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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

ESTUDANTES OCUPAM MAIS DE 60 ESCOLAS EM MG CONTRA A PEC 241

UFMG informou que também tem seis prédios ocupados por estudantes. Eles são contra a PEC que impõe teto ao crescimento dos gastos públicos.

Estudantes ocupam Estadual Central contra reforma do ensino médio (Foto: Raquel Freitas/G1)

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais informou, nesta quarta-feira (26), que 66 escolas estaduais estão ocupadas por estudantes. Nesta manhã, o número era 62. Eles protestam contra a reforma do ensino médio e a proposta de emenda constitucional (PEC) 241, que impõe um teto ao crescimento dos gastos públicos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (SEE), oito delas ficam em Belo Horizonte. As outras cidades que têm o ato são em Alfenas (1), Almenara (1), Araçuaí (1), Araguari (2), Arinos (3), Campestre (1), Caxambu (1), Coronel Fabriciano (1), Diamantina (2), Divinópolis (2), Esmeraldas (1), Espinosa (2), Itajubá (1), Ituiutaba (1), Janúba (1), Montes Claros (2), Paracatu (1), Poços de Caldas (3), Salinas (2), São Sebastião do Paraíso (1), Três Corações (1), Uberlândia (21) e Unaí(2).

Uma das mais tradicionais da capital, a Escola Estadual Milton Campos, conhecida como Estadual Central, na Região Centro-Sul, foi uma das primeiras a ser ocupadas. Desde o dia 6 de outubro, os alunos estão mobilizados no pátio do colégio.

As escolas municipais não estão sendo ocupadas. Elas são dedicadas ao ensino fundamental.

UFMG

Estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fizeram paralisações nesta segunda-feira também contra a PEC 241. De acordo com o Diretório Central dos Estudantes UFMG (DCE-UFMG) e a assessoria de imprensa da UFMG, seis prédios estavam ocupados na manhã desta quarta-feira.

São eles: dois do Centro de Atividades Didáticas (CAD) - desde 21/10; da Faculdade de Educação (FAE) - desde 21/10; do Instituto de Geociências (IGC) - desde 24/10; da Faculdade de Arquitetura - desde 24/10; e do Instituto de Ciências Agrárias, em Montes Claros, na Região Norte do estado - desde 25/10.
Em nota, a universidade defendeu a manifestação, mas condenou a ação de um grupo de estudantes que impediu a entrada de outros alunos e funcionários às dependências de alguns prédios nesta segunda.

UFVJM

A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) informou que o Campus JK, em Diamantina, foi fechado na manhã desta terça-feira (25), quando um grupo de estudantes da universidade ocupou e impediu a entrada de demais estudantes e servidores entre docentes e técnicos administrativos, assim como de funcionários terceirizados.

A Reitoria disse que reconhece a manifestação dos estudantes em consonância com o movimento nacional em defesa da universidade e da educação pública. Em nota, a universidade informou que "desde o primeiro momento da ocupação promovida pelos estudantes, no dia 13 de outubro, no Campus JK, em Diamantina, e no Campus Janaúba, e no dia 21, no Campus Unaí, a Reitoria mantém um canal permanente de diálogo com o movimento para que as ações ocorram de maneira pacífica e organizada, não interferindo no direito constitucional de ir e vir das pessoas e não prejudicando aqueles que mais precisam do atendimento da universidade".

O comunicado ainda diz que "diante de mais uma ação promovida pelos estudantes, a Reitoria reforça a convicção de que a universidade é acima de tudo um espaço democrático no qual deve prevalecer o convívio harmonioso respeitando as diferentes opiniões, garantida a livre circulação de ideias e pessoas".

De acordo com o reitor, professor Gilciano Saraiva Nogueira, a equipe gestora mostrou-se desde o início da ocupação ser solidária ao movimento e em favor da universidade e da educação pública, mantendo atenção à situação da UFVJM, especialmente no que diz respeito à manutenção dos campi Unaí e Janaúba, bem como a dos cursos de medicina.

UEMG 

A Escola Guignard, na Região Centro-Sul, de Belo Horizonte, começou a ser ocupada nesta terça-feira (25). Segundo a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), as aulas acontecem normalmente no local.

