Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Belo Horizonte. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Belo Horizonte. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de setembro de 2016

DIAMANTINA AGORA TÊM VOOS DE LIGAÇÃO DIRETA COM A CAPITAL

A distância rodoviária entre a capital mineira Belo Horizonte e cidade histórica Diamantina é de 298 km, que costumam ser percorridos em 3 horas e 35 minutos por aqueles mais “apressadinhos”, que tem hora marcada aqui ou lá, e não podem parar para desfrutar das maravilhas que se apresentam entre a Serra do Curral e a Serra do Espinhaço.


No percurso rodoviário são inúmeros os atrativos culturais e naturais; os serviços de alimentação que oferecem o melhor da cozinha minera; os pontos de parada bem estruturados; e vários outros serviços que buscam garantir uma viagem agradável e segura.
Para quem vem de lá pra cá (Belo Horizonte – Diamantina), romper a região central de minas e começar a subir a Serra do Espinhaço traz um alivio em relação às altas temperaturas e enche os olhos com uma paisagem que vai se modificando ao longo da subida.
Viajar entre Belo Horizonte e Diamantina é uma experiência maravilhosa, que agora poderá ser vivenciada também dos céus, com maior comodidade e um menor tempo de percurso.
No mês de agosto foram iniciados os voos de ligação direta, sem escalas, decolando e pousando entre os aeroportos da Pampulha em Belo Horizonte e Juscelino Kubitscheck em Diamantina. Os voos são oferecidos pela empresa Two Táxi Aéreo nas segundas, quartas e sextas-feiras e tem a duração de 37 minutos (ver quadro de horários dos voos).

Os novos voos apresentam uma oportunidade tanto para quem deseja visitar a cidade histórica, quanto para quem precisa ir a capital mineira, mas não tem tempo a perder nos deslocamentos. Apresentam também a possibilidade de apreciar dos céus, uma paisagem deslumbrante, composta por serras e vales que dão forma à nossa Minas Gerais.
A Minhas Gerais Turismo, agência de viagens que realiza a venda de passagens aéreas para todo o Brasil e exterior, também vende passagens aéreas do trecho Belo Horizonte – Diamantina, que hoje custa R$ 250,00 + taxas.
De:
Para:
Segunda-Feira
Quarta-Feira
Sexta-Feira
Saída
Chagada
Saída
Chegada
Saída
Chegada
Belo Horizonte
Diamantina
10:40
11:17
07:42
08:19
07:47
08:24
Diamantina
Belo Horizonte
15:00
15:37
14:20
14:57
08:44
09:21

Venda de Passagens:
Visite o site  www.minhasgerais.com 
Entre em contato por e-mail  faleconosco@minhasgerais.com 
Entre em contato por telefone  (38) 3531-1667 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

NETO DE EX-PREFEITO DE ARAÇUAÍ É ENCONTRADO MORTO EM BELO HORIZONTE


O corpo do advogado Rafael Tanure foi reconhecido no IML pela médica e vice-prefeita de Araçuaí, Rita Capdeville, de quem o advogado era enteado. Há suspeitas que ele tenha sido vítima de latrocínio.

Será cremado  na quarta-feira (26/12) em Belo Horizonte,  o corpo do advogado Rafael Jayme Tanure, 35 anos.
Pós- Graduado em Direito pela Universidade de Coimbra, Rafael Jayme a, morreu aos 35 anos
Ele foi encontrado morto na tarde de domingo(23.12) no Instituto Médico Legal de Belo Horizonte e reconhecido pela médica e vice-prefeita de Araçuaí(MG),  Rita Capdeville, de quem Rafael era enteado.
  
Há suspeitas de que o advogado tenha sido vítima de latrocínio ( matar para roubar) na terça-feira(18.12).

Seu carro, um Agili 2011, foi achado sem os pneus no bairro João Pinheiro em Belo Horizonte.
  
