câmera fotográfica do gabinete da câmara municipal, configurando o crime de peculato. O então presidente da câmara também é acusado de ocultação de prestação de contas referentes a 2011.

O inquérito também apontou que José Maria reuniu-se aos outros quatro indiciados para cometer os crimes contra a administração pública, deixando Wellington responsável pela criação de uma empresa fantasma que foi usada para simular a prestação de serviços de publicidade à câmara. Como o ex-vereador Geraldo exercia função de Secretário Executivo da casa, coube a ele a aprovação de todas as notas de empenho emitidas irregularmente.

O esquema teve a participação de Felipe Gabriel, que foi contratado como contador da câmara municipal para substituir um funcionário de carreira, que havia sido exonerado repentinamente por José Maria. Já o motorista Josivando se envolveu nas irregularidades por ter seu nome usado em notas de viagens expedidas de forma fraudulenta.

A quebra do sigilo bancário dos indiciados revelou que foram feitos lançamentos de valores apenas na conta do ex-vereador Geraldo, o que leva a polícia a acreditar que existam “laranjas” no esquema, levantando, inclusive, o nome de três suspeitos. O inquérito foi encaminhado concluso à Justiça de Minas Novas.

domingo, 23 de março de 2014

INTERNAUTA DENUNCIA FALTA DE INFRAESTRUTURA NA BR- 367

Trecho entre Berilo e Chapada do Norte não é pavimentado. Para amenizar problemas motoristas fazem operação "tapa-buracos".
 
Motoristas fizeram uma operação "tapa-buracos" para amenizar os problemas da BR-367. (Foto: Flávio Danys/VC no G1)

A má conservação da BR-367, no trecho entre Berilo e Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, deixam os motoristas que passam pela rodovia em estado de alerta. Neste trecho, a via não é pavimentada e está quase intransitável.

Morador de Turmalina, o internauta Flávio Danys fotografou um trecho e enviou ao VC no G1. Ele afirma que para conseguir condições mínimas de tráfego, os próprios motoristas fizeram uma operação “tapa-buracos”. “Os motoristas que fizeram um ajeito para poder transitar. A 367 é muito importante para a região. Ela liga o Vale do Jequitinhonha a Belo Horizonte e também ao Nordeste do País”, afirma Danys.

Segundo Dnit, o exército foi contratado para
realizar obras de manutenção na rodovia.
(Foto: Flávio Danys/VC no G1)
Ainda de acordo com o internauta, os problemas neste trecho sempre existiram, mas piorou há cerca de 90 dias.

“Não dá para entender. No mesmo país onde será realizado uma Copa do Mundo, onde foram gastos bilhões, não podia haver uma rodovia neste estado de conservação. O tráfego de ambulância, ônibus de linha e escolares ficam totalmente prejudicados”, lamenta.

Nota da Redação: O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) afirmou conhecer os problemas encontrados na BR-367 e confirma que o tráfego neste trecho é prejudicado por causa das condições da via. Segundo o supervisor do Dnit na Região Nordeste de Minas Gerais, José Carlos Maia, o exército foi contratado para executar obras de manutenção nos locais não pavimentados da rodovia.

Ainda segundo o supervisor, uma empresa técnica também foi contratada para criar um projeto de pavimentação da BR- 367. Assim que estiver pronto, o projeto será analisado pelo Departamento para que seja iniciado o processo de licitação para obras de pavimentação da rodovia.

Por Flávio Danys Internauta, Turmalina-MG, via G1

USINA NO VALE DO JEQUITINHONHA ESTÁ COM 73% DE CAPACIDADE MESMO COM A FALTA DE CHUVA

Hidrelétrica está localizada em uma região historicamente castigada pela seca. 

A Usina Hidrelétrica de Irapé, no Vale do Jequitinhonha, numa das regiões mais pobres do país e historicamente castigada pela seca, vive uma situação curiosa: o seu reservatório está com 73% da sua capacidade, enquanto os reservatórios de outras usinas, instaladas em regiões prósperas e que normalmente não sofrem problemas climáticos, estão com menos de 30% da capacidade, devido à falta de chuvas, o que impõe o risco de um novo “apagão” no sistema elétrico nacional. 


“O atual nível atual do reservatório de Irapé é garantia de que a usina vai continuar gerando energia durante todo o ano, sem os riscos de redução verificados em outras usinas”, avalia o superintendente de Sustentabilidade Empresarial da Cemig, Luiz Augusto Barcellos Almeida. A hidrelétrica está operando com a capacidade máxima de suas três turbinas: 360 MW – o suficiente para atender uma cidade de 1 milhão de habitantes.

Última grande usina instalada no estado pela Cemig, com investimento de R$ 1 bilhão, Irapé foi inaugurada em junho de 2006, quase cinco anos depois de o país conviver com o racionamento de energia. Embora a energia gerada no Vale do Jequitinhonha ingresse no Sistema Interligado Nacional, sua instalação na região garantiu disponibilidade do insumo para o Norte de Minas e a área onde está instalada, antes desprovida de linhas de transmissão.