UFOP

A assessoria de imprensa da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) informou, por meio de nota, que não havia ocupação em nenhum dos campi e nem na Reitoria na manhã desta quarta-feira.

Institutos federais

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte não há ocupação nos institutos federais de educação.

A Reitoria do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) informa que os campi Almenara, Araçuaí, Arinos, Januária, Montes Claros, Pirapora e Salinas estão com as atividades de ensino interrompidas devido às ocupações promovidas pelo movimento estudantil que se encontra mobilizado em protesto contra as medidas impostas pelo Projeto de Emenda à Constituição (PEC) nº 241, Medida Provisória (MP) nº 746 (reforma do Ensino Médio), Projeto de Lei (PLS) nº 193 (escola sem partido). A nota foi divulgada na sexta-feira (21/10).

PEC 241

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou no dia 9 de agosto, por 33 votos a favor e 18 contra, a admissibilidade da proposta de emenda constitucional (PEC) encaminhada pelo governo e que institui um teto para os gastos públicos por até 20 anos.

A PEC 241 impõe um teto ao crescimento dos gastos públicos, que impacta diretamente nos recursos destinados à educação pública; a Medida Provisória 746, que reestrutura o Ensino Médio no Brasil; o Projeto de Lei 257, que retira direitos dos trabalhadores; o quadro orçamentário e financeiro de 2016 e a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2017.

Reforma do ensino médio

As mudanças afetam conteúdo e formato das aulas, e também a elaboração dos vestibulares e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A primeira mudança importante determinada pela medida provisória é que o conteúdo obrigatório será diminuído para privilegiar cinco áreas de concentração: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. Artes, educação física, filosofia e sociologia, deixam de ser obrigatórias.

O segundo destaque da reforma será o aumento da carga horária. Ela deve ser ampliada progressivamente até atingir 1,4 mil horas anuais. Atualmente, o total é de 800, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Com a medida, a intenção do ministério é incentivar o ensino em tempo integral e, para isso, prevê programa específico com R$ 1,5 bilhão para incentivar que escolas adotem o ensino em tempo integral.

A previsão do MEC é que turmas iniciadas em 2018 já possam utilizar as mudanças. Até lá, as redes estaduais poderão fazer adaptações preliminares, já que o Ministério da Educação condiciona a implementação de pontos da reforma à conclusão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Por Alex Araújo, Do G1 MG

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Projeto "Plantando Educação, colhendo cidadania" percorre o Vale do Jequitinhonha

Acreditando que os professores são atores transformadores da realidade local, o projeto “Plantando Educação, colhendo cidadania” visa enriquecer a qualificação de educadores para uma abordagem efetiva com seus alunos a respeito da importância da conservação dos remanescentes de vegetação nativa e dos recursos hídricos.


Público Alvo
Professores de 4º e 5º anos do ensino fundamental de 58 municípios situados nas Bacias dos Rios Jequitinhonha e Mucuri, nordeste de Minas Gerais.

Iniciativa e realização
O projeto é uma iniciativa da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente das Bacias dos Rios Jequitinhonha e Mucuri (MPMG) e será realizado pelo Instituto Biotrópicos (Organização Não Governamental) através do seu Centro de Educação Ambiental Conserva Mundi.


Nove cidades polo sediarão os encontros presenciais para a troca de experiências entre a equipe do Conserva Mundie os professores a partir de 15 de abril, conforme agenda divulgada em anexo.Os participantes também receberão material educativo especialmente elaborado para o foco do projeto no formato de Caderno do Professor, com sugestões de conteúdo e atividades didáticas de apoio às aulas.

Cerca de 850 professores de 500 escolas da rede pública municipal participarão do projeto. A expectativa é atingir mais de 11 mil alunos anualmente a partir daí contribuindo para a formação de multiplicadores de boas práticas ambientais.

Todos os passos do projeto podem ser acompanhados na página facebook/conservamundi


Contatos:
Instituto Biotrópicos, Pça JK, 25, Centro, Diamantina, MG Fone: 38.3531-2197
conservamundi@biotropicos.org.br

AGENDA DOS ENCONTROS COM OS PROFESSORES

15 de ABRIL – DIAMANTINA
Diamantina, Datas, Gouveia, Monjolos, Serro, Presidente Kubitscheck, Sto. Antônio do Itambé.