O celular e a carteira com documentos do advogado  não foram encontrados. Sua página no facebook foi apagada.
  
O crime pode ter ocorrido nas proximidades de Ibirité, região Metropolitana de Belo Horizonte,  onde a mãe do advogado possui um sítio.
  
 Ele estava bastante machucado e com várias hematomas. Uma perícia vai determinar de que forma o advogado foi morto. Ele foi encontrado com vida por policiais e encaminhado para o Pronto Socorro João XXIII mas não resistiu aos ferimentos e faleceu poucas horas depois.

Foi instaurado inquérito na Delegacia de Polícia Civil  da região do Barreiro, zona oeste da capital para apurar o caso.Ainda não há suspeitos.

Filho de família tradicional

Filho de duas famílias tradicionais de Araçuai, no Vale do Jequitinhonha, Rafael era neto do médico sanitarista e ex-prefeito de Araçuaí, Múcio Scévola Gonzaga Jayme, 87 anos e filho do também médico Jansen Tanure e da odontóloga Bethânia Maria Gonzaga Jayme
  
Formado em Direito pela Pontificia Universidade Católica (PUC), Rafael chegou a residir por dois anos na Rússia ( antiga União Soviética) e era Pós- Graduado em Direito Europeu pela Universidade de Coimbra ( Portugal ).
  
A família atordoada, busca respostas para a morte trágica de um jovem talentoso e brilhante. Ele deixou escritos vários artigos publicados por importantes revistas de Direito.Um dos últimos,  foi publicado pelo Jornal Estado de Minas.

“Estamos chocados. Ainda não sabemos o que aconteceu e como aconteceu”, disse o advogado a Gonzaga , tio de Rafael. 

Rafael era enteado da vice-prefeita de Araçuaí, a médica Rita Captdeville, que reconheceu o corpo  no IML.  Ele esteve em Araçuaí há pouco mais de 10 dias. Depois seguiu para Belo Horizonte. A última noticia é que ele iria para o sítio da mãe na região de Ibirité, onde o corpo foi encontrado.


Antes, passou em seu apartamento para apanhar algumas roupas. Foi a última vez que foi visto.

Preocupada com a falta de notícias , sua mãe  pediu há 4 dias,  que o gerente do Banco olhasse a movimentação da conta do filho. Não havia saques.Isso fez com que ela acionasse a família para localizar  Rafael.

A notícia de que o corpo havia sido localizado no IML foi dada pela vice-prefeita de Araçuai, Rita Capdeville.

Dois aviões transportaram a família que estava em Araçuaí para Belo Horizonte. Todos estavam reunidos na cidade, para os festejos de Natal.

O único irmão de Rafael é piloto da Tam e está em Milão, na Itália. A família aguarda sua chegada para o funeral

O corpo do advogado será cremado.

Por Sérgio Vasconcelos - Gazeta de Araçuaí

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Artistas, membros do 14 Bis, Paulinho Pedra Azul e outros, vão fechar a BR-381.

Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 18 ficaram feridas em acidentes nas estradas que cortam o Estado entre a noite de sexta-feira (22) e a manhã da última segunda (25). Quatro pessoas da mesma família foram enterradas na segunda em Águas Formosas, no Vale do Jequitinhonha, e uma criança foi sepultada em Belo Horizonte. Elas perderam suas vidas depois que o carro em que estavam caiu em um córrego da cidade, no domingo (24). 

Acidente na BR-381
Segundo a Polícia Militar, Sérgio Fernando Stephano dos Santos, de 37 anos, foi o único a escapar com vida. Ele dirigia um Astra, com seis pessoas dentro, em uma estrada de terra, quando perdeu o controle ao passar sobre a ponte do Córrego Mutuca. O carro derrapou e caiu na água. Chovia bastante no momento do acidente. O motorista conseguiu sair do carro, mas as outras cinco pessoas que estavam no veículo ficaram presas às ferragens e submergiram junto com o automóvel. O veículo foi retirado do rio com auxílio de um guincho. 