A reportagem do Estado de Minas visitou Irapé e acompanhou todo o processo de operação da usina. A barragem tem 206 metros de altura e é a mais alta da América Latina. A água que sai do reservatório passa por um túnel cravado na rocha antes de movimentar as turbinas da casa de força para novamente cair no Rio Jequitinhonha e regularizar a vazão do manancial.

O supervisor da Usina de Irapé, Alberto Abreu, explica que o reservatório da hidrelétrica está parcialmente cheio devido às fortes chuvas registradas na região durante todo mês de dezembro. O reservatório chegou a sua capacidade máxima e verteu água no dia 26 daquele mês. Com isso, mesmo com o veranico dos últimos meses, continua com o nível elevado. Para se ter uma ideia da situação “confortável” de Irapé, o seu nível do seu reservatório (73%) é mais de três vezes superior ao atual nível do reservatório da Usina de Três Marias, que está com apenas 19% de sua capacidade. A quantidade de água acumulada na usina do Rio Jequitinhonha também é superior ao volume de água do reservatório no mesmo período de 2013 (56%).

Na operação da usina de Irapé trabalham apenas 15 empregados da Cemig, fora outros 22 trabalhadores terceirizados. “O número de funcionários é relativamente pequeno porque todo o processo é automatizado”, explica Abreu.

Via Estado de Minas 

sexta-feira, 21 de março de 2014

CASA DE SHOWS EM CENTRO HISTÓRICO DE DIAMANTINA PEGA FOGO

Foco do incêndio estava atrás do balcão do bar; proprietário afirmou que a situação do estabelecimento era regular.
 
Chamas se propagaram durante a madrugada.

Uma casa de shows no centro histórico de Diamantina, na região do Vale do Jequitinhonha, pegou fogo na madrugada desta sexta-feira (21). Ninguém ficou ferido.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a Illusion Club, na rua Macau de Baixo, estava em chamas às 5h. O local estava fechado, quando os bombeiros chegaram. O foco do incêndio estava atrás do balcão do bar.


Os bombeiros procederam à ventilação natural através da abertura da porta com barra anti-pânico (componente da saída de emergência) e combateram as chamas. Depois de extintas, foi realizado o rescaldo para assegurar que todos os riscos foram eliminados.

Os danos foram pequenos, segundo os bombeiros, já que o alarme contra incêndio disparou e os militares chegaram rápido ao local. Alguns equipamentos ficaram danificados, como computador e freezer, mas não houve prejuízo estrutural.

As características do local foram preservadas ao máximo para posterior perícia técnica. Segundo o proprietário, a casa de shows está em situação regular e não possuía nada que pudesse ter desencadeado o incêndio. Há suspeita dos bombeiros é de que tenha ocorrido um curto-circuito.

Via O Tempo

TSE LIVRA PREFEITO E VICE DE FRANCISCO BADARÓ DE CASSAÇÃO

O TSE – Tribunal Superior Eleitoral deu parecer favorável a Antônio Sérgio Mendes (PV) e Antônio Reginaldo Martins Moreira(PT), prefeito e vice de Francisco Badaró, no Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas, em processo de cassação movido pelo Ministério Público Estadual. A decisão foi divulgada no dia 13 de março.

O prefeito de Francisco Badaró, Sérgio Mendes (direita), e o vice-prefeito Antonio Reginaldo (de camisa vermelha) – Foto: Divulgação
No dia 13 de agosto do ano passado, a Corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE) reverteu a cassação do mandato de Sérgio Mendes e do seu vice, Antônio Reginaldo, após ambos terem sido cassados pela Justiça Eleitoral de Minas Novas por captação e gasto ilícito de recursos financeiros na campanha eleitoral.

O Ministério Público Estadual recorreu da decisão e a defesa do prefeito impetrou recurso para anular a cassação.

Os documentos foram remetidos ao TSE de Brasília que teve como responsável o Ministro João Otávio de Noronha.

O Ministro seguiu a opinião da Procuradoria-Geral Eleitoral de Minas pelo não conhecimento do agravo interposto pelo Ministério Público Estadual, e acatou a decisão do TRE em favor do prefeito e vice.

Entenda o caso

Antônio Sérgio Mendes teve seu mandato cassado no dia 9 de abril, através de sentença do juiz da Comarca de Minas Novas, Eduardo Rabelo Thebit Dolabela, que acatou denúncia do Ministério Publico sob alegação de graves irregularidades na prestação de contas da campanha eleitoral da coligação que elegeu Mendes.

Na decisão, o juiz determinou a realização de novas eleições. Mendes recorreu da decisão e, através de liminar, permaneceu à frente da prefeitura.

O caso foi julgado no TRE no dia 8 de agosto porém sem decisão final, após empate de 2 a 2 no plenário. Com o resultado, a Juíza Alice Birhal pediu vistas no processo para analisar melhor o caso.