18 de ABRIL – São Gonçalo do Rio Preto
São Gonçalo do Rio Preto, Couto de Magalhães de Minas, Felício dos Santos, Senador Modestino Gonçalves eItamarandiba

26 de ABRIL – MINAS NOVAS
Minas Novas, Berilo, Chapada do Norte, Turmalina, José Gonçalves de Minas
eLeme do Prado

28 de ABRIL – ARAÇUAÍ
Araçuaí, Coronel Murta, Francisco Badaró, Itinga,Jenipapo de Minas e Ponto dos Volantes

29 de ABRIL – JEQUITINHONHA
Jequitinhonha, Felisburgo, Itaobim e Monte Formoso.

02 de MAIO – ALMENARA
Almenara, Águas Vermelhas, Bandeira,Cachoeira Pajeú, Mata Verde,Rubim, Salto da Divisa e Santo Antonio do Jacinto

03 de MAIO – ÁGUAS FORMOSAS
Águas Formosas, Bertópolis, Crisólita, Machacalis, Pavão e Santa Helena de Minas

04 de MAIO – TEÓFICO OTONI
Teófilo Otoni, Caraí, Itambacuri, Ladainha, Nova Módica, Novo Cruzeiro, Ouro Verde de Minas, Padre Paraíso, Pescador e São José do Divino,

06 de MAIO – CAPELINHA

Capelinha, Agua Boa, Angelândia, Aricanduva, Setubinha e Veredinha

sexta-feira, 18 de março de 2016

CACHOLA EMPREENDEDORA ABRE INSCRIÇÕES NO VALE DO JEQUITINHONHA

Projeto vai reunir jovens para propor e desenvolver ideias de empreendedorismo social em suas comunidades

Estão abertas, até o 27 de Março, as inscrições para o projeto Cachola Empreendedora – Laboratório de ideias. Durante o ano de 2016, o projeto vai promover encontros entre jovens de municípios do baixo e médio Jequitinhonha e estimular o desenvolvimento de soluções para demandas locais. O Cachola é uma iniciativa da Fundação Telefônica (SP), em parceria com o Cededica-Vale (Pedra Azul), a Casa da Juventude (Itaobim) e a organização Monsa (Almenara).


Podem se inscrever jovens de 15 a 29 anos, moradores de Pedra Azul, Almenara, Itaobim, Ponto dos Volantes, Itinga, Bandeira e Jequitinhonha.  O principal critério para a participação é o interesse e a disposição para propor ideias transformadoras. Serão selecionados 500 jovens, que vão participar de encontros presenciais em Pedra Azul, Almenara e Itaobim (conforme proximidade da cidade do participante) e atividades à distância por meio de grupos do Facebook.

A partir de um diagnóstico das demandas dos municípios, os jovens vão propor ideias para solucionar problemas ou potencializar iniciativas de suas comunidades. As ideias serão testadas e desenvolvidas ao longo do ano, com o apoio de educadores e profissionais. Para isso, o grupo terá formações em empreendedorismo, tecnologia, mobilização social e direitos das juventudes. Ao fim do projeto, a  ideia poderá ser escolhida para receber apoio da Fundação Telefônica.
O projeto, que está sendo desenvolvido no Vale do Jequitinhonha pelo segundo ano,  é parte da Plataformmasa de Desenvolvimento de Empreendedores da Fundação Telefônica, que desenvolve iniciativas semelhantes nos estados de São Paulo e Pará.
A inscrição pode ser realizada por meio do formulário disponível online ou presencialmente nos endereços abaixo:

Almenara: Rua Deraldo Guimarães, 85 – Centro (Monsa)
Pedra Azul: Praça Hormino de Almeida, 214 – Centro (CEDEDICA-VALE)
Itaobim -  Rua 02, 171 – São Cristovão (Casa da Juventude)

Serviço:

O quê: Inscrições abertas para o projeto Cachola Empreendedora – Laboratório de ideias
Para quem: jovens de 15 a 29 anos, moradores de Pedra Azul, Itaobim,  Almenara, Bandeira, Jequitinhonha, Ponto dos Volantes e Itinga.
Quando: até o dia 27 de Março
Onde: online www.cededica-vale.com.br  ou presencialmente nos endereços
Almenara: Rua Deraldo Guimarães, 85 – Centro (Monsa)
Pedra Azul: Praça Hormino de Almeida, 214 – Centro (CEDEDICA-VALE)
Itaobim -  Rua 02, 171 – São Cristovão (Casa da Juventude)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