Os corpos de João Hildo Almeida, de 36 anos, Vanusa Vitória Ramos, de 30 anos, Vitória Ramos, de 32 anos , Iago Vitória Ramos Almeida, de 9 anos, foram enterrados no Cemitério de Águas Formosas. Já o corpo de Diego Armando Ferreira Ramos, de 4 anos, foi sepultado em Belo Horizonte. Sérgio foi conduzido até a delegacia da cidade onde prestou esclarecimentos e foi liberado. Segunda, os corpos de Maria da Conceição de Almeida Silva e Naiara Jéssica Oliveira Silva, de 19 anos, mãe e filha do prefeito de Três Marias, Adair Divino da Silva, o Bem-te-vi (PSDB), também foram enterrados. Elas morreram em um grave acidente na noite de domingo, na altura do quilômetro 348 da BR-040, próximo ao município de Felixlândia, Região Central do Estado. 

Acidente na BR-381
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que um caminhão invadiu a contramão e bateu no carro em que o prefeito estava com a família. Após o acidente, o motorista fugiu sem prestar socorro às vítimas e ainda não foi localizado. Adair chegou a ser encaminhado para o Hospital Municipal de Felixlândia e foi liberado segunda para ir ao velório. Ele fraturou a clavícula e uma mão. Em um outro acidente, desta vez na BR-116, no quilômetro 775, um caminhão de placa MIE-7986 (SC) descia a rodovia quando o motorista teria perdido o controle da direção e batido em um ônibus da Viação Gontijo, que seguia para São Paulo. Quarenta e uma pessoas que saíram de Sobral, no Ceará, com destino à capital paulista estavam no coletivo. No local, 15 pessoas precisaram de atendimento médico e foram levadas para Hospital Casa da Caridade, de Leopoldina, onde duas morreram após dar entrada. Os Bombeiros precisaram lavar a pista, já que houve derramamento de óleo. Já em Prudente de Morais, na Região Central de Minas, duas pessoas morreram e outras três ficaram gravemente feridas depois de uma batida entre dois carros na MG-105. Segundo o Corpo de Bombeiros, um Ford Fox, de placa HNE-3020, de Belo Horizonte, bateu de frente com um Volkswagen Gol, de placa GNA-0451, de Funilândia, na altura do quilômetro 6. O motorista do Gol, Ricardo Rodrigues Freire, de 39 anos, morreu na hora. José Divino Pereira Goulart, de 43 anos, precisou ser levado para o Hospital Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, de helicóptero, mas não resistiu e faleceu no início da noite de segunda. Os outros três feridos passam bem. 

 Em João Monlevade – Artistas vão fechar a BR-381 em agosto 

Um grupo de artistas está organizando a interdição da BR-381, em João Monlevade, na Região Central de Minas, no dia 16 de agosto. Em vez de faixas, caixões e pneus queimados, os manifestantes vão fechar a “Rodovia da Morte”, como é conhecida, por cinco horas, com shows de bandas de música de todo o Estado. Entre João Monlevade e Belo Horizonte são 102 quilômetros e cerca de 200 curvas perigosas.

O protesto é organizado pelo médico Aggeu Marques, que também é músico, para cobrar do Governo Federal o início da duplicação da BR-381 ainda neste ano. “A ação é inédita no Brasil e tem o objetivo de causar impacto nas autoridades para agilizar as obras de duplicação da ‘Rodovia da Morte’. Eu estava ainda consternado com o acidente do 14 Bis e, logo que recebi a mensagem do Marcos Martino no Facebook, liguei para o Cláudio Venturini, produtor musical, que apoiou a ideia”, explicou Aggeu. Na manhã do último dia 17 de julho, um acidente com o ônibus da Banda 14 Bis, matou um produtor musical e deixou 12 pessoas feridas na BR-381, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O motorista do ônibus alegou ter perdido o controle da direção ao desviar de uma caminhonete que seguia na contramão. O coletivo saiu da pista e caiu em uma ribanceira. No veículo estavam músicos, técnicos e integrantes do grupo. Além de Aggeu, já confirmaram presença a banda 14 Bis, Paulinho Pedra Azul, Maurício Gasperini, Toninho Horta, Márcio Greyck, Ana Cristina e Bauxita.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