“A juíza não formulou seu voto por escrito, decidindo apenas acompanhar o voto do relator Virgílio Almeida Barreto, contrário à cassação. A decisão ainda cabe recurso junto ao TSE-Tribunal Superior Eleitoral. Cabe ao Ministério Público, que fez a denúncia, recorrer ou não”, disse por telefone ao jornal Gazeta, o assessor de imprensa do TRE, Rogério Tavares.

Na sessão do dia 8, votaram a favor da cassação do diploma do prefeito, os juízes Carlos Alberto Tomaz e Maurício Ferreira.

No entanto, os juízes Virgílio Barreto e Aluisio Diniz votaram pela reversão da cassação, argumentando que as irregularidades apontadas nas contas de campanha de Sérgio Mendes, são irrelevantes e não comportavam a cassação de mandato.

Por três votos a dois, os juízes do Tribunal entenderam que as irregularidades encontradas nas prestações de contas da campanha não tinham relevância a ponto de levar a cassação do mandato.

O relator do caso foi o juiz Virgílio de Almeida Barreto. Não satisfeito com a decisão do TRE-MG, o Ministério Público Eleitoral recorreu ao TSE que manteve a decisão da justiça eleitoral mineira.

Via Gazeta de Araçuaí

MINAS NOVAS-MG RECEBERÁ ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

O vice-governador Alberto Pinto Coelho, assinou, nesta segunda-feira (17/03), novas ordens de serviço autorizando a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) a dar início às obras para melhorias e ampliação dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário em mais sete municípios mineiros.

Os recursos somam mais de R$ 20,4 milhões e fazem parte do Programa Água da Gente, lançado, no ano passado, pelo Governo de Minas. O vice-governador Alberto Pinto Coelho afirmou que programas como este estão modificando a realidade de Minas Gerais.

(Foto: Gil Leonardi/Imprensa/MG)
“Estamos vivendo um período da nossa história em que os desafios são muito grandes. Temos que buscar caminhos, ser criativos e, fundamentalmente, exercitar a competência estatal para poder dar respostas às nossas comunidades. Minas Gerais tem dado o exemplo de um trabalho coletivo, de parceria republicana com os municípios mineiros. O Água da Gente é um bom exemplo. Água tratada significa saúde pública”, ressaltou.

Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha, receberá cerca de R$ 3,2 milhões, dos quais R$ 1,78 milhão será para obras da estação de tratamento de esgoto (ETE). Os outros, R$ 1,34 milhão, também serão destinados para o sistema de esgotamento sanitário da cidade. Já a cidade de Teófilo Otoni receberá investimentos de R$ 1,82 milhão, dos quais R$ 1,31 milhão para a implantação de aproximadamente 1.200 metros de rede interceptora na Avenida Luiz Boali. O restante será aplicado nas obras de complementação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Teófilo Otoni.

As intervenções

Na região Central, serão contempladas as cidades de Congonhas, São Joaquim de Bicas e Igarapé. Para Congonhas, serão liberados R$ 8,94 milhões, para execução da primeira etapa das obras de ampliação e melhorias do sistema de esgotamento sanitário.

Já as cidades de São Joaquim de Bicas e Igarapé receberão investimentos de R$ 231 mil para execução das obras de ampliação do sistema de abastecimento de água dos municípios.

Belo Horizonte receberá recursos de mais de R$ 1,8 milhão. Do montante, R$ 1,44 milhão será destinado para o Caça-Esgoto (programa destinado a identificar e retirar os lançamentos indevidos de esgoto nas redes pluviais e nos cursos d’água) na região do bairro Santa Cruz. O restante, R$ 425 mil, será aplicado em obras de melhorias do sistema de esgotamento sanitário do Cercadinho.

No Sul de Minas, a cidade de Arceburgo receberá R$ 4,5 milhões para a expansão do sistema de esgotamento sanitário, que inclui entre outras ações, a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), estação elevatória e implantação de redes interceptoras.

De acordo com o presidente da Copasa, Ricardo Simões, a empresa está cumprindo o que foi determinado pelo governador Antonio Anastasia, que é melhorar as condições de vida da população. “Por meio do Água da Gente já foram investidos R$ 550 milhões em obras autorizadas e efetivamente iniciadas. Se somarmos os investimentos aprovados em dezembro do ano passado para a parceria público privada do sistema Rio Manso e para a ampliação do sistema de Montes Claros, chegaremos a R$ 1,2 bilhão em recursos investidos em sistemas de água e esgotamento sanitário”, salientou.

O prefeito de Congonhas, José de Freitas Cordeiro, falou em nome dos gestores municipais e agradeceu o apoio do Governo de Minas. “Graças ao empenho do Governo do Estado e da Copasa os municípios mineiros têm recebido grandes investimentos em saneamento básico”, finalizou.


Via Agência de Minas


Blogger Themes

2leep.com

 
Powered by Blogger