COMPANHIA DE DANÇA QUIK SE APRESENTA EM CIDADES DO VALE DO JEQUITINHONHA

As cidades de Bocaiúva, Minas Novas, Capelinha, Itamarandiba e Diamantina, na região do Vale do Jequitinhonha, receberão, de 17 a 25 de novembro, programação gratuita da Quik Cia de Dança que inclui espetáculo, oficinas e exposição.





Diferentes cidades do Jequitinhonha, no interior de Minas, receberão, durante o mês de novembro, os trabalhos da Quik Cia de Dança. O público poderá conhecer um pouco mais da Cia, que excursiona pela primeira vez pela região, promovendo uma programação especial em cada cidade, que inclui apresentação de espetáculo, realização de oficinas e uma exposição fotográfica, todos gratuitos.  A Circulação pelo Vale do Jequitinhonha marca o início das comemorações de 15 anos da Quik Cia de Dança.

A primeira parada será em Bocaiúva (17/11). Na sequência, as ações seguem para Minas Novas (19/11), Capelinha (21/11), Itamarandiba (23/11) e Diamantina (25/11). A circulação ainda terá uma segunda etapa, no primeiro semestre de 2016, que contemplará as cidades de Almenara, Araçuaí, Salinas, Itinga e Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, além de Juiz de Fora, na Zona da Mata.  “A Quik vem fazendo uma importante parceria com a Secretaria de Cultura de Minas Gerais, cumprindo um dos seus objetivos principais que é difundir a Dança Contemporânea no Estado. Já nos apresentamos em mais de 40 cidades e agora chegamos ao Vale. A linguagem e metodologia que desenvolvemos tem, em sua essência, o diálogo com a cultura local. Percebemos a potência que vai ser de trocarmos com uma cultura tão rica desta região de Minas. Acrescido a isto, vamos também convidar escolas públicas para participarem deste projeto. Enxergamos na educação uma grande possibilidade de formar público, outro importante objetivo nosso”, explica a bailarina Letícia Carneiro.


O espetáculo que será apresentado é “Ressonâncias”.  A história se constrói em parceria com a plateia, que compõe a cena, envolvendo dança, música, espaço, arquitetura e público em uma formação única, resultando em uma construção inédita a cada apresentação. A transversalidade da arte neste espetáculo se propõe a refletir o cenário vivo de cada local de apresentação, permitindo a seus interlocutores olhares que dialogam e revelam seus imaginários. Cada apresentação possibilita ao público diferentes perspectivas e formas de recepção e assimilação da montagem, de acordo com o perfil e características de cada espaço e do público presente.  Por se tratar de um espetáculo que dialoga bastante com o público e também com local onde está sendo apresentado, a expectativa da Cia. de encená-lo no Vale do Jequitinhonha é bastante grande.

Teoria e prática

Duas oficinas marcarão a estadia da Cia pelas cidades. A primeira terá como foco o público escolar. Uma escola pública de cada município receberá o jogo de cartas de memória, desenvolvido pela equipe da Quik dentro do projeto “Corredor Cultural”, aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais. O jogo fala da história da dança, despertando nos alunos o interesse pela arte, além de sensibilizá-los para a apresentação de “Ressonâncias”, que será realizada em praça pública.

Já na oficina “Permeabilidades - Estratégias para uma dança criativa”, ministrada por Rodrigo Quik e Letícia Carneiro, os bailarinos irão trabalhar com a improvisação como um meio de aproximação do público com o seu sensório e sua percepção, potencializando sua sensibilidade através da exploração deste corpo e suas relações com o espaço, com outros corpos e com a música. Neste sentido, esta oficina desenvolverá, através de técnicas de consciência corporal e de jogos de improvisação em dança, a possibilidade de sensibilização e da vivência do público com os processos de criação utilizados durante o espetáculo “Ressonâncias”. A atividade é aberta a todo o público.