VERGONHA: VEREADOR SE FILMA USANDO CUECA SAMBA-CANÇÃO. VEJA VÍDEO

Vídeo mostra Gêra Ornelas (PSB), de 61 anos, natural de Jequitinhonha, em seu gabinete. Câmara da capital mineira vai investigar o que aconteceu.


Um vídeo no qual um vereador de Belo Horizonte é flagrado de cueca samba-canção em seu gabinete foi divulgado durante o final de semana pelo jornal Hoje em Dia.  Por meio de nota, a Câmara Municipal de Belo Horizonte informou que, após a revelação do jornal, a Mesa Diretora encaminhou representação ao corregedor da Casa, o vereador Edinho Ribeiro (PT do B), para apuração dos fatos.





Geraldo Ornelas Guimarães, conhecido como Gêra Ornelas (PSB), de 61 anos, está em seu quarto mandato e é alvo de duas ações movidas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPE-MG). Os vídeos foram encontrados por conta destas investigações.

Na 1ª Vara de Fazenda Municipal de Belo Horizonte corre uma ação de improbidade administrativa tendo como réu Gêra Ornelas. O valor da causa é de R$ 291.688,42. O iG tentou localizar o vereador, mas funcionários de seu gabinete informaram que, nesta segunda (17), ele participa de reuniões fora da casa legislativa e não pode ser localizado. O advogado Antônio Patente é quem está falando pelo parlamentar. “Por minha recomendação ele não está falando. Ele aguarda serenamente a decisão judicial”, disse o defensor de Gêra.


Ele estaria cobrando comissão sobre os salários de servidores de seu gabinete em troca do emprego e foi denunciado por um funcionário. Em um dos processos, está anexado o vídeo que teria sido filmado pelo próprio vereador. Nas imagens, o parlamentar acaricia os cabelos de uma mulher não identificada e manipula uma caixa de papelão onde estava a câmera, o que indica que ele tinha consciência da filmagem.

Foto: Reprodução
Edmundo Barreto Pinto (PTB-DF), na foto de 1946 para a revista O Cruzeiro: a imagem levou à primeira cassação da história da Câmara dos Deputados
O advogado explicou que o vídeo foi feito há 13 anos e há seis houve distribuição para veículos de imprensa, mas as imagens não foram divulgadas.
“O processo está na iminência de ser julgado e acredito que a divulgação das imagens tenha como objetivo influenciar a decisão do juiz. O vídeo foi distorcido para criar escândalo. Ele está fora de contexto. Este vídeo já gerou uma ação contra o vereador e ele foi absolvido”, alegou Patente. Questionado qual o contexto real das imagens, segundo o advogado, editadas, ele disse que “está agregado às mesmas causas da ação (do MP)”, e que por se tratar de processo em segredo de Justiça, não pode fornecer mais detalhes antes do julgamento.
Imagens com cuecas não são um bom presságio para políticos. A primeira cassação da história da Câmara dos Deputados aconteceu em 27 de maio de 1949.  Edmundo Barreto Pinto (PTB-DF) perdeu o mandato por quebra de decoro parlamentar, após ser fotografado de smoking e cueca. Originalmente, a fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro, em 1946.
Perfil do vereador
Gêra Ornelas nasceu em 21 de janeiro de 1950 em Jequitinhonha, cidade do Norte do Estado que fica a 676 quilômetros de Belo Horizonte. Na câmara, ele integra a comissão de desenvolvimento econômico, transporte e sistema viário. Solteiro, o parlamentar tem ensino médio completo. Ele declarou em 2008 R$ 300 mil em bens, sendo dois apartamentos em Belo Horizonte, uma fazenda na sua cidade natal e dinheiro em banco.
Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 29 de maio de 2013