Exposição “Outros Olhares” - A exposição reúne o olhar de vários fotógrafos sobre o espetáculo “Ressonâncias”, desde 2010, criando diferentes possibilidades de novas realidades, interlocuções e transversalidades. A proposta é refletir o cenário vivo e a presença do público de cada local de apresentação, permitindo a seus interlocutores olhares que dialogam e revelam seus imaginários.

A curadoria foi feita por Rodrigo Quik e Letícia Carneiro. Dentre os fotógrafos participantes estão Ilana Lansky, Foca, Nina Blauth, Ary Kerner, Guto Muniz e Tarcísio de Paula.  “Essa variedade de fotógrafos é algo que nos estimulou muito, pois são diversos olhares, em situações bem distintas e também com público e arquitetura completamente diferentes. Alguns fotógrafos foram encontrados espontaneamente, durante nossas apresentações, e outros foram contratados pelos eventos e nos passaram as imagens. O que nos motivou a criar esta exposição foi a possibilidade interdisciplinar, pois  estamos misturando um trabalho de artes visuais com artes cênicas e performance. Criamos assim, novos significados e símbolos para  nós, artistas envolvidos, e para o público”, conta Rodrigo Quik.

Ressonâncias é um marco no trabalho de improvisação desenvolvido pela Quik Companhia de Dança.  Desde 2006,  a Cia  tem focado suas  pesquisas a partir da improvisação. Para isso, tem investigado novos métodos de composição,  construindo  partituras de relações cênicas como um caminho possível.  “Ressonâncias”, que vem sendo realizado desde 2008, tem passado por várias fases, modificações e amadurecimentos. É uma obra artística com uma metodologia muito interessante e própria, que vem sendo construída e descoberta através do próprio fazer, em locais muito diferentes e na relação aberta e interativa com cada um dos públicos. É um espetáculo que tem tido uma aceitação grande em festivais no Brasil, não só de dança, mas também de teatro. Só neste ano, o espetáculo esteve  no “Festival Internacional de Rua de Porto Alegre”, em Porto Alegre; “Festival de Inverno de Garanhuns”, em Pernambuco; e “Festival Internacional Latino de Teatro”, em Salvador.

Ficha Técnica do espetáculo “Ressonâncias”

Concepção, Criação e Interpretação: Letícia Carneiro e Rodrigo Quik
Criação e execução da trilha sonora ao vivo: Rodrigo Salvador  e Antônio Moreira
Figurino: Silma Dornas e Rodrigo Quik
Cenografia: Letícia Carneiro  
Produção executiva: Merry Couto

Ficha Técnica da Exposição “Outros Olhares”:
Realização: Quik Cia de Dança
Curadoria: Letícia Carneiro e Rodrigo Quik
Fotógrafos: Ary Kerner, Guto Muniz,  Ilana Lansky, Foca, Nina Blauth,  Paula Ternoval  e Tarcísio  de Paula

Sobre a Quik Companhia de Dança - Fundada em 2000, no bairro Jardim Canadá – Município de Nova Lima(MG), pelos bailarinos Letícia Carneiro e Rodrigo Quik. Ambos com vasta experiência profissional em dança contemporânea no Brasil e no exterior, como integrantes do Grupo Corpo de 1984 a 1996. A Cia completou, em 2015, 15 anos de existência possuindo no seu repertório oito  espetáculos. Nesse processo, construiu uma metodologia de criação artística, na qual sempre valorizou os procedimentos de pesquisas sistematizadas em dança contemporânea e suas interfaces com outras linguagens artísticas. A Quik descobriu, nesta trajetória, que novos olhares para o mundo e diferentes possibilidades de dialogar  com outras linguagens artísticas, trazem potencialidade de criação para seus espetáculos. Há 13 anos, a Quik atua na comunidade do Jardim Canadá, em Nova Lima(MG), por meio de seus projetos sócio-artístico-cultural, contribuindo para o acesso da população aos bens culturais, através das atividades promovidas no "Quik Espaço Cultural" e pelas ações produzidas em seu projeto de educação pela arte, o "Quik Cidadania".