MINAS NOVAS: VIOLARTE DIVULGA LISTA DE CLASSIFICADOS PARA O FESTIVAL DE MÚSICA

II Violarte agita cultura do Vale nesse final de semana.
O 2º Violarte - Festival de Cultura Popular de Minas Novas, acontecerá na cidade mãe do Vale do Jequitinhonha, no período de 30 de maio a 02 de junho, abrindo seus trabalhos em pleno feriado de Corpus Christi. O projeto visa resgatar e valorizar as manifestações artístico-culturais do município e região. Durante a programação, teremos o festival da canção, oficinas de formação artístico-cultural e a "Tarde Abre Alas para a Cultura Popular". Apresentações teatrais e shows musicais, que há muito não chegam à comunidade, também farão parte da programação do evento.

A coordenação do Violarte, Festival de Cultura Popular de Minas Novas, Yanna Mabel, divulga a lista de músicas classificadas para se apresentarem no Festival de Música.

São representantes de diversas cidades do Vale e de outras cidades. Do Vale do Jequitinhonha, a cidade anfitriã teve 5 músicas classificadas; Belo Horizonte 4; Turmalina teve 3; Araçuaí, Pedra Azul, Carbonita, Diamantina, Medina, Governador Valadares e Pirapora.

Eis as classificadas:

Azul - Ernane Oliveira - Belo Horizonte
Chorinho Murmurado - Nacib - Belo Horizonte
Danda - Marcos Nascimento - Belo Horizonte
Debandada - Marcelo Hugo - Diamantina
Dissonância - Hendrick Souza e César Macedo - Pedra Azul/Carbonita
Em nome dela - Ivan Pestana - Minas Novas
Homem pobre do sertão - Catueiro - Minas Novas
Mãe do Rosário - Luciano Tanure - Araçuai
Nascente - Marcelo Hugo - Diamantina
No embalo do amor - Marcelo Costa - Minas Novas
O encanto das águas - Enderson Mendes - Turmalina
O mal do século - Heraldo Wilton - Minas Novas
O vale da ilusão - Ernane Oliveira - Belo Horizonte
Oração de um cantador - Hendrick Souza - Pedra Azul
Poeta Errante - Priscila Magella - Pirapora
Quando te vejo, quando aproximo - Aderbal Sodré e Banda Onha-ki - Medina
Riacho de Areia Diorgem Junior - Governador Valadares
Um sonho americano - Eduardo Natalino - Turmalina
Vento ao Relento - Gustavo Borges - Minas Novas
Viva a vida viva o Vale - Daniel Mascarenhas - Turmalina
O Violarte que se realiza em Minas Novas, no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas, tem uma vasta programação artístico-cultural. Suas atividades começam nesta quinta-feira, 30 de maio, indo até o dia 02 de junho. São oficinas, festival de música, apresentação de grupos culturais, feira de artesanato e shows musicais e de teatro.

Confira:
Clique no cartaz para ampliá-lo
Mais informações: 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

JUIZ SUSPENDE JÚRI DE ACUSADOS DE CHACINA DE SEM TERRA EM FELISBURGO (MG)

Marcado para ter início nesta quarta-fera (15), a Justiça de Minas Gerais decidiu suspender o julgamento de dois acusados pela chacina de Felisburgo (737 km de Belo Horizonte) --que deixou cinco sem terra mortos, em 2004-- para tentar reunir todos os cinco processos do caso e 18 acusados num só julgamento. A decisão foi tomada nesta terça-feira (14), pelo juiz Glauco Eduardo Soares Fernandes.

Segunda-feira (13), pelo fato de que 60 testemunhas do caso seriam ouvidas em Jequitinhonha (690 km de Belo Horizonte), enquanto o julgamento seria iniciado na capital mineira, a defesa do principal réu do julgamento, acusado de ser o mandante, o fazendeiro Adriano Chafik Luedy, réu confesso, entrou com pedido para que as testemunhas fossem ouvidas em Belo Horizonte.
O Ministério Público concordou com o pedido da defesa e, com ela, o magistrado optou por abrir vistas novamente, desta vez também para a defesa, para que as duas partes se manifestem pela intenção de reunir os cinco processos e 18 réus do caso num só julgamento.
O primeiro júri, marcado para 17 de janeiro, foi adiado porque o juiz de Jequitinhonha, onde inicialmente ocorreria o julgamento, ter enviado o processo para Belo Horizonte antes que a defesa dos réus indicasse testemunhas a serem ouvidas na ocasião. As 60 testemunhas, porém, começaram a ser ouvidas na cidade.
A sangue frio, numa manhã de sábado

O crime aconteceu em 2004, em Felisburgo, Vale do Jequitinhonha, região mais pobre de Minas Gerais. O fazendeiro e outros 17 homens são acusados pelo crime que deixou cinco mortos e 15 feridos e que foi transferido para Belo Horizonte por questão de segurança.
Apesar disso, as testemunhas não são obrigadas legalmente a se deslocar para a capital para prestar depoimento, conforme alegou a defesa dos acusados dos assassinatos.
Adriano Chafik Luedy vai a júri pela acusação de comandar ataque ao acampamento Terra Prometida, do MST, na Fazenda Nova Alegria, em Felisburgo, na manhã de 20 de novembro de 2004, um sábado.
Na ocasião, foram assassinados cinco trabalhadores rurais. Iraguiar Ferreira da Silva, 23, Miguel Jorge dos Santos, 56, Francisco Nascimento Rocha, 72, Juvenal Jorge da Silva, 65, e Joaquim José dos Santos, 48, além de duas dezenas de pessoas feridas, inclusive crianças.
Fonte: Uol

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pesquisa mostra cidades mais competitivas de Minas Gerais

Pelo segundo ano consecutivo, a capital é a mais destacada, enquanto que municípios do Norte de Minas têm índices baixos

Belo Horizonte. Por motivos óbvios, a cidade 
mais competitiva de Minas Gerais
Belo Horizonte, capital e mais populosa cidade de Minas Gerais, é também a primeira colocada do estado em competitividade. Foio que revelou a pesquisa “Índice de Competitividade dos Municípios Mineiros2011”, elaborada e divulgada pelo Sebrae-MG.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

>> Programação do I FESTIVAL DE TEATRO DE RUA DE ARAÇUAÍ

Programação do I FESTIVAL DE TEATRO DE RUA DE ARAÇUAÍ

ÍCAROS DO VALE - Cia de Teatro -15 anos

sábado, 26 de outubro de 2013

PEDRO MORAIS LANÇA SEU 3º CD, VERTIGEM, DENSO E DANÇANTE

Pedro Morais é MPopB contemporânea, diz crítico musical.

“Deixa a luz entrar no escuro
Que você vai ver o caos se extinguir
Pense além do próprio muro
Que a vida vai ser muito mais feliz”.

Os primeiros versos proferidos pelo timbre suave, sublinhados por guitarras com leves distorções pontuais, soam mais como convite que música. Essas e as palavras que as sucedem, para o próprio autor e cantor das mesmas, são as contadoras da história do disco para o qual a canção “Para Repetir” faz as vezes de anfitriã. E, apesar do nome “Vertigem”, as 11 faixas que compõe o trabalho de tal nome são o oposto do peso que essa sensação carrega. Permeado por simplicidade e leveza, o terceiro álbum de Pedro Morais traz o cantor e compositor mineiro sem padronizações ou pré-definições. Apenas música brasileira, fruto inegável da MPB, mas que subverte a forma e cria a própria identidade.