Patrocínio: Petrobras, Governo Federal Brasil Pátria Educadora. Incentivo: Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Programação Quik Cia de Dança – Jequitinhonha

Espetáculo “Ressonâncias”, exposição “Outros Olhares” e oficinas
(Todas as atividades ocorrerão nas praças)

Bocaiúva
Data: 17/11

Espetáculo “Ressonâncias”
Horário: 17h
Local: Praça Wan-Dick Dumont

Oficina “Vivência Criativa”
Horário: das 18h às 18h45
Local: Praça Wan-Dick Dumont

Exposição fotográfica”Outros olhares”
Horário: das 16h às 19h
Local: Praça Wan-Dick Dumont

Minas Novas
Data: 19/11

Espetáculo “Ressonâncias”
Horário: 18h
Local: Praça Nossa Senhora da Gruta

Oficina “Vivência Criativa”
Horário: das 19h às 19h45
Local: Praça Nossa Senhora da Gruta

Exposição fotográfica”Outros olhares”
Horário: das 17h às 20h
Local: Praça Nossa Senhora da Gruta

Capelinha
Data: 21/11

Espetáculo “Ressonâncias”
Horário: 9.30h
Local: Praça do Povo

Oficina “Vivência Criativa”
Horário: das 10.30h às 11h15
Local: Praça do Povo

Exposição fotográfica”Outros olhares”
Horário: das 9h às 12h
Local: Praça do Povo

Itamarandiba
Data: 23/11

Espetáculo “Ressonâncias”
Horário: 16h
Local: Praça dos Agricultores

Oficina “Vivência Criativa”
Horário: das 17h às 17h45
Local: Praça dos Agricultores

Exposição fotográfica”Outros olhares”
Horário: das 15h às 18h
Local: Praça dos Agricultores

Diamantina
Data: 25/11

Espetáculo “Ressonâncias”
Horário: 17h
Local: Praça do Mercado Velho

Oficina “Vivência Criativa”
Horário: das 18h às 18h45
Local: Praça do Mercado Velho

Exposição fotográfica”Outros olhares”
Horário: das 16h às 19h
Local: Praça do Mercado Velho

Informações para a imprensa
Fábio Gomides – (31) 9693-2767
Cristiana Brandão – (31) 9791-5702

@aduplainforma

EXÉRCITO INICIA MONTAGEM DE PONTE METÁLICA NA BR-367, ENTRE ALMENARA E JACINTO

O trabalho de montagem será feito em três etapas.
A expectativa é que os trabalhos sejam finalizados em 15 dias.Foto: Diário do Jequi
Militares da 23ª Companhia de Engenharia de Combate do Exército Brasileiro de Ipameri (GO), iniciaram na sexta-feira, 13 de novembro, a montagem de uma ponte provisória sobre o Rio Rubim do Sul, na BR-367, entre Almenara e Jacinto, na região do Vale do Jequitinhonha.

A expectativa é que os trabalhos sejam concluídos em quinze dias e o tráfego seja normalizado em uma das principais ligações entre Minas Gerais e o Sul do Estado da Bahia.

A estrutura metálica é montada com a junção de painéis de aço especial importado e terá lance único, ou seja, sem pilar e apoiada sobre as duas margens do curso d’água.

Os trabalhos serão realizados em três etapas. A primeira fase é a preparação do terreno com serviço de terraplanagem. Em seguida será feita a montagem e lançamento da estrutura metálica. Por fim, será colocado o piso e a preparação das duas rampas de acesso.

Após a montagem da ponte, uma equipe de militares da 23ª CIA E CMB permanecerão 24 horas no local para realizar o controle do tráfego até a retirada da ponte.

Mais Fotos:

















Fonte: Diário do Jequi

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Operação Bicho do Mato II prende 75 pessoas e aplica quase R$ 1 milhão em multas no Vale do Jequitinhonha

A Operação Bicho do Mato II, realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), terminou no último domingo (25/10/2015) com a apreensão de 880 animais, sendo 879 aves e um réptil, e a aplicação de R$ 901.828 em multas e 75 pessoas presas. Além dos animais, também foram apreendidos 49 gaiolas, seis viveiros, 126 alçapões, duas armas de fogo, 19 redes de pesca e 11 kg de peixes.