Capa do CD Vertigem, de Pedro Morais.
Uma característica é o conteúdo denso e dançante. Vertigem provoca uma dança, em balanços mansos, suaves, rodantes em meia-lua, como no reggae. É diferente do bate-estaca que se vê por aí. E provoca reflexões sobre a vida em movimento, a fé, o amor pleno, o passageiro e o eterno, sobre o presente e o futuro. E muita luta como instiga a música "Ê Camarada".

Mas, propõe o amor de mansinho, bem devagarinho, no belo poema de Mário Quintana, Bilhete, musicado de forma magistral e arranjos que completam a obra. Perfeito! diria um jovem arrepiada.

A história começa com o Festival Música Pra Todo Mundo que, com o crivo do público através de uma votação virtual, escolheu 4 artistas entre 30 para gravarem um disco cada, com direito a toda estrutura de estúdio, distribuição física e digital. De uma forma ou de outra, o sucessor de “Pedro Morais” (2005) e “Sob o Sol” (2010) sairia em breve, mas o gosto de coletividade vindo do apoio de novos e velhos fãs – que surgiram no boca a boca que a internet proporciona, foi melhor do que o esperado.

Junte isso a parcerias por todos os lados, que se mostraram fundamentais para a concepção de“Vertigem”. Gustavo Ruiz, responsável pela produção, é quem ajudou Pedro a podar quando devia, ao mesmo tempo em que auxiliou a enxergar potencial em fragmentos que ele julgava não possuir força. Esse foi o caso da densa e melancólica “O Grão”, que quase não entrou entre as 11.

Nas composições, o trabalho em conjunto, que aparece em diversas faixas, foi essencial para a prática do desapego e para a construção de composições que buscam gerar imagens através das palavras. Como na faixa-título, cuja força não se exprime apenas na sonoridade, mas também nas simples palavras ditas no refrão – e que, com a devida atenção, são capazes de desenhar com linhas precisas o que é passado ao ouvinte.

Na balança, a outra parte que forma esse manto de bons encontros é a banda que acompanhou Pedro nas gravações ao vivo – formato que, aliás, nunca havia sido experimentado pelo mineiro, e pelo qual tomou gosto. Apesar das diferenças, “Vertigem” possui uma linguagem com um fator em comum do começo ao fim.  E essa linha que se amarra ao longo dos quase 50 minutos de álbum é creditada a cada um dos músicos presentes – além, claro, do próprio Pedro e Gustavo: Dustan Gallas (guitarra), Lucas Martins (baixo), Samuel Fraga (bateria) e André Lima (teclado). 

As harmonias, os arranjos e cada acorde ouvido são frutos de um trabalho coletivo daqueles que dividiram o mesmo teto – no caso, o estúdio, onde tudo foi gravado, e a casa do produtor, onde as músicas foram antes apresentadas aos envolvidos. Assim pode se dizer de “Ê Camarada!”, que vem logo após a faixa densa supracitada, e tem uma cara mais brasileira, flerta com funk-groove e rap, mas não deixa de parecer parte do mesmo conjunto - a música, aliás, ganhou remix, que vem como faixa-bônus. Ou em “Nuvem”, que traz a voz macia da musicista mineira Juliana Perdigão, única participação do disco, cuja melodia etérea também contrasta com algumas das outras composições.

Assim como “Vertigem” foi concebido, Pedro Morais entrou na música de forma orgânica e natural. Sua vivência com o bandolim logo quando criança o levou à descoberta – por insistência do pai – de sua voz, que se somou à experiência, ainda adolescente, tocando na noite de Belo Horizonte. Quando foi perceber, já vivia de música. Decidiu então também se formar academicamente na área e o resto é história.

O ponto é que tudo soa tão bem costurado que, ao final da mesma primeira canção que abre o disco e esse texto, Pedro canta, quase como conselho, quase como previsão: “Ouça a voz que pulsa dentro/ Fique à vontade para repetir”. 

Texto/release para divulgação com algumas alterações.

Quem é Pedro Morais

Pedro Morais nasceu em Belo Horizonte, há 32 anos. Viveu sua infância e parte da adolescência em Minas Novas, no Alto Jequitinhonha, no nordeste de Minas. Cresceu em um ambiente musical, ouvindo, cantando e tocando MPB, músicas de serestas e os sons das congadas da Festa do Rosário ou da banda de taquara. 

Começou a tocar bandolim e depois violão, aos 8 anos. Participou de grupo de chorinho e serestas da cidade, além da participação em festivais de música pelo Vale do Jequitinhonha afora.

Aos 15 anos, Pedro retornou a Belo Horizonte, determinado a seguir o seu destino de músico inquieto e criativo. E começou a também cantar, descobrindo a sua bela voz. Com novas experiências de bandas de rock e MPB, foi formatando um caminho, criando uma identidade na cena musical mineira. 

Pedro Morais ganhou o Festivale de Medina, em 2001, participou do Festur de Turmalina. Já realizou shows em cidades do Vale do Jequitinhonha como Minas Novas, Turmalina, Capelinha, Carbonita, Virgem da Lapa e Diamantina; e outras diversas cidade de Minas, principalmente em Belo Horizonte. Mas, vem se espalhando pelo Brasil, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife e Fortaleza. 

Elogiado pelos colegas de geração, sempre trabalhando de forma solidária e coletiva, tem aparecido em diversos shows da turma do Clube da Esquina como Lô Borges, Flávio Venturini e o consagrado Milton Nascimento que o apontou como a nova revelação da música mineira e brasileira.   

Forma com os amigos e parceiros Kadu Vianna, Flávio Henrique e a cantora Mariana Nunes, o Quarteto Cobra Coral, grupo afinadíssimo com o que há de melhor na música nacional.

Pedro Morais vem criando um público fiel e presente nos seus shows, sempre lotados, assim como na participação ativa nas redes sociais. Foram justamente os seus fãs que o levaram a ficar em segundo lugar, na votação digital popular, no Festival Música Pra Todo Mundo, promovido pela Oi, em 2011, em uma disputa que participaram 30 artistas da nova música brasileira.

Leiam o que o crítico musical Antônio Carlos Miguel, de O Globo, escreveu sobre a música de Pedro:

Não sei o que isso significa mas a música de Morais é interessante e volta ainda mais nesse “Vertigem”, que foi produzido por Gustavo Ruiz em Sampa, com gente da cena atual que toca com Céu, Arnaldo Antunes e cia: Dustan Gallas (guitarras), Lucas Martins (baixo), Samuel Fraga (bateria) e André Lima (teclados). É MPopB contemporânea e ainda com um frescor que veteranos no setor como Arnaldo Antunes, Lenine e cia há muito perderam. É a impressão que deixaram canções como “O amanhã”, “Vertigem” (ecos psicoBeatles no arranjo e instrumental),  ”Liga”, “Bilhete”, “O grão”… e que continuarão sendo ouvidas. 

Confira a crítica completa clicando aqui: http://g1.globo.com/musica/antonio-carlos-miguel/platb/


Conheça, ouça e sinta as músicas do novo CD de Pedro Morais:

Serviço:
·    Show musical de Pedro Morais
Lançamento do CD Vertigem

·     Data: 05.11.13
Local: Teatro Bradesco
Rua da Bahia, 2.244 - Lourdes
Belo Horizonte/MG 


Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: 

Bilheteria Teatro Bradesco.
Horário de Atendimento: 
Domingo a Quinta, das 12 às 20h; Sexta e Sábado, das 12 às 22h.
Preço: R$ 30,00 

Meia Entrada: Menores de 21 anos, Idosos acima de 60 anos e Estudantes, mediante apresentação de documento.

Ingressos, via internet:


Blogger Themes

2leep.com

 
Powered by Blogger