O objetivo da operação, que teve início no dia 19 de outubro, foi coibir o tráfico de animais silvestres nas regiões do Norte e Nordeste do estado. As fiscalizações ocorreram nos municípios de Águas Vermelhas, Almenara, Araçuaí, Cachoeira do Pajeú, Coronel Murta, Divisa Alegre, Itaobim, Jequitinhonha, Medina, Pedra Azul, Ponto dos Volantes, Rio do Prado, Rubim, Salinas e Virgem da Lapa.

Operação terminou com a apreensão de 880 animais, sendo 879 aves e um réptil, e a aplicação
de R$ 901.828 em multas e 75 pessoas presas – Foto: Divulgação / Sisema

A ação, planejada e coordenada pela Semad, contou com o apoio da Polícia Militar de Meio Ambiente, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). De acordo com o chefe de Fiscalização da Fauna da Semad, Daniel Sampaio Colen, todos os animais apreendidos foram examinados pelos veterinários da Semad, que também faziam parte das equipes de fiscalização.

“Após examinarmos os animais, concluímos que 592 deles estavam saudáveis e fisicamente preparados para serem reinseridos na natureza. Eles então foram soltos em áreas que passaram por uma avaliação dos nossos técnicos, consideradas aptas para receberem os animais”, acrescentou Daniel Colen.

Ele ressaltou, ainda, que entre os fatores levados em consideração para a escolha da área de soltura está a condição hídrica do local, uma vez que a água é fator preponderante para a sobrevivência dos animais.

Os 288 animais que foram considerados debilitados fisicamente foram encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Belo Horizonte (Cetas-BH), onde receberão os cuidados necessários para completa reabilitação. O Canário da Terra foi uma das espécies encontradas em maior número pelos fiscais. De acordo com Daniel Colen, essas aves, ao contrário da maioria, que são adquiridas pela beleza do canto, são geralmente traficadas para rinhas.

O chefe da Fiscalização da Fauna destacou, também, que foi a primeira vez que as equipes da Semad flagraram o crime de adulteração e falsificação de anilhas para pássaros. “Os proprietários dessas anilhas foram autuadas em flagrante e encaminhados para penitenciária. Esse tipo de crime é inafiançável e tipificado como falsificação de selo público pelo artigo 296 do Código Penal”, concluiu.

A favor da fauna

Essa é a segunda grande operação de combate ao tráfico de animais silvestres realizada com a coordenação da Semad. “Desde 2011, a gestão da fauna vem sendo transferida do governo federal para os Estados, o que inclui a fiscalização do comércio irregular de espécies”, explica o superintendente de Fiscalização Ambiental Integrada da Semad, Heitor Soares Moreira.

Em 2014, a operação de fiscalização Bicho do Mato I apreendeu 724 pássaros e 675 gaiolas e aplicou R$ 788 mil em multas. O trabalho também foi realizado na região Nordeste do estado entre os dias 24 e 29 de outubro em 10 municípios e envolveu, ainda, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O tráfico de animais

Segundo a Organização Não Governamental (ONG) WWF-Brasil, há pesquisas que apontam que o comércio ilegal de animais movimenta cerca de 10 bilhões de dólares por ano em todo o mundo. Só o tráfico de drogas e armas é maior.

Ainda segundo a WWF, o Brasil possui um grande comércio interno de animais, que sustenta os traficantes que agem no país e servem como intermediários para os traficantes internacionais.

A principal rota do tráfico de animais silvestres no Brasil começa nas regiões Norte e Nordeste, com a retirada de espécies da natureza, e segue até o grande mercado consumidor da fauna no país, a região Sudeste.

De acordo com dados do Ibama, os estados brasileiros onde ocorre a maior parte das capturas de animais são: Maranhão, Bahia, Ceará, Piauí e Mato Grosso. Já os estados com o maior mercado consumidor são: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O instituto também aponta que, no Brasil, as aves são as mais comuns em apreensões de tráfico.

Um dois principais documentos sobre o tema já publicado no Brasil é o Relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre, lançado pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), em 2002. O relatório aponta que 60% dos animais comercializados ilegalmente são para consumo interno, o chamado tráfico doméstico. Os outros 40% dos animais retirados da fauna brasileira seguem para destinos internacionais.

Os autores do relatório estimaram que todos os tipos de exploração ilegal seriam responsáveis pela retirada de 38 milhões de animais da natureza brasileira, número que não inclui peixes ou insetos.

Via Semad